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Esta é a página em que procuramos fazer a plataforma para localização dos diversos autores citados nesta página / site e mesmo em link com outros sites. O trabalho é longo e não muito fácil mas o objectivo é facilitar ao máximo a pesquisa dos autores aqui citados. A questão do Sentido em Albert Camus, ( local onde se encontra neste site) por Isabel Mª Magalhães R.L. Santos Maia"( local donde foi retirada uma síntese para comentário ) Sites relacionados com Albert Camus
Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as de Holanda
Sermão dos Bons Annos
Sermão de São Pedro
Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus
Sermão da Primeira Dominga do Advento
Sermão da Quinta Dominga da Quaresma
Sermão de Santo Antônio (Sermão aos Peixes)
Sermão da Sexagésima Sermão da Primeira Dominga do Advento (1655)
Sermão do Terceiro Domingo da Quaresma (*)
Sermão do Mandato
Sermão Segundo do Mandato
Sermão do Nascimento da Virgem Maria (*)
Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma (*)
Sermão de S. Inácio - Fundador da Companhia de Jesus (*)
Sermão da Ouinta-Feira Ouaresma (*)
Sermão de Quarta-Feira de Cinza (*)
Sermão de Santo Antonio Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir Sermão Histórico e Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia Maria Rosa Mística Sermão VIII - Com o Santíssimo Sacramento Exposto
*necessita download de arquivo
em formato Word
História do Futuro, vol. II, e Clavis Prophetarum (plano)
A pregação italiana de Antônio Vieira Resumo abaixo : Texto completo carregando no link acima. Pesquisa recupera os escritos e discursos do autor dos `Sermões' em sua estada na Itália SÓNIA SALOMÃO Especial para o Estado Escreveu o padre António Vieira: "Sei a língua do Maranhão e a portuguesa e é grande desgraça que, podendo servir com qualquer delas à minha pátria e ao meu príncipe, haja nessa idade de estudar uma língua estrangeira, para servir, e sem fruto, a gostos também estrangeiros." Esse trecho, o depoimento de António Vieira ao marquês de Gouveia, em 1672, resume bem o estado de espírito do jesuíta na sua 2ª etapa romana, de 1669 a 1675. Sem o apoio do regente, D. Pedro, e tendo sofrido as humilhações e a prisão impostas pela Inquisição portuguesa após longo processo (1663-1667), que o condena por heresia judaizante, o vigoroso missionário e vitorioso pregador da corte portuguesa deixou para trás um período de glórias diplomáticas e de perseguições políticas, para buscar a revisão do seu processo junto ao papa em Roma. Encontrou, logo na sua chegada, uma honrosa e afectuosa recepção do Geral da Companhia de Jesus, João Paulo Oliva, pregador do pontífice, que logo se tornou seu admirador e o incitou a pregar em italiano.
Revista Semiar 2 Sumário
O
processo inquisitorial de Vieira:
aspectos profético-argumentativos -
Adma Muhana
António Vieira e a parenética religiosa -
Jorge de Souza Araújo
A
expressão da concessividade em Vieira -
Eneida do Rêgo Monteiro Bomfim
No
entardecer do Reino, o desmaio do Mundo para António Vieira -
Marcus Alexandre Motta
Padre
António Vieira: dizer é agir -
Nelson Rodrigues Filho
Comportamento profético e comportamento retórico em Vieira -
Margarida Vieira Mendes
Vieira
no cabo de não: Os descobrimentos no Livro Anteprimeiro da História do
Futuro -
Margarida Vieira Mendes Profetas, intérpretes e autoridades no processo inquisitorial do padre António Vieira - Luiz Felipe Baêta Neves
O profeta da luz - por JOÃO ADOLFO
HANSEN
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O profeta de Portugal- Alcir Pécora As comemorações dos 500 anos do que Pero Vaz de Caminha chamou de "achamento" de uma nova terra ficarão marcadas historicamente pelo vexame de Porto Seguro, quando os índios ficaram de fora da festa, da missa e apanharam para valer – não importa quanto perdão a Igreja Católica esteja ansiosa por pedir para tentar atribuir ao passado colonial uma violência que, hoje, sequer tem a atenuante da crença na pregação evangélica.
O grande interesse despertado pelo variado não trivial da obra do padre Antônio Vieira, com destaque para os seus sermões, pode ser creditado a três razões principais. A primeira delas é que o jesuíta fez com a língua portuguesa o mesmo que ele dizia que os políticos e moradores do Brasil faziam com o verbo "roubar": a sua conjugação em todos os tempos, modos e pessoas. Não por outro motivo, Fernando Pessoa fazia o encômio de Vieira afirmando que se tratava de um "gênio de perfeição lingüística", do "maior artista da língua" e, enfim, como todos sabem, dedicou-lhe um poema de Mensagem, cuja primeira estrofe deu-lhe o epíteto mais conhecido: "O céu strella o azul e tem grandeza./ Este, que teve a fama e à glória tem,/ Imperador da língua portuguesa,/ Foi-nos um céu tambem".
Antonio Vieira y Sor Juana Inés de la Cruz* - por - Robert RicardHacia el fin del siglo XVII, en Méjico, surgió una controversia entre dos de las figuras más extraordinarias de las literaturas hispánicas: el predicador portugués Antonio Vieira y la poetisa mejicana sor Juana Inés de la Cruz. El asunto, sobradamente conocido en Méjico, ya lo es menos en Portugal (1), y menos aun en Francia. Merece que lo recordemos. A propósito de esta controversia, se presentan, por lo demás, algunos problemas que acaso no han sido bastante planteados. No quedarán todos resueltos en las páginas que se leerán a continuación, pero, por lo menos, intentaré exponerlos.
E como o tempo não tem, nem pode ter consistência alguma, e todas as coisas desde o seu princípio nasceram juntas com o tempo, por isso nem ele, nem elas podem parar um momento, mas com perpétuo moto, e revolução insuperável passar, e ir passando sempre" Sermão da Primeira Dominga do Advento. Padre António Vieira O Padre António Vieira escapou com vida do fogo sempre aceso pela Inquisição. Foi punido com o silêncio. Acusado, não escapou do cárcere. Sua pena foi branda: perdeu o direito à palavra e teve sua residência fixada em colégio jesuítico. Lançando mão de seus contactos na Corte, Vieira consegue deixar Portugal em missão da Companhia. Não era difícil para um grande orador como ele defender a canonização de mártires jesuítas em Roma. Sua proximidade com o papado favoreceu negociações que resultaram na revisão de seu processo. Em 1675, Vieira retorna para Portugal livre das determinações do Tribunal, recuperando o direito à palavra. PADRE VIEIRA:
SONHOS PROFÉTICOS, PROFECIAS ONÍRICAS. |