The Linux Manual
Verso 3.3.1
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ndice

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1. Introduo ao Linux

     1.  O que diabos  Linux ?
     2.  Meu micro suporta Linux?
     3.  Quanto espao em disco preciso para o Linux?
     4.  A Histria do Linux
     5.  Estrutura dos diretrios do Linux
     6.  Linux = Unix ???
     7.  Links para Linux

2. Instalando e Usando o Linux

     1.  Instalando o Linux
     2.  Comandos Bsicos
     3.  Aplicativos Linux
     4.  Manual Pages
     5.  Usando o LILO para gerenciar parties
     6.  Utilizando um disco flexvel no Linux
     7.  Configurando seu PATH
     8.  Manipulando usurios em seu Linux
     9.  Gerenciando Device Drivers
     10.  Recompilando seu kernel
     11.  Permisses
     12.  Enxergando Particoes Win no Linux e vice-versa
     13.  Usando pacotes .RPM (RedHat) no Slackware
     14.  /usr em outra partio
     15.  Mudando o relgio de seu Linux
     16.  Imprimindo do Linux em uma rede Windows
     17.  Montando parties win95 no Linux sem aparecer os arquivos truncados
     18.  O que diabos  NIS? 
     19.  Tutorial KDE
     20.  Mudando o Editor de Texto padro
     21.  Rodando Windows 95 no Linux
     22.  Instalando um CD-ROM
     23.  Tudo sobre Linux para quem est migrando do DOS
     24.  Instalao PASSO-A-PASSO do ICQ Java
     25.  Aumentar Partio Linux
     26.  Mandar vrios e-mails de uma vez sem mostrar cc (SPAM)
     27.  Criando s uma conta de E-MAIL, sem shell.
     28.  Colocando suporte PNP, fat32 e SB AWE32 no seu kernel
     29.  Comandos do programa vi

3. Dvidas de usurios (Linux-BR)

     1.  Linux no reconhece Impressora+Zip Drive
     2.  O Linux d boot com o volume do Som no mximo
     3.  O Boot do Linux d um monte de mensagens "Unresolved symbols in module"
     4.  Como vejo quanto o Linux est reconhecendo de memria?
     5.  Restringindo acesso a IPs com o Apache sem usar um .HTACCESS
     6.  Instalando o StarOffice
     7.  Usando o Linux como Bridge
     8.  Telnet no funciona
     9.  FTP e/ou o Daemon FTP no funcionam
     10.  Arquivos .tar.gz(ou .tar e .gz) que pego em FTP no descompactam
     11.  Mensagem de erro: can't locate module net-pf-4 (e 5)
     12.  Quero fazer com q, p.ex., o tty11 seja associado ao /var/log/messages
     13.  swriter3:"error creating new document, invalid path, autotext does not exist."
     14.  Compilando o kernel: Som: problemas na compilacao
     15.  Como sei em qual irq minha NE2000 est localizada?
     16.  Dvidas sobre Impressora j instalada e reconhecida
     17.  Bus error: Netscape
     18.  Restringindo o acesso de um finger em voc
     19.  Como eu mantenho os menus e as cores do ncurses no ambiente X, usando o xterm?
     20.  Como posso saber quantos hard links tem um arquivo e quantos ele pode ter
     21.   possvel reparticionar um HD que s tenha Linux sem perder dados?
     22.  Problemas: Up-grade da mother board e Linux
     23.  Como eu fao pra dar update no database do Locate?
     24.   possivel utilizar 2 ou mais Windows Managers? Como proceder?
     25.  Como agrupo mensagens no PINE?
     26.  Monitor Samsung
     27.  FetchMail: .fetchmailrc
     28.  Como reconheo minha placa cyclades?
     29.  LILO trava na inicializao
     30.  No consigo fazer as teclas 'backspace' e 'delete' exercerem suas funes corretamente
     31.  Como patcheio um arquivo tipo 'nome_do_patch.gz' ?
     32.  Como posso verificar em qual runlevel est o sistema?
     33.  Como posso inicializar um processo que consta do /etc/inittab manualmente?
     34.  Perdi minha senha root, como a recupero?

4. X-Windows

     1.  O que  X-Windows?
     2.  Configurando o X-Windows para funcionar em seu Linux
     3.  Como criar cones no X-Windows
     4.  Inicializando seu Linux dretamente no X-Windows
     5.  Onde posso obter informaes sobre o XFree86?
     6.  Protegendo seu X-Windows de programas tipo xkey

5. O Linux e a Internet

     1.  Conectando-se  Internet atravs do CHAP 
     2.  Conectando-se  Internet atravs do programa Minicom 
     3.  Pegando E-mail via pop server no Linux.
     4.  Dando acesso a FTP de sua maquina a usuarios da Internet
     5.  Dicas de FTP
     6.  Outro script de conexo
     7.  Utilidades numa conexo Telnet - Criao de contas automticas (BBS)
     8.  A Linux-BR

6. Segurana no Linux - Internet

     1.  Introduo / Sumrio
     2.  Servios TCP Port
     3.  Monitorando terminais
     4.  Monitorando o FTP Server
     5.  Protegendo suas senhas (pppd)
     6.  /etc/host.allow e /etc/host.deny
     7.  CheckList de Segurana - Itens para um sistema seguro
     8.  Dicas de Segurana
     9.  Programas para segurana

7. Sobre este Manual

     1.  Este manual tem Copyright?
     2.  Bugs reportados
     3.  Como ajudar o manual
     4.  Formatos em que este manual est disponvel

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em que foi ataulizado, ter uma lista de discurso digest de 3 em 3 dias, ter suporte, etc!

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1. Introduo ao Linux
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1.  O que diabos  Linux ?

Linux  uma cpia do Unix feito por Linus Torvalds, junto com um grupo de hackers pela Internet. Pretende-se que ele
conforme com o padro POSIX.

Ele inclui proteo entre processos (crash protection), carregamento por demanda, redes TCP/IP, alem de nomes de arquivos
com at 255 caracteres, multi-tarefa real, suporte a UNICODE, shared libraries, memria virtual, etc.

O Kernel  o ncleo do sistema operacional, e est sob os termos do GNU General Public License.

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2.  Meu micro suporta Linux?

Para que seu micro suporte Linux, voc precisa de um 386/486/586, com no mnimo 2Mb RAM.  recomendvel utilizar
8Mb RAM para rodar outros programas teis e o X-Windows. Alm disso, voc precisa de um disco rgido tambm.

O Linux tambm pode rodar em Laptops.

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3.  Quanto espao em disco preciso para o Linux?

O mnimo espao utilizvel para Linux  10Mb, para voc test-lo. 
Agora para uma boa utilizao, recomenda-se colocar uns 400Mb a 600Mb... 

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4.  A Histria do Linux

O Kernel do Linux foi, originalmente, escrito por Linus Torvalds do Departamento de Cincia da Computao da
Universidades de Helsinki, Finlndia, com a ajuda de vrios programadores voluntrios atravs da Internet.
Linus Torvalds iniciou cortando (hacking) o kernel como um projeto particular, inspirado em seu interesse no Minix, um
pequeno sistema UNIX desenvolvido por Andy Tannenbaum. Ele se limitou a criar, em suas prprias palavras, "um Minix
melhor que o Minix" ("a better Minix than Minix"). E depois de algum tempo de trabalho em seu projeto, sozinho, ele enviou a
seguinte mensagem para comp.os.minix:

Voc suspira por melhores dias do Minix-1.1, quando homens sero homens e escrevero seus prprios "device drivers" ?
Voc est sem um bom projeto e esta morrendo por colocar as mos em um S.O. no qual voc possa modificar de acordo
com suas necessidades ? Voc est achando frustrante quando tudo trabalha em Minix ? Chega de atravessar noites para
obter programas que trabalhem correto ? Ento esta mensagem pode ser exatamente para voc.

Como eu mencionei a um ms atrs, estou trabalhando em uma verso independente de um S.O. similar ao Minix para
computadores AT-386. Ele est, finalmente, prximo do estgio em que poder ser utilizado (embora possa no ser o que
voc esteja esperando), e eu estou disposto a colocar os fontes para ampla distribuio. Ele est na verso 0.02... contudo eu
tive sucesso rodando bash, gcc, gnu-make, gnu-sed, compresso, etc. nele.

No dia 5 de outubro de 1991 Linus Torvalds anunciou a primeira verso "oficial" do Linux, verso 0.02. Desde ento muitos
programadores tm respondido ao seu chamado, e tm ajudado a fazer do Linux o Sistema Operacional que  hoje. 
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5.  Estrutura dos diretrios do Linux

Bem, a estrutura de diretrios de um linux tpico  mostrada nesta tabela:

 bin      Arquivos executveis(binrios) de comandos essenciais pertencentes ao sistema e que so usados com freqencia.
 boot     Arquivos estticos de boot de inicializao(boot-loader)
 dev      Arquivos de dispositivos de entrada/sada
 etc      Configurao do sistema da mquina local com arquivos diversos para a administrao de sistema.
 home     Diretrios local(home) dos usurios
 lib      Arquivos da biblilotecas compartilhadas usados com freqencia
 mnt      Ponto de montagem de partio temporrios
 root     Diretrio local do superusurio (root)
 sbin     Arquvios de sistema essenciais
 tmp      Arquivos temporrios gerados por alguns utilitrios
 usr      Todos os arquivos de usurios devem estar aqui (segunda maior hierrquia)
 var      Informao varivel

Brevemente, estarei comentando mais sobre os diretrios e colocarei informaes at de seus
subdiretrios e seus contedos. Fique ligado...
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6. Linux=Unix ???

  Limpo, claro e definitivo :  O Linux NO  UNIX.
                               O Linux  *um* Unix.

  Putz !  O Roxo, tal como o Olodum, pirou de vez !

  Calma gente !!  Nem tanto !!

  O UNIX  uma marca registrada do Unix Lab ( parece que andou mudando de
nome e at fechado.  Alguem sabe algo mais certo ? ).  Todos os sistemas
baseados naqueles cdigos so chamados de uma forma geral de UNIX.

  O Linux foi escrito desde o inicio pelo Linus Torvalds e no contem
nenhuma linha de codigo do UNIX.  Mas o Linux foi escrito para ser
conforme o padrao POSIX, que deve ser o padro da API ( Application
Programming Inteface ) Unix, que em ltima anlise pode ser resumido (
forcando um pouco a barra ) como sendo as chamadas do sistema.  Por isto
se diz que o Linux  *um* Unix ( nao UNIX ). Tem uma diferena sutil
a.

  Por causa da API POSIX, do conjunto de utilitarios ( FSF/GNU em sua
maioria ) e do uso do X-Windows ( XFree ) o Linux  tao parecido com o
UNIX que existem empresas que usam o Linux para desenvolver para UNIX que
no seja o dela mesma ( por exemplo a IBM e a Microsoft ).  Veja que a Ms
est tentando tranformar o NiceTry em um Unix ( ela espera que algum dia
no futuro seja um Unix melhor que o Unix - algo assim como o Linux ;)), e
para isto est aproximando-o do padrao POSIX.

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7.  Links para Linux

Aqui vai uma srie de sites de Linux que escolhi a dedo.. :-)


Servidores WWW

http://www.openline.com.br/linux-br/                     Home Page da Linux-BR Antiga
http://www.br.freebsd.org/linux-br/index.html            Home Page do Linux em portugus
http://www.inf.ufrgs.br/~kojima/linux/faq-linux.html     Perguntas frequentemente colocadas na linux-br (FAQ)
http://www.linux.org                                     Home page da Linux Organization, site oficial do Linux
http://www.suncite.unc.edu/mdw/welcome.html              Pgina do Linux Documentation Project
http://www.linux.if.usp.br                               Tudo para linux em portugus/ingls site da USP
http://www.infor.es/LuCAS                                Projeto Lucas - informaes do Linux em espanhol
http://www.cl.com.ac.uk/users/wj10/linux-faq             Pergunta mais frequentes do Linux em ingls
http://sunsite.unc.edu/mdw/linux.html                    Site com tudo sobre Linux em Ingls



Servidores FTP

ftp.iis.com.br
ftp.versatec.com
ftp.ibp.fr
ftp.cc.gatech.edu
ftp.cdrom.com <--- O que eu visito +
ftp.informatik.tu-muenchen.de
ftp.ibr.cs.tu-bs.de
ftp.dfv.rwth-aachen.de
ftp.informatik.rwth-aachen.de
ftp.cc.monash.edu.au
ftp.dstc.edu.au
ftp.sun.ac.za
ftp.inf.utfsm.cl
ftp.zel.fer.hr
linux.if.usp.br
lcmi.ufsc.br
cesar.unicamp.br
ftp.ime.usp.br
ftp.ufpr.br
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2. Instalando e Usando o Linux
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1.  Instalando o Linux

Para instalar o Linux, voc precisa-r primeiro de um bootdisk e um rootdisk.
Os discos de boot e root so muito fceis de achar. O color.gz (577k) e o bare.i (569k).
O bare.i eh o disco de BOOT para suporte IDE. Se vc tiver um SCSI ter que pegar outro... 
e o color.gz como vc pode ver eh o ROOT DISK:

  o  color.gz. The menu-based color installation disk for 1.44 meg
     drives. Most users should use this rootdisk.

Voc pode peg-los em ftp.cdrom.com:/pub/linux/slackware , o de boot no dir bootdsks.144 e o 
de root no dir rootdsks.144 .

Voc tambm precisar do RAWRITE.EXE(Dos), que montara o rootdisk e o bootdisk em disketes.
Voc pega no mesmo endereo acima.

Os pacotes de instalao podero ser encontrados nos ftps:

ftp://ftp.ufsm.br/pub/linux/slackware  (BR)
ftp://ftp.cdrom.com/pub/linux/  (US)

Aqui vai uma descrio dos pacotes a ser pegados:

 A(*)          
           O Basico do sistema para rodar.
 AP(*)
           Aplicativos em geral
 D
           Linguagens de programacao /GCC/G++/Perl/C/ e outros...
 E
           GNU Emacs 19.25.
 F(*)
           Colecao de FAQs e outros documentos.
 I
           Documentacao de varios programas 
 N
           Networking. TCP/IP, UUCP, mailx, dip, deliver, elm, pine, smail, cnews, nn, tin, trn. (necessario para
           comunicacao internet/rede em geral)
 OOP
           Programas Orientado a Objecto
 Q(*)
           Kernel do linux (necesario para compilar do kernel, p/ atualizacao do hardware)
 TCL
           Tcl, Tk, TclX, blt, itcl.
 Y
           Games. The BSD games collection, and Tetris for terminals.
 X
           XFree86 2.1.1 system (X-Window tipo o Windows convencional)
 XAP
           Aplicativos para X : X11 ghostscript, libgr13, seyon, workman, xfilemanager, xv 3.01, GNU chess and
           xboard, xfm 1.2, ghostview, e varios X games.
 XD
           X11 program development. X11 libraries, server linkkit, PEX support.
 XV
           Xview 3.2 release 5. XView libraries, and the Open Look virtual and non-virtual window managers.
 IV
           Interviews libraries, include files, and the doc and idraw apps. These run unreasonably slow on my
           machine, but they might still be worth looking at.
 OI
           ParcPlace's Object Builder 2.0 and Object Interface Library 4.0, generously made available for Linux
           developers according to the terms in the "copying" notice found in these directories. Note that these
           only work with libc-4.4.4, but a new version may be released once gcc 2.5.9 is available.
 T
           The TeX and LaTeX2e text formatting systems.


Obs: (*) So os arquivos bsicos, caso voc no queira baixar tudo.

Todos os pacotes do linux somam mais de 100Mb.

Coloque o bootdisk na inicializaao de seu computador, ento quando ele pedir
pra voc colocar o RootDisk voc o coloca e pressiona Enter. 
Coloque root no login.

Ento execute o fdisk.
Lembre-se sua unidade C e chamada pelo linux d '/dev/hda'  esquea disso! para
criar a partio e barbada, e s seguir os exemplos. a nica diferena  a capacidade
do seu HD com a do exemplo.

Digite '?' para ver os camandos do fdisk. Use o comando 'p' para ver as informaes
(parties) atuais.

Comeando...

Primeiro use o comando 'p' par ver a(s) partio(es) corrente. Se voc j possui uma 
partio primria no DOS, note que aparecer... veja o exemplo:

Cuidado para no deletar sua partio primria DOS/Win, o comando para 
deletar 'd' mais a particao que no caso  o numero '1'

______________________________________________________________________
Command (m for help): p
Disk /dev/hda: 16 heads, 38 sectors, 683 cylinders
Units = cylinders of 608 * 512 bytes

Device Boot Begin Start End Blocks Id System
/dev/hda1 * 1 1 203 61693 6 DOS 16-bit >=32M

Command (m for help):
______________________________________________________________________

Prximo passo - Use o comando ``n'' para criar a nova partio. Vamos supor que voc 
queira deixar 80Mb para o linux.

______________________________________________________________________
Command (m for help): n
Command action
e extended
p primary partition (1-4)
p
______________________________________________________________________

______________________________________________________________________
Partition number (1-4): 2
First cylinder (204-683): 204
Last cylinder or +size or +sizeM or +sizeK (204-683): +80M
______________________________________________________________________

O linux mostrou que tem (204-683). Voc tem que informar o primeiro nmero '204' depois 
na outra linha tem que informar o nmero de MBytes para a particao ex. '+80M' 
A ser necessrio criar um partio 'virtual'...  Siga o exemplo:

______________________________________________________________________
Command (m for help): n
Command action
e extended
p primary partition (1-4)
p

Partition number (1-4): 3
First cylinder (474-683): 474
Last cylinder or +size or +sizeM or +sizeK (474-683): +10M
______________________________________________________________________

Ficar mais ou menos assim:

______________________________________________________________________
Command (m for help): p
Disk /dev/hda: 16 heads, 38 sectors, 683 cylinders
Units = cylinders of 608 * 512 bytes

Device Boot Begin Start End Blocks Id System
/dev/hda1 * 1 1 203 61693 6 DOS 16-bit >=32M
/dev/hda2 204 204 473 82080 83 Linux native
/dev/hda3 474 474 507 10336 83 Linux native
______________________________________________________________________

Voc precisa trocar a partio /dev/hda3 de 'Linux native' para 'Linux Swap' 
use o comando 't'...

______________________________________________________________________
Command (m for help): t
Partition number (1-4): 3
Hex code (type L to list codes): 82
______________________________________________________________________

Agora voc precisa 'escrever' rite no winchester, confira mais uma vez a partio
teclando 'p' se estiver tudo legal (parecido com o exemplo) tecle 'w' para gravar ou 
q de quit para sair sem gravar.

Depois  so rebootar a mquina e fazer o procedimento de boot e root e quando o 
disco de root solicitar que digite 'setup', siga a instalao. pois seu winchester j est
particionado.

Preencha as opes do setup, Diga o diretrio onde esto os pacotes e voi-l!
Agora se voc instalou o linux bsico, e quer instalar mais pacotes downloadados, 
digite setup e entre no menu PKGTOOL.

Informaes para Slackware

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2.  Comandos Bsicos

ls = Lista os arquivos, mesmo que dir do DOS
     Atributos comuns: -a = mostra arquivos ocultos
                       -l = mostra bytes, permissoes, diretorio, etc

Obs: no ls os nomes de arquivos nos sistemas *X (Unix, linux, etc) nao
precisam ter so 8 letras. Dai, se voce quer listar os arquivos comecados
com u, por exemplo, peca ls u* e veja o resultado.
* substitui qualquer conjunto de caracteres
? substitui caracteres isolados
----------
rm = remove arquivos, no formato: rm (arquivo1) (arquivo2) (arquivo3) ...
     Exemplo: rm eu.doc / rm leiame.txt manual.html win95.w95

----------
cp = copia arquivos, no formato: cp (arquivo1) (diretorio)
     Exemplo: cp manual.txt /home/manual

----------
cat = mostra o conteudo do arquivo, mesmo que o 'type' no DOS
----------
more = exibe o conteudo de um arquivo pagina a pagina, mesmo q no DOS
     Exemplo: ls|more

----------
pwd = exibe o diretorio atual (o que vc esta)
----------
rmdir = apaga diretorio
     Exemplo: rmdir /diretorio
              se o diretorio estiver cheio, use o rm com o atributo -r

----------
mkdir = cria diretorio
     Exemplo: mkdir /diretorio

----------
clear = limpa a tela, mesmo que 'cls' no DOS
----------
who = mostra quem estah na maquina no momento
----------
whoami = mostra quem voce eh - util quando vc esquece com q login entrou... ;)
----------
finger = mostra o usuario associado a certa chave
----------
df = mostra o espaco usado, livre e a capacidade das particoes do HD
----------
free = exibe a memoria livre, a usada, e o buffers da memoria RAM
----------
exit e logout = sai da sessao atual
----------
tar (tape archive) programa de geracao de backup
tar -c gera backup
tar -x restaura backup
tar -v lista cada arquivo processado
tar -t lista o conteudo de um backup
----------
Nota: Para descompactar arquivos "tagged"(.tar.gz, .tgz, etc)
tar zxpvf (nome_do_arquivo)
Se o arquivo for "gziped"(.gz):
gunzip -d (nome_do_arquivo)
----------
chmod - muda as permissoes do arquivo/diretorio
chown - muda as permissoes do arquivo/diretorio

awk - Procura por um modelo a partir de um arquivo. Inclui uma linguagem de programacao embutida.
----------
bdiff - Compara dois arquivos grandes.
----------
bfs - Procura um arquivo grande.
----------
cal - Exibe um calendario.
----------
cat - Encadeia e imprimi arquivos.
----------
cc - Compilador C.
----------
cd - Muda diretorio.
----------
chgrp - Muda o titulo de um grupo de arquivos.
----------
cmp - Compara dois arquivos; mostra a localizacao (linha e byte) da primeira diferenca entre eles.
----------
comm - Compara dois arquivos para determinar quais linhas sao comuns entre eles.
----------
cu - Chamar outro sistema UNIX.
----------
date - Retorna a data e a hora.
----------
diff - Exibe as diferencas entre dois arquivos ou diretorios.
----------
diff3 -  Exibe as diferencas entre tres arquivos ou diretorios.
----------
du - Relatorio no uso do sistema de arquivos.
----------
echo - Exibe seus argumentos.
----------
ed - Editor de texto.
----------
ex - Editor de texto.
----------
expr - Avalia seus argumentos quando geralmente e uma formula matematica.
----------
f77 - Compilador FORTRAN.
----------
find - Localiza os arquivos c/ caracteristicas especificas.
----------
format - Inicializa um floppy disk.
----------
grep - Procura um modelo a partir de um arquivo. (veja awk)
----------
help - :/ (ajuda)
----------
kill - Termina um processo.
----------
ln - Usado para unir arquivos.
----------
lpr - Copia um arquivo para a linha de impressora.
----------
ls - Exibe informacoes sobre um ou mais arquivos.
----------
mail - Usado para receber ou enviar e-mail.
----------
nroff - Usado para formatar textos.
----------
ps - Exibe um status dos processos.
----------
sleep - Causa um processo para tornar-se inativo por uma duracao de tempo especifica.
----------
sort - Escolher e unir um ou mais arquivos.
----------
spell - Procurar erros de ortografia num arquivo.
----------
split - Dividir um arquivo.
----------
stty - Exibir ou escolher parametros do terminal.
----------
tail - Exibir o fim de um arquivo.
----------
tset - Escolher o tipo de terminal.
----------
umask - Permite que o usuario especifique uma nova criacao de camuflagem.
----------
uniq - Compara dois arquivos. Procura e exibe em linhas o que e incomparavel em um arquivo.
----------
uucp - Execucao UNIX-para-UNIX 
----------
vi - Editor de tela cheia.
----------
wc - Exibe detalhes no tamanho do arquivo.
----------
who - Informacoes de quem esta on-line.
----------
write - Usado para mandar mensagens para outro usuario.

================================================================
3.  Aplicativos Linux

Navegadores Web:

Netscape Navigator: http://www.caldera.com/products/netscape/netscape.html
Lynx: http://lynx.browser.org
Arena Web Browser: http://www.yggdrasil.com/Products/Arena
Chimera: http://www.unlv.edu/chimera/
NCSA Mosaic for X: http://www.ncsa.uiuc.edu/SDG/Software/XMosaic/
VR Web: http://hyperg.iicm.tu-graz.ac.at/vrweb


Programas de E-Mail:

Pine: http://www.cac.washington.edu/pine/
Procmail: http://www.ii.com/internet/robots/procmail/
FetchMail: http://www.ccil.org/~esr/esr-freeware.html
qmail: http://www.qmail.org
sendmail: http://www.sendmail.org


Aplicativos Internet:

BitchX ircII Client: http://www.sasknet.com/~pionh/index.htm
cIRCus: http://www.nijenrode.nl/~ivo/circus/
Sirc: http://www.eleves.ens.fr:8080/home/espel/sirc.html
Zircon: http://catless.ncl.ac.uk/Programs/Zircon/README.html
mxFTP: http://www.ajsoft.demon.co.uk/mxFtp.html
pppcosts: http://www.cs-ka.de/tillmann.steinbrecher/pppcosts.htm
sFTP: http://www.concentric.net/~mrsam/sftp/index.html
xmFTP: http://www.magg.net/~kaos/html/xmftp.html

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4.  Manual Pages

Antes de pedir alguma ajuda a alguem, porque voc nao olha num manual? Mas como? Onde?
Se voc est com qualquer dvida sobre algum comando, digite simplesmente:

man (comando)

Se o manual existir, ele ser mostrado, e seus problemas acabaro. Para sair dos manuais, aperte a tecla Q.
Geralmente, os manuais tiram a maioria de suas dvidas... No deixe de consult-los! 

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5.  Usando o LILO para gerenciar parties

O LILO(Linux Loader)  um utilitrio do linux que gerencia as parties.
Ele  usado pela maioria como um "boot manager" que divide cada boot para 
cada tipo de sistema. Nos computadores caseiros, geralmente se encontra
outros sistemas, e por isso eles utilizam o LILO para que escolham o sistema que
queira usar neste momento.

O LILO tem seu arquivo de configurao em /etc/lilo.conf
L ele armazena as informaes necessrias para que ele faa a "diviso" de
parties.

Um arquivo de configurao comum para 2 sistemas (Linux+Win95)  esse:

---

# LILO configuration file
#
# Start LILO global section
boot = /dev/hda
#compact        # faster, but won't work on all systems.
delay = 50
vga = normal    # force sane state
ramdisk = 0     # paranoia setting
# End LILO global section
other = /dev/hda3
  label = win95
  table = /dev/hda

image = /vmlinuz
  root = /dev/hda1
  label = linux
  read-only # Non-UMSDOS filesystems should be mounted read-only for checking

---

Vamos agora ver as partes do arquivo passo a passo:

1. A linha: boot = /dev/hda

   Ela indica onde ser o funcionamento do LILO, nesta linha, o LILO 
   est configurado para rodar no MBR. Mas podemos mudar o /dev/hda 
   para outro tipo de funcionamento. Um exemplo  colocar para funcionar
   em um disquete: substituimos o boot = /dev/hda pelo boot = /dev/fd0
   (ou fd1, fd2... dependendo daonde est seu driver de disco)

2. delay = 50

   Esta linha indica em quanto tempo a partio padro (voc ver mais 
   a frente) vai entrar automaticamente, ou seja, sem voc mexer em nada.
   Essa linha est configurada para rodar em 5 segundos.

Agora vamos ver como configurar quais parties esto disponveis.
A linha que coloca a partio disponvel ...

Para uma partio linux:
---
image = /vmlinuz
  root = /dev/hda1
  label = linux
  read-only # Non-UMSDOS filesystems should be mounted read-only for checking
---
As nicas partes em que voc deve mudar so as linhas: 

root = /dev/hda1 <--- em vez de /dev/hda1 coloque a partio linux
                               e
label = linux <--- Onde tem linux voc muda se quiser por uma palavra-chave qualquer



Para uma partio de outro tipo:
---
other = /dev/hda3
  label = win95
  table = /dev/hda
---
As nicas partes em que voc deve mudar so as linhas: 

other = /dev/hda3 <--- em vez de /dev/hda3 coloque a partio que voc queira
label = win95 <--- Onde tem win95 voc muda se quiser por uma palavra-chave qualquer.
                               e
table = /dev/hda <--- Voc coloca em que "table" est a partio (/dev/hda3)

Pronto. E assim voc vai montando um lilo.conf variado com o que voc quiser.
Outra coisa  usar o liloconfig, que cria o lilo.conf com menus grficos.
Se voc tiver dvidas, me contacte que tentarei tir-las.

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6.  Utilizando um disco flexvel no Linux

Para montar um floppy disk, isto , um disco flexvel, voc ter que
utilizar o comando 'mount'. Voc ter que ter o driver e o device 
respectivamente (fd0, fd1, fd2, etc). Ento voc dever digitar:

mount /dev/fd0 /diretrio_ao_disco_ser_acessado

Um exemplo:

mount /dev/fd0 /mnt/disk

Isto far com que voc acesse o disquete que est no drive atualmente. 
Quando voc quiser retirar o disco geralmente deve-se 'desmont-lo' primeiro. Digite:

umount /dev/fd0

Voc pode tambm fazer o seguinte, criar um script, que se chama,
por exemplo de 'diskon' (Para ativar) e 'diskoff' (Para desativar). 
Ento para melhor utilizacao, coloque este arquivo em um diretrio
PATH, ou ento coloque o PATH no diretrio onde voc quiser colocar
os scripts.

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7.  Configurando seu PATH

Para ver os atuais diretrios que esto como PATH, digite o seguinte:

echo $PATH

Se o diretrio desejado no estiver na lista, coloque-o assim:

PATH=$PATH:/diretorio/a/ser/colocado/no/path

Isso colocar o /diretorio/a/ser/colocado/no/path no PATH.


Obs: Essas instrues so vlidas somente para uma seo! Ou seja, 
     so temporrios. Se voc quiser colocar um PATH permanente, 
     coloque num profile pessoal. Se quiser ser um PATH GLOBAL, coloque
     o diretrio no arquivo /etc/profile aonde indicado.

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8.  Manipulando usurios em seu Linux

Para adicionar um usurio em seu sistema, voc deve proceder
assim:

- Digite o comando 'adduser';
- O sistema vai pedir o Login, escolha-o;
- Depois vai pedir uma srie de coisas, aperte (enter) at aparecer 'password';
- Escolha o password e pronto. O usurio foi cadastrado no arquivo /etc/passwd .

Se este usurio quiser acessar permisses de outros usurios, o seguinte
comando deve ser usado: su (usuario)

Depois de ter digitado isso, o sistema vai pedir o password do (usurio),
coloque-o e assim, voc poder acessar tudo o que o outro acessa.
Para sair desse 'acesso' ao seu login normal, digite 'exit'

Obs: O usurio root  o administrador do sistema, ou seja, ele controla 
TUDO. Alis, ele que d as permissoes para outros usurios. Ento lembre-se, 
se voc for cadastrar um usurio voc deve estar com o poder do root.

Para apagar um usurio, deve-se proceder assim:

- Edite o arquivo /etc/passwd e procure a linha equivalente a:
  (usurio):(senha criptografada):(ID do grupo):(Grupo):(Home):(Shell);
- Retire esta linha, e o login no mais existir;
- Apague o diretrio HOME do usurio(se existir);
- Apague o arquivo /var/spool/(usuario) e pronto. Descadastrado.

Dica:  aconselhvel voc adicionar um login diferente de root, para
que voc no faa nenhuma 'besteira sem querer' ao usar o login do root, mas
quando voc quiser usar o root como usurio, utilize o comando 'su', que voc
pode ver logo acima.

Criando outro usurio com o poder de root:

Proceda assim:

- Faa os procedimentos de criar um usurio normal;
- Edite o /etc/passwd com um editor de texto comum;
- V na linha do usurio e edite para:
  (usurio):(senha criptografada):0:0:(Home):(Shell) e pronto
                                  ^ ^

Ento o usurio ter todo o poder do root por padro.

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9.  Gerenciando Device Drivers

Para consultas rpidas... pode ser til!

---
Modem:

COM1 = /dev/cua0
COM2 = /dev/cua1
COM3 = /dev/cua2
COM4 = /dev/cua3
Links simblico para a j configurada = /dev/modem

Mouse:

COM1 = ttyS0
COM2 = ttyS1
COM3 = ttyS2
COM4 = ttyS3
Links simblico para a j configurada = /dev/mouse
---

Para criar os devices, use o script /dev/MAKEDEV
Digite man MAKEDEV para mais informaes.

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10.  Recompilando seu kernel

Para recompilar seu kernel para uma verso nova que voc pegou faa o seguinte:

cd /usr/src
rm -rf linux
tar xvfz ondeeleestiver/linux-2.0.30
ln -s linux-2.0.30 linux
cd linux
make menuconfig
make dep
make clean
make zImage
cp /usr/src/linux/arch/i386/boot/zImage /boot/vmlinux
make zdisk
make zlilo
make modules 
make modules_install
lilo
init 6

Neste exemplo, usamos o linux-2.0.30 que  a atualizao para o kernel 2.0.30.
Agora se voc quer recompilar seu kernel sem a atualizao, somente para reconfigurar ele, v direto ao:

cd /usr/src/linux
make menuconfig
make dep
make clean
make zImage
cp /usr/src/linux/arch/i386/boot/zImage /boot/vmlinux
make zdisk
make zlilo
make modules 
make modules_install
lilo
init 6

E prontinho... Para informaes mais detalhadas, consulte o Kernel-HOWTO.

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11.  Permisses

ara saber se um programa  executavel ou no, execute um 'ls -l' e veja
no lado esquerdo se o arquivo tem X nos seus argumentos, como
no exemplo abaixo:

drwxr-xr-x   2 root     root         1024 Dec 23 15:22 bin
drwxr-xr-x   2 root     root         1024 Dec 31 05:48 boot
drwxr-xr-x   2 root     root         1024 Dec  6 15:51 cdrom
drwxr-xr-x   3 root     root         8192 Mar 11 10:17 dev
drwxrwxr-x   2 root     root         1024 Feb 27 13:52 dosa
dr-xr-xr-x  11 root     root         2048 Mar 11 10:19 etc
drwxr-xr-x  11 root     root         2048 Feb 23 19:08 home
drwxr-xr-x   3 root     root         1024 Feb 23 19:13 lib
drwxr-xr-x   2 root     root        12288 Nov  2 11:25 lost+found
-rwxr--r--   1 root     root           57 Mar 10 03:44 make-backup
-rw-rw-r--   1 killer   users        2342 Mar 10 03:12 teste.txt
-rw-rw-rw-   1 fernando visits      23412 Mar 09 22:22 teste2.doc

        No exemplo acima todos os arquivos tem como dono root e como 
grupo tambm root, com exceo do 'teste.txt' que o dono  'killer' e o 
grupo  'users', e tambm 'teste2.doc', no qual 'fernando'  o dono e o 
grupo 'visits' tambm  dono.
        Como voc pode ver do lado esquerdo de cada arquivo/diretrio 
existe um srie de letras r, w, x ou d! Vamos ver o que representa cada 
uma delas:

drwxrwxrwx
0111222333

        No caso acima, a primeira coluna significa (numero 0) se o nome 
listado eh um diretrio ou no, caso no seja um diretrio ele ser 
exibido da seguinte maneira:

-rwxr--r--   1 root     root           57 Mar 10 03:44 make-backup
|
\-----------> No contm a letra 'd', no  diretorio, e sim arquivo!!!

        O exemplo abaixo mostra o que seria um diretrio:

drwxr--r--   1 root     root            1 Mar 10 01:12 bin
|
\-----------> Contm a letra 'd' na primeira coluna,  um diretrio!!!

        Continuando, na segunda coluna (numeros 1 de acordo com o exemplo mais 
acima) temos as definies para o dono do arquivo, como mostra o exemplo:

-rwxr--r--   1 killer   users        1231 Mar 09 12:12 teste.txt
 |||
 ||\--------> O dono do arquivo (killer) pode executar o arquivo, x=executable!
 |\---------> O dono do arquivo (killer) pode gravar no arquivo, w=writable!
 \----------> O dono do arquivo (killer) pode ler o arquivo, r=readable!

        Seguindo, na terceira coluna (numeros 2 de acordo com o exemplo 
l em cima, hehe) temos as definies para o grupo que  dono do 
arquivo, como mostra o exemplo:

-r--rwxr--   1 fernando visits        212 Mar 01 12:42 exemplo.doc
    |||
    ||\-----> O grupo dono do arquivo (visits) pode executar o arquivo!
    |\------> O grupo dono do arquivo (visits) pode gravar no arquivo!
    \-------> O grupo dono do arquivo (visits) pode ler o arquivo!

        Finalmente, temos a quarta coluna (composto pelos numeros 3), 
essa coluna se refere as permisses para todos os outros usuarios do 
sistema, sem ser os donos e grupos-donos dos mesmos, exemplo:

-r--r--rwx   1 fernando visits       1231 Mar 03 12:42 exemplo2.doc
       |||
       ||\--> Todos os usurios (exceto fernando e usuarios do grupo visits)
       ||                        tem permisso para acessar o arquivo!
       |\---> Todos os usurios (exceto fernando e usuarios do grupo visits)
       |                         tem permisso para gravar no arquivo!
       \----> Todos os usurios (exceto fernando e usuarios do grupo visits)
                                 tem permisso para ler o arquivo!

        Quando nos referimos a diretrio invs de arquivos, o FLAG x 
(executvel) diz se o diretrio  ou no acessvel, j que no podemos 
"EXECUTAR" diretrios... Exemplo:

drwxr--r-- 1 root       root         2134 Mar 01 12:54 exemplo3
|||||  |
|||||  \----> Todos os usurios podem ler o interior do diretrio, mas no
|||||         podem usar o comando 'cd' para entrar nele, pois no existe
|||||         o FLAG 'x' para a quarta coluna!
||||\-------> Usuarios do grupo 'root' podem ler o interior do diretrio,
||||          mas tambm no podem usar 'cd' para entrar no diretrio!
|||\--------> O usurio 'root' pode usar 'cd' para entrar no diretrio!
||\---------> O usurio 'root' pode gravar arquivos nesse diretrio!
|\----------> O usurio 'root' pode ler o interior desse diretrio!
\-----------> Indica que o nome listado  um diretrio!

        O comando chmod pode ser usado para mudar os FLAGS 'rwx' dos 
arquivos e/ou diretrios, a sintaxe bsica :

chmod [ugoa]{-+}[rwx] nome_do_arquivo_ou_diretrio

        Exemplo:

chmod u+rw arquivo1.txt

        No exemplo voc mudar a permisso para o dono do arquivo (u = 
user) pode ler e gravar (rw) no 'arquivo1.txt'...
        Caso voc queira desfazer o comando, voc faria:

chmod u-rw arquivo1.txt

        Como se ve, o + ou - define se os FLAGS serao ativados ou desativados!
        Outros exemplos:

chmod a+r arquivo2.txt (Todos usurios (a=all) podem ler o 'arquivo2.txt')
chmod o+w arquivo3.txt (Outros usurios (o=others) sem ser o dono e o grupo
                        dono do arquivo, podem gravar o 'arquivo3.txt')
chmod g+x netscape     (O grupo-dono do arquivo (g=group) pode executar o
                        arquivo 'netscape')

        O comando chmod pode tambm ser usado com nmeros, em vez dos flags, 
como mostra o exemplo:

chmod 664 arquivo.txt

        O que quer dizer cada um desses nmeros? Veja abaixo:

0 = nenhuma permisso
1 = permisso para executar
2 = permisso para gravar
3 = permisso para gravar e executar
4 = permisso para ler
5 = permisso para ler e executar
6 = permisso para ler e gravar
7 = permisso para ler, gravar e executar

        No exemplo o comando informou que o 'arquivo.txt' pode ser lido e 
gravado pelo seu dono (numero 6 na primeira coluna), informou que pode 
tambm ser lido e gravado pelos usurios que compem o grupo-dono (numero 6 
na segunda coluna), e informou que pode ser lido por todos os outros 
usurios do sistema (numero 4 na ultima coluna).
        O comando chown  simples e pode ser usado da seguinte maneira:

chown usurio.grupo nome_do_arquivo_ou_diretrio

        Como exemplo, vamos definir que um arquivo 'teste4.txt' ter
como dono 'killer' e como grupo 'users':

chown killer.users teste4.txt

        Outros exemplos:

chown mrdvs.visits teste5.txt
chown jackie.jackie teste6.txt

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12.  Enxergando Particoes Win no Linux e vice-versa

Quem tem os dois sistemas(Win59+Linux) sempre quer ter os dois no seu controle,
para isso, temos que enxergar ambas parties, para ter um controle maior.

Mas como fazer isso? Temos aqui 2 mtodos para enxergar Win95 no Linux...

- Verifique em qual partio (/dev/hd??) est o Win95 (aqui: /dev/hda1)
- Escolha um diretorio para a partio ser montada (aqui: /mnt/win95)
- Digite: mount /dev/hda1 /mnt/win95

Com isso, a partio Win95 est vizualizada no diretrio /mnt/win95
Porm, isso s d acesso numa sesso, para o linux carregar logo no boot,
adicione a partio no arquivo /dev/inittab

...Agora o mtodo para vizualizar o Linux no Win95

Pelo meu conhecimento, existem 2 programinhas que fazem isso:

- Linux Read - S no permite escrever na partio
  Endereo: Disponvel como lread??.zip em Simtel.net

- ?????????? - Vizualiza parties ext2fs
  Endereo: http://www.globalxs.nl/home/p/pvs/

E  isso. Agora voc pode ter um controle sob suas parties!

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13.  Usando pacotes .RPM (RedHat) no Slackware 

Para executar esta "faanha", voc ter que adquirir um programinha chamdo "rpm2tgz.tgz"
Para peg-lo, me envie um e-mail que terei o prazer de te mandar.

O arquivo foi pego na Linux-BR atual (http://www.conectiva.com.br/listas.html) e por isso
no sei ao certo uma URL instvel. Me desculpem.

mailto:cisneiros@infonet.com.br

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14. /usr em outra partio

Dica tirada da linux-br. Mensagem por Chaval:

Abaixo segue a experincia que tive montando o /usr em outra partico:

>Como trasferir o /usr de um Linux j instalado e funcionando para uma outra
>particao?

# Trasnforma a partio para Linux Native (supondo que a nova partio  hdx)
mke2fs /dev/hdx

# Coloca a nova partio no diretrio /mnt
mount /dev/hdx /mnt

# Faz a cpia completa do /usr para o /mnt, atravs do tar, com verificao
dos arquivos, muito fcil, depois de algum tempo de barulheira no seu HD :)
(cd /usr && tar cvf - .) | (umask 0 && cd /mnt && tar xvfp -)

# Desmonta o /mnt (que ja tem os arquivos do /usr)
umount /mnt

# Backup!
mv /usr /old-usr

# Cria o novo /usr
mkdir /usr

# Coloca sua nova partio no diretorio /usr
mount /dev/hdx /usr

# Est feito, um teste simples? startx

# Edite o arquivo /etc/fstab adicionando a linha:
/dev/hdx        /usr    ext2    default         1       1

# reboot, veja se no ha erros na inicializacao, quando tiver certeza que
esta tudo certo:
rm -rf /old-usr

Com isso liberei cerca de 90% do espaco da particao inicial, o /usr ocupa
bastante coisa! Depois foi so instalar o ApplixWare que eu tanto queria :)
(grande mas muito bom por sinal)

Vale lembrar que o /usr contm muitos dos seus programas,  um diretrio
que sofre muita leitura, o /var  um diretrio que sofre muita escrita, se
estiver usando o Linux como servidor vale a pena uma particao para o /var,
limitando assim o tamanho dos logs e tendo um controle maior sobre eles...

Nunca coloque todos os ovos na mesma cesta, quando quebra, perde tudo!

Com isso tudo aproveitei para tirar o swap de 40Mb que eu tinha no mesmo
HD, transformei ele no /var, no segundo HD criei um novo swap, desta
maneira o desempenho melhora, pois o Linux consegue ler os dois HDs ao
mesmo tempo (uma barulheira danada :D)!

Ficou entao:
/dev/hda1: MS-DOS
/dev/hda5: / (350Mb)
/dev/hda6: /usr (400Mb)
/dev/hda7: /var (40Mb)
/dev/hdb5: swap (40Mb)

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15.  Mudando o relgio de seu Linux 

Para mudar o horrio do relgio de seu linux digite:

date mmddhhmm[yy]

Onde...

mm = mes
dd = dia
hh = hora
mm = minuto
yy = ano

Ento... Salve com o comando:

clock -w

Isso tudo tem que ser como root, claro.

Dica retirada da linux-br feita por Jonildo Andrade dos Santos - john@tch.com.br

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16.  Imprimindo do Linux em uma rede Windows 

1. Instalar o Samba: 

Pegue, compile e instale o Samba e digite os seguintes parmetros no arquivo $SAMBADIR/lib/smb.conf. 

workgroup = GRUPO_DE_TRABALHO_DO_WINDOWS

[global]
log file=/usr/local/samba/var/log.%m
log level=1
password level=8
dead time=180
browseable=yes
security=user
preserve case=yes
short preserve case=yes
load printers=yes
printing=bsd
printcap name=/etc/printcap
server string=%h
  
[homes]
guest ok=no
read only=no
    
[printers]
path = /diretorio/de/spool
printable = yes
writable = no
public = yes

Use o utilitrio $SAMBADIR/bin/testparm para ter certeza que voc digitou as configuraes corretamente: 

2. Arquivo /etc/printcap 

Acrescente ao /etc/printcap as seguintes linhas, observando a formatao e adaptando os diretrios ao seu sistema.
Certifique-se de que o existe o arquivo $SAMBADIR/bin/smbprint, geralmente ele fica no diretrio examples/printing da
distribuio do Samba. 

lp|smb:\
        :sd=/var/spool/lpd/hplaserii:\
        :af=/var/spool/lpd/hplaserii/acct.file:\
        :if=/usr/local/samba/bin/smbprint:\
        :lf=/var/spool/lpd/smb.log:\
        :mx#0:\
        :lp=/dev/null:sh:

Atualize o daemon de impresso (ldp) com o comando lpc start all.

3. Configurando o smbprint 

Crie um arquivo .config no diretrio de spool especificado na clusula sd do /etc/printcap, com o seguinte formato: 

server=PCSERVER
service=IMPRESSORA
password=SUA_SENHA_DO_SERVIDOR_WINDOWS

Caso a impressora no precise de senha, deixe o campo password em branco.

4. Imprimindo 

Use o programa $SAMBADIR/bin/testparm para testar se as configuraes no Samba e no printcap esto corretas.
Para imprimir, digite lpr .


Dica retirada da internet feita por Pedro Bastos - pbastos@pop-ms.rnp.br
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17.  Montando parties win95 no Linux sem aparecer os arquivos truncados 

Para montar uma partio tradicional, usamos o comando:

mount /dev/hd? /destino       (e.g. mount /dev/hd1 /dos)

Mas se a partio for win95, e os arquivos tiverem extenso maior que 8digitos.3digitos, 
esses arquivos aparecero "truncados", tipo, em vez de 
eu adoro sorvete.html
fica
euador~1.htm...

Para no acontecer isso, temos que montar a partio com parmetros vfat, 
para isso, compile seu kernel para suportar vfat e ao for montar a partio, 
utilize o comando:

mount -t vfat /dev/hd? /destino    (e.g. mount -t vfat /dev/hda /win95)
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18.  O que diabos  NIS? 

  "Network Information System" - Desenvolvido pela Sun para distribuicao
de informacoes por uma rede.  As informacoes sao, principalmente, aquelas
mantidas em tabelas ( plain text database ) tal como 'passwd', 'group',
hosts' e etc.  A finalidade e' fazer com que estas informacoes possam
estar disponibilizadas de forma centralizada, o que torna a manutencao e
consistencia mais faceis.  No inicio era conhecido como "Yellow Page" mas
por problemas de marcas e patentes com a British Telecom o nome teve que
mudar.  Por isto muitas das ferramentas do NIS ainda levam o prefixo 'yp':
ypbind, ypwhich, ypcat, ...

  Hoje existem tres ( tanto quanto eu saiba ) versoes diferentes em uso :

    NIS2 -  A versao "original", tambem conhecida como "Yellow Page"
    NYS  -  Uma revisao do NIS que suporta o NIS+ tambem(?).
    NIS+ -  Tambem conhecido como NIS3.  Altera significativamente a
            organizacao dos dados, passando a organizar os dominios de uma
           forma hierarquica.

================================================================
19.  Tutorial KDE

KDE - Tutorial de Instalao - verso 0.9
(Este tutorial ainda est na sua verso BETA, utilize-o por sua prpria
conta e risco. Os autores no se responsabilizam por qualquer resultado 
advindo do uso deste material)

Esse material foi feito de uma adaptao da versao ALPHA do material de:

Alexandre Ballve Ebert 
Departamento de Engenharia Qumica -UFBA 

 e-mail: abe@ufba.br     
         ebert@afrodite.eng.ufba.br     

E revisado e atualizado por:

Michel Martins Marinho
InterPlug Internet Provider

 e-mail: michel@itp.com.br

Modificado e Adaptado para o The Linux Manual por Hugo Cisneiros

Este tutotial tem por finalidade ajudar a todos aqueles que desejem
instalar o KDE em seus computadores.    A maior parte deste tutorial foi
escrito a partir de mensagens e dvidas coletadas a partir da lista
Linux-br.

        Este tutorial foi escrito a partir da instalao do KDE em uma mquina
utilizando a distribuio Slackware e utilizando o bash -bourne again 
shell.
        
        O usurio que deseje fazer a instalao em uma mquina com
outra   distribuio, RedHat ou Debian, por exemplo, deve observar as
caractersticas especficas de instalao destas distribuies,
bem como os comandos especficos de cada shell. isto no implica
que os usurios no possam utilizar este documento como uma base
para a instalao do KDE         

        Arquivos essenciais a instalao do KDE:

QT verso 1.31 ou superior
                   qt-1.31.tar.gz
                
Encontra-se em:

ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/Incoming
ftp://ftp.itp.com.br/linux/kde

Descompactar-se no diretorio :

cd /usr/local
tar -zxvf qt-1.31.tar.gz

Renomeie o diretorio qt-1.31 para qt:
mv qt-1.31/ qt/

Rode make ????? (depende de sua plataforma) pico INSTALL para
maiores informaes

make linux-gcc-shared
make

Crie as seguintes entradas no seu .profile 

QTDIR=/usr/local/qt
PATH=$QTDIR/bin:$PATH
MANPATH=$QTDIR/man:$MANPATH
LD_LIBRARY_PATH=$QTDIR/lib:$LD_LIBRARY_PATH
LIBRARY_PATH=$LD_LIBRARY_PATH
CPLUS_INCLUDE_PATH=$QTDIR/include:$CPLUS_INCLUDE_PATH
export QTDIR PATH MANPATH LD_LIBRARY_PATH LIBRARY_PATH
export CPLUS_INCLUDE_PATH

PS.: Para sugirem efeito, tem que dar um logout e se logar de novo

Arquivos Essenciais (obtidos em http://www.kde.org)
        site alternativo: ftp://sunsite.unc.edu
                          ftp://ftp.itp.com.br/linux/kde

_____________________________________________________   
OBS: Os arquivos devem ser instalados nesta ordem!!!!
-----------------------------------------------------

kdesupport-Beta2-1.i386.tgz
kdelibs-Beta2-1.i386.tgz
kdebase-Beta2-1.i386.tgz

Para instalar estes arquivos:
Eles devem ser descompactados na raiz /  

cd /
tar -zxvf kdesupport-Beta2-1.i386.tgz
tar -zxvf kdelibs-Beta2-1.i386.tgz
tar -zxvf kdebase-Beta2-1.i386.tgz

Arquivos complementares
(No so necessrios para o funcionamento do KDE, mas eu aconselho 
instal-los, VALE A PENA!)

kdegames-Beta2-1.i386.tgz
kdegraphics-Beta2-1.i386.tgz
kdemultimedia-Beta2-1.i386.tgz
kdenetwork-Beta2-1.i386.tgz
kdeutils-Beta2-1.i386.tgz

Para instalar esses componentes, siga o mesmo  procedimento anterior da
instalao base do KDE; v na raiz e descompacte.

(Por default estes arquivos sero instalados em /opt/kde, e portanto
utilizarei este diretrio como default para a explicao a seguir)
Uma vez instalados os arquivos necessrios, os seguintes subdiretrios so
criados dentro de /opt/kde:
        
bin/      cgi-bin/  include/  lib/      share/

Primeiro o usurio deve "avisar" onde as libraries contidas no  /lib
esto, para isto basta editar o arquivo /etc/ld.so.conf e colocar o
diretrio /opt/kde/lib l e dar o seguinte comando ldconfig -v (o -v
 para voc ver o que t acontecendo)

Aps isto  necessrio editar o arquivo .xinitrc, que se encontra no 
diretorio de cada usuario que deseja utilizar o KDE.

Deve-se colocar apenas o seguinte comando:      

startkde

(E comentar qualquer comando referente a outro Window Manager)

Para finalizar o usurio deve colocar o diretrio /opt/kde/bin no PATH do
computador no seu .profile:

KDEDIR=/opt/kde
PATH=$KDEDIR/bin:$PATH
export KDEDIR PATH      

(para que o usurio no tenha que digitar esse comando cada vez que der o
boot na mquina a melhor opo e edita o arquivo /etc/profiles para
colocar os comandos acima, isto afetar todos os usurios da mquina, ou
seja, "commands common to all logins")

Se apenas determinado usurio for utilizar o KDE, pode-se colocar estes
comandos no .profile do mesmo, que encontra-se no diretrio 
/home/nome-do-usuario)

Agora  s dar o velho e bom    

startx  

e pronto!

OBS:
Caso no funcione procure observar se todos os passos foram seguidos
corretamente, pois eu sou um usurio novo do sistema e no sei se saberei
responder a problemas especficos. (e nem tenho tempo pra isso!)
Melhorias neste documento so bem vindas, principalmente por parte dos
usurios mais avanados que conhecem o sistema de forma mais completa.
Correes devem ser enviadas para um dos e-mail citados no incio
do documento, para que eu possa providenciar a correo o mais
rapidamente possvel.

Problemas que encontrei usando o KDE
(provavelmente bugs, pois ainda esto na fase beta do programa)

Ainda no consegui colocar nenhum programa adicional, como por exemplo o
XV ou o netscape para funcionar de forma integrada com o ambiente do KDE
(s chamando atraves de uma xterm)KDE - Tutorial de Instalao - verso 0.9
(Este tutorial ainda est na sua verso BETA, utilize-o por sua prpria
conta e risco. Os autores no se responsabilizam por qualquer resultado 
advindo do uso deste material)

Esse material foi feito de uma adaptao da versao ALPHA do material de:

Alexandre Ballve Ebert 
Departamento de Engenharia Qumica -UFBA 

 e-mail: abe@ufba.br     
         ebert@afrodite.eng.ufba.br     

E revisado e atualizado por:

Michel Martins Marinho
InterPlug Internet Provider

 e-mail: michel@itp.com.br

Modificado e Adaptado para o The Linux Manual por Hugo Cisneiros

Este tutotial tem por finalidade ajudar a todos aqueles que desejem
instalar o KDE em seus computadores.    A maior parte deste tutorial foi
escrito a partir de mensagens e dvidas coletadas a partir da lista
Linux-br.

        Este tutorial foi escrito a partir da instalao do KDE em uma mquina
utilizando a distribuio Slackware e utilizando o bash -bourne again 
shell.
        
        O usurio que deseje fazer a instalao em uma mquina com
outra   distribuio, RedHat ou Debian, por exemplo, deve observar as
caractersticas especficas de instalao destas distribuies,
bem como os comandos especficos de cada shell. isto no implica
que os usurios no possam utilizar este documento como uma base
para a instalao do KDE         

        Arquivos essenciais a instalao do KDE:

QT verso 1.31 ou superior
                   qt-1.31.tar.gz
                
Encontra-se em:

ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/Incoming
ftp://ftp.itp.com.br/linux/kde

Descompactar-se no diretorio :

cd /usr/local
tar -zxvf qt-1.31.tar.gz

Renomeie o diretorio qt-1.31 para qt:
mv qt-1.31/ qt/

Rode make ????? (depende de sua plataforma) pico INSTALL para
maiores informaes

make linux-gcc-shared
make

Crie as seguintes entradas no seu .profile 

QTDIR=/usr/local/qt
PATH=$QTDIR/bin:$PATH
MANPATH=$QTDIR/man:$MANPATH
LD_LIBRARY_PATH=$QTDIR/lib:$LD_LIBRARY_PATH
LIBRARY_PATH=$LD_LIBRARY_PATH
CPLUS_INCLUDE_PATH=$QTDIR/include:$CPLUS_INCLUDE_PATH
export QTDIR PATH MANPATH LD_LIBRARY_PATH LIBRARY_PATH
export CPLUS_INCLUDE_PATH

PS.: Para sugirem efeito, tem que dar um logout e se logar de novo

Arquivos Essenciais (obtidos em http://www.kde.org)
        site alternativo: ftp://sunsite.unc.edu
                          ftp://ftp.itp.com.br/linux/kde

_____________________________________________________   
OBS: Os arquivos devem ser instalados nesta ordem!!!!
-----------------------------------------------------

kdesupport-Beta2-1.i386.tgz
kdelibs-Beta2-1.i386.tgz
kdebase-Beta2-1.i386.tgz

Para instalar estes arquivos:
Eles devem ser descompactados na raiz /  

cd /
tar -zxvf kdesupport-Beta2-1.i386.tgz
tar -zxvf kdelibs-Beta2-1.i386.tgz
tar -zxvf kdebase-Beta2-1.i386.tgz

Arquivos complementares
(No so necessrios para o funcionamento do KDE, mas eu aconselho 
instal-los, VALE A PENA!)

kdegames-Beta2-1.i386.tgz
kdegraphics-Beta2-1.i386.tgz
kdemultimedia-Beta2-1.i386.tgz
kdenetwork-Beta2-1.i386.tgz
kdeutils-Beta2-1.i386.tgz

Para instalar esses componentes, siga o mesmo  procedimento anterior da
instalao base do KDE; v na raiz e descompacte.

(Por default estes arquivos sero instalados em /opt/kde, e portanto
utilizarei este diretrio como default para a explicao a seguir)
Uma vez instalados os arquivos necessrios, os seguintes subdiretrios so
criados dentro de /opt/kde:
        
bin/      cgi-bin/  include/  lib/      share/

Primeiro o usurio deve "avisar" onde as libraries contidas no  /lib
esto, para isto basta editar o arquivo /etc/ld.so.conf e colocar o
diretrio /opt/kde/lib l e dar o seguinte comando ldconfig -v (o -v
 para voc ver o que t acontecendo)

Aps isto  necessrio editar o arquivo .xinitrc, que se encontra no 
diretorio de cada usuario que deseja utilizar o KDE.

Deve-se colocar apenas o seguinte comando:      

startkde

(E comentar qualquer comando referente a outro Window Manager)

Para finalizar o usurio deve colocar o diretrio /opt/kde/bin no PATH do
computador no seu .profile:

KDEDIR=/opt/kde
PATH=$KDEDIR/bin:$PATH
export KDEDIR PATH      

(para que o usurio no tenha que digitar esse comando cada vez que der o
boot na mquina a melhor opo e edita o arquivo /etc/profiles para
colocar os comandos acima, isto afetar todos os usurios da mquina, ou
seja, "commands common to all logins")

Se apenas determinado usurio for utilizar o KDE, pode-se colocar estes
comandos no .profile do mesmo, que encontra-se no diretrio 
/home/nome-do-usuario)

Agora  s dar o velho e bom    

startx  

e pronto!

OBS:
Caso no funcione procure observar se todos os passos foram seguidos
corretamente, pois eu sou um usurio novo do sistema e no sei se saberei
responder a problemas especficos. (e nem tenho tempo pra isso!)
Melhorias neste documento so bem vindas, principalmente por parte dos
usurios mais avanados que conhecem o sistema de forma mais completa.
Correes devem ser enviadas para um dos e-mail citados no incio
do documento, para que eu possa providenciar a correo o mais
rapidamente possvel.

Problemas que encontrei usando o KDE
(provavelmente bugs, pois ainda esto na fase beta do programa)

Ainda no consegui colocar nenhum programa adicional, como por exemplo o
XV ou o netscape para funcionar de forma integrada com o ambiente do KDE
(s chamando atraves de uma xterm)

================================================================
20.  Mudando o Editor de Texto padro

Edite o arquivo /etc/profile e coloque as seguintes linhas:

export EDITOR=pico
export VISUAL=pico

================================================================
21.  Rodando Windows 95 no Linux

Se voc for maluco o suficiente tente isso...

Para rodar o ruindows 95 no linux faa o seguinte:
1. Baixe o bochs-971017c do site http://world.std.com/~bochs
2. Crie um arquivo chamado conf, com as seguintes linhas:

---------------------[comeo de conf]-----------------------------
#!/bin/bash
export CFLAGS="-Wall -O3 -m486 -fomit-frame-pointer -pipe"
./configure --enable-80386 --enable-debugger --enable-memory=32 \
--enable-v8086-mode --enable-paging --enable-vga \
--enable-bochs-bios-hooks --enable-dma-floppy-io \
--enable-processor-ips=400000 --enable-tlb
---------------------[fim de conf]-----------------------------

3. chmod 700 conf
4. conf
5. make
6. Leia o arquivo Windows95.html no docs-html
7. Crie uma imagem de 112M como explicado no doc
8. Instale o windows 95
9. Crie um arquivo .bochsrc no raiz do usuario, com as seguintes linhas:

---------------------[comeo de .bochsrc]-----------------------------
diskc: file=/usr/local/bochs/112M, cyl=900, heads=15, spt=17
floppya: file=/dev/fd0
floppya: file=/dev/fd1
boot: c
romimage: /usr/local/bochs/bios/BIOS-bochs-971017a
megs: 32
vgaromimage: /usr/local/bochs/bios/VGABIOS-elpin-2.00A
log: /var/log/bochs
hga_update_interval: 150000
keyboard_serial_delay: 200
---------------------[fim de .bochsrc]-----------------------------

14. rode o bochs dando boot na imagem

================================================================
22.  Instalando um CD-ROM

A instalao do CD-ROM  baseado em 4 captulos:

1. Instalando o HARDWARE
2. Configurando e reconstruindo o Kernel do Linux
3. Criando arquivos device e configurando parmetros de boot
4. Bootando o Kernel do Linux

________________________________________________________

1. Instalando o HARDWARE


A Instalao sempre varia... Por isso, no vou detalhar como instalar o
hardware, claro, porque isso seria ridculo. Para que servem os manuais
de instalao? :)

No tem nenhuma configurao de instalao especial para rodar o 
CD-ROM no Linux. Para uma operao correta, sete os jumpers 
no drive ou interface card.

Alguns drivers do kernel para isso, existe um README que inclui essas
informaes... pode procurar. Para um IDE, veja um README.ide

________________________________________________________

2. Configurando e reconstruindo o Kernel do Linux


Para fazer isto, voc precisar de um disco de boot com o driver 
especfico para seu CD-ROM. Veja esta lista:

                  Proprietary CD-ROM Drives

  Vendedor        Modelo          Kernel Driver   Notas
  --------        ------          -------------   ------
  Panasonic       CR-521          sbpcd           Nota 1
  Panasonic       CR-522          sbpcd           Nota 1
  Panasonic       CR-523          sbpcd           Nota 1
  Panasonic       CR-562          sbpcd           Nota 1
  Panasonic       CR-563          sbpcd           Nota 1
  Creative Labs   CD-200          sbpcd
  IBM             External ISA    sbpcd           Nota 2
  Longshine       LCS-7260        sbpcd
  Teac            CD-55A          sbpcd
  Sony            CDU-31A         cdu31a
  Sony            CDU-33A         cdu31a
  Sony            CDU-535         sonycd535       Nota 3
  Sony            CDU-531         sonycd535
  Aztech          CDA268-01A      aztcd
  Orchid          CDS-3110        aztcd
  Okano/Wearnes   CDD110          aztcd
  Conrad          TXC             aztcd
  GoldStar        R420            gscd            Nota 4
  Philips/LMS     CM206           cm206           Nota 5
  Mitsumi         CRMC LU005S     mcd/mcdx        Nota 6, 7
  Mitsumi         FX001           mcd/mcdx        Nota 6, 7
  Optics Storage  Dolphin 8000AT  optcd
  Sanyo           H94A            sjcd
  various         various         isp16           Nota 8

Notas:

1. Esses driver s vezes so vendidos com nomes Creative Labs,
Panasonic, Matsushita, ou Kotobuki.

2. Este driver  o mesmo que O Panasonic CR-562.

3. s vezes  vendido com o nome Procomm

4. s vezes  vendido como parte do Reveal Multimedia Kit.

5. O Philips CM205 no  suportado por esse driver, mas existe
um driver separado para isso disponvel.

6. s vezes  vendido com o nome Radio Shack.

7. Existem dois drivers disponveis. "mcd"  o original, e "mcdx"
 um novo driver experimental com mais recursos.

8. Esse driver trabalha com drivers de CD-ROM que vem
com interfaces em placas de som ISP16, MAD16 ou Mozart.


Se voc no obtiver sucesso com esses drivers, tente essas alternativas:

1. Instalar remotamente

2. D boot no DOS e instale os arquivos do Linux no Disco Rgido.

3. D boot no DOS, e crie discos flexveis com o Linux para instalar-lo.

4. Ache alguem que possa construir pra voc um disco de boot com o
driver de CD-ROM que voc precisa.

Mais informaes sobre a instalao em outra seo: Instalando o Linux.


Quando o Linux j estiver instalado, alguns usurio necessitam recompilar o kernel
para que possa...

- Ter seu Linux suportando CD-ROM ou outro tipo de Hardware
- Para atualizar a verso do kernel do Linux
- Para diminuir a memria usada minimizando o tamanho do Kernel.

Mais detalhes sobre como recompilar o kernel em outra seo: Recompilando seu kernel.


Quando voc for recompilar seu kernel, no passo "make config" (sem aspas), 
faa o seguinte...

... Se voc tiver um ATAPI CD-ROM: Coloque yes para as questes:

Enhanced IDE/MFM/RLL disk/cdrom/tape support (CONFIG_BLK_DEV_IDE) [Y/n/?]
   Include IDE/ATAPI CDROM support (CONFIG_BLK_DEV_IDECD) [Y/n/?]


... Se voc tiver um SCSI CD-ROM: Coloque yes para as questes:

SCSI support (CONFIG_SCSI) [Y/n/m/?]
SCSI CDROM support (CONFIG_BLK_DEV_SR) [Y/n/m/?]



Virtualmente, todos os CD-ROMs usam sistema de arquivos ISO-9660, ento
voc ter que ativar a questo:

ISO9660 cdrom filesystem support (CONFIG_ISO9660_FS) [Y/n/m/?]

Depois de recompilado seu kernel, no boote seu sistema antes que eu diga.
Voc ainda tem que acertar o boot e os parmetros do mesmo.
Todos os drivers de CD-ROM e arquivos de sistema ISO-9660 podem ser
carregados como mdulos. Veja o Kernel-HOWTO.
Esse Kernel-HOWTO tambm pode ajudar caso voc queira obter um driver
que no esteja no kernel.

________________________________________________________

3. Criando arquivos device e configurando parmetros de boot

 
O Kernel usa um arquivo device para identificar o driver.
Se voc est usando uma distribuio avanada (geralmente vem em CDs de
instalao do Linux), porvavelmente voc j configurou este device em alguma
parte da instalao. No Slackware, ele d um menu pra voc escolher o device.

Esses sistemas tm um script chamado /dev/MAKEDEV , que cria os devices 
necessrios. Antes de ler esta seo, verifique esses mtodos. Voc pode editar
o /dev/MAKEDEV com um editor de texto comum e ver o script. Qualquer dvida:

man MAKEDEV

Depois de criado o device do driver, crie um link simblico para esse driver.
Por exemplo, vamos usar o drive "sbpcd" como exemplo:

ln -s /dev/sbpcd /dev/cdrom

Se voc quiser tocar CDs de audio, voc precisar proteger o device REAL, e no
o do link simblico:

chmod 666 /dev/sbpcd

ls -l /dev/sbpcd
brw-rw-rw-   1 root     disk      25,   0 Jul 18  1994 /dev/sbpcd


Alguns drivers no so reconhecidos facilmente pelo sistema, ento vamos usar
um parmetro do arquivo de configurao do LILO (/etc/lilo.conf):

append = "sbpcd=0x230,SoundBlaster"

Mais informaes na documentao do LILO.



Agora vou mostrar cada device para quem no criou com scripts do setup ou
/dev/MAKEDEV (veja mais acima).

1. Drive Sbpcd

Autor principal: Eberhard Moenkeberg (emoenke@gwdg.de)
Suporte Multi-seo: sim (mas no em todos os drivers)
Suporte de Driver Mltiplo: sim
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: sim (CR-562, CR-563, CD-200 only)
Auto-probing: sim
Arquivo Device: /dev/sbpcd, major 25
Arquivo de Configurao: sbpcd.h
Opo da Configurao do Kernel: Matsushita/Panasonic CDROM support?
Arquivo README: README.sbpcd
Como criar: mknod /dev/sbpcd b 25 0


Sonycdu535 Driver

Autor principal: Ken Pizzini (ken@halcyon.com)
Suporte Multi-seo: no
Suporte de Driver Mltiplo: no
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: no
Auto-probing: no
Arquivo Device: /dev/sonycd535, major 24
Arquivo de Configurao: sonycd535.h
Opo da Configurao do Kernel: Sony CDU535 CDROM support?
Arquivo README: README.sonycd535
Como criar: mknod /dev/sonycd535 b 24 0


Cdu31a Driver

Autor principal: Corey Minyard (minyard@-rch.cirr.com
Suporte Multi-seo: sim
Suporte de Driver Mltiplo: no
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: sim
Auto-probing: no
Arquivo Device: /dev/cdu31a, major 15
Arquivo de Configurao: cdu31a.h
Opo da Configurao do Kernel: Sony CDU31A/CDU33A CDROM support?
Arquivo README: README.cdu31a
Como criar: mknod /dev/cdu31a b 15 0


Aztcd Driver

Autor principal: Werner Zimmermann (zimmerma@rz.fht-esslingen.de)
Suporte Multi-seo: sim
Suporte de Driver Mltiplo: no
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: no
Auto-probing: no
Arquivo Device: /dev/aztcd0, major 29
Arquivo de Configurao: aztcd.h
Opo da Configurao do Kernel: Aztech/Orchid/Okano/Wearnes (non IDE) CDROM support?
Arquivo README: README.aztcd
Como criar: mknod /dev/aztcd0 b 29 0

Gscd Driver

Autor principal: Oliver Raupach (raupach@nwfs1.rz.fh-hannover.de)
Suporte Multi-seo: no
Suporte de Driver Mltiplo: no
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: no
Auto-probing: no
Arquivo Device: /dev/gscd0, major 16
Arquivo de Configurao: gscd.h
Opo da Configurao do Kernel: Goldstar R420 CDROM support?
Arquivo README: README.gscd
Como criar: mknod /dev/gscd0 b 16 0


Mcd Driver

Autor principal: Martin  (martin@bdsi.com)
Suporte Multi-seo: no
Suporte de Driver Mltiplo: no
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: no
Auto-probing: no
Arquivo Device: /dev/mcd, major 23
Arquivo de Configurao: mcd.h
Opo da Configurao do Kernel: Standard Mitsumi CDROM support?
Arquivo README: README.mcd
Como criar: mknod /dev/mcd b 23 0


Mcdx Driver

Autor principal: Heiko Schlittermann
Suporte Multi-seo: sim
Suporte de Driver Mltiplo: sim
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: no
Auto-probing: no
Arquivo Device: /dev/mcdx0, major 20
Arquivo de Configurao: mcdc.h
Opo da Configurao do Kernel: Experimental Mitsumi support?
Arquivo README: README.mcdx
Como criar: mknod /dev/mcdx0 b 20 0


Cm206 Driver

Autor principal: David A. van Leeuwen (david@tm.tno.)
Suporte Multi-seo: sim
Suporte de Driver Mltiplo: no
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: no
Auto-probing: sim
Arquivo Device: /dev/cm206cd, major 32
Arquivo de Configurao: cm206.h
Opo da Configurao do Kernel: Philips/LMS CM206 CDROM support?
Arquivo README: README.cm206
Como criar: mknod /dev/cm206cd b 32 0


Optcd Driver

Autor principal: Leo Spiekman (spiekman@dutette.et.tudelft.nl)
Suporte Multi-seo: no
Suporte de Driver Mltiplo: no
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: no
Auto-probing: no
Arquivo Device: /dev/optcd0, major 17
Arquivo de Configurao: optcd.h
Opo da Configurao do Kernel: Experimental Optics Storage ... CDROM support?
Arquivo README: README.optcd
Como criar: mknod /dev/optcd0 b 17 0


Sjcd Driver

Autor principal: Vadim V. Model (vadim@rbrf.msk.su)
Suporte Multi-seo: no
Suporte de Driver Mltiplo: no
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: no
Auto-probing: no
Arquivo Device: /dev/sjcd, major 18
Arquivo de Configurao: sjcd.h
Opo da Configurao do Kernel: Experimental Sanyo H94A CDROM support?
Arquivo README: README.sjcd  
Como criar: mknod /dev/sjcd b 18 0


SCSI Driver

Autor principal: David Giller
Suporte Multi-seo: sim
Suporte de Driver Mltiplo: sim
Suporte de Mdulo: sim
Suporte de Ler frames de audio: sim
Auto-probing: sim
Arquivo Device: /dev/scd0, major 11
Arquivo de Configurao: cdrom.h
Opo da Configurao do Kernel: SCSI CDROM support?
Arquivo README: none
Como criar:  Opcional, veja exemplo:
mknod /dev/scd0 b 11 0
mknod /dev/scd1 b 11 1


IDECD Driver

Autor principal: Scott Snyder (snyder@0.fnal.gov)
Suporte Multi-seo: no
Suporte de Driver Mltiplo: sim
Suporte de Mdulo: no
Suporte de Ler frames de audio: sim
Auto-probing: sim
Arquivo Device: /dev/hd{b,c},  major 22
Arquivo de Configurao: cdrom.h
Opo da Configurao do Kernel: Include support for IDE/ATAPI CDROMs?
Arquivo README: README.ide
Como criar: ???


Depois de configurado o Arquivo Device, vamos agora bootar com o novo kernel.
O kernel verificar onde est o CD-ROM, exemplo (sbpcd):

       SBPCD: Trying to detect a SoundBlaster CD-ROM drive at 0x230.
       SBPCD: - Drive 0: CR-562-x (0.76)
       SBPCD: 1 SoundBlaster CD-ROM drive(s) at 0x0230.
       SBPCD: init done.


Se a mensagem for muito rpida, d um dmesg ou tail /var/adm/messages.
Se o driver no for achado, verifique os procedimentos novamente.

Agora vamos montar o CD-ROM. Se o seu CD for somente de audio, no  preciso
montar o drive, se for de dados, vamos usar o comando mount com o exemplo do driver
sbpcd. Veja abaixo:

mount -t iso9660 -r /dev/cdrom /cdrom

O CD-ROM vai ser montado no diretrio /cdrom.
Voc pode montar seu CD automaticamente no boot atravs do arquivo /etc/fstab. Veja
como no manual do fstab (man fstab).

Agora para desmontar o CD-ROM, utilize:

umount /cdrom

Encerra-se aqui essas instrues sobre CD-ROM. Espero que tenha gostado.

Obs: Estas instrues foram TOTALMENTE tiradas do CDROM-HOWTO, dvidas no sero tiradas
por mim, mas por sim o dono do HOWTO: Jeff Tranter, jeff_tranter@mitel.com


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23.  Tudo sobre Linux para quem est migrando do DOS

Ser que Linux  bom para voc?

O Linux  um bom sistema, voc est migrando pra ele do DOS? Bom, mas ser
que voc gostar dele como seu sistema? Alguns provedores adoram o Linux
por ser um sistema operacional timo para a Internet/Intranet. Mas e se voc usa
o Linux num computador caseiro?

Realmente, o Linux (Para quem est migrando do DOS/Windows)  um sistema
operacional "difcil". Mas para quem quer se aventurar REALMENTE
nesse mundo, o Linux  uma boa para voc. Se voc for um cara que s quer coisinha
na boquinha, recomendo no usar o linux, pois voc no usar o sistema realmente.

Se voc pretende ou j usa Linux, mesmo que seja a pouco tempo, prepare-se para
se tornar um Hacker, no um hacker mal, que enche o saco dos Administradores de
Sistemas, mas sim, um hacker que possui conhecimento.



Instalei o Linux

Voc acaba de instalar o Linux, com os pacotes que quis, programas legais, coisas
interessantes, criou um usurio pra voc (se no, crie agora!),
se logou como esse usurio, deu o password e agora esta no prompt olhando para 
a tela neste exato momento, se perguntando: "O que fao agora?"

Calma, vamos agora fazer um "teste", vamos fazer tarefas que voc faria
no DOS, vamos comparar os dois sistemas, vamos comear vendo o bsico de tudo.

Lembre-se que est seo  um apanhamento geral do resto do manual.
Voc pode encontrar coisas aqui que no encontrara em outras sees.
Aqui voc vai encontrar o bsico de tudo, se quiser mais detalhes, veja tambm
as outras sees deste manual. Com certeza voc sair com muito conhecimento.

Vamos agora aprender coisas simples:

- Como sair do Linux. Se voc estiver no modo texto (terminal),  s digitar
  CTRL+ALT+DEL, se voc estiver no X-Window, voc ter primeiro que digitar
  CTRL+ALT+BACKSPACE, depois voc digita CTRL+ALT+DEL. Nunca d Reset
  na "tora", pois isso pode danificar seu sistema de arquivos, e algumas coisas
  voc fez no vo ser salvas.

- O Linux tem uma coisa que o DOS no tem, permisses, acessos. Voc est logado
  como um usurio normal, e de repente quer executar algum programa ou editar algum
  arquivo mas quando tenta, d "Permisson Denied". Quer dizer o que voc est tentando
  no  possvel fazer por voc como esse usurio. O usurio que pode fazer tudo, eu
  disse TUDO no sistema,  o root, ou seja, o administrador do sistema.

- Voc agora est no prompt. Se o prompt terminar em $ voc estar como usurio
  normal, e quando estiver terminando em #, voc est como root. Voc agora quer obter
  ajuda, tente o bom e velho:

$ help

Este comando lhe d ajuda sobre o bash (uma shell), se voc quiser ajuda sobre um
determinado comando, tente os manuais online:

$ man comando

Isso invoca o manual do comando. Voc pode tentar tambm:

$ apropos comando
$ whatis comando

e pressione 'q' para sair.

- Quando voc v a sintaxe do comando, voc ter que saber que:

Na sintaxe do comando: $ tar -tf < file.tar > [> redir_file]
o < ... > significa uma coisa essencial ao comando
o ( ... ) significa uma coisa opcional

No exemplo acima, "file.tar" tem que ser identificado, e "> redir_file"  opcional.

Comparando os comandos

Veja a tabela a seguir:

DOS                     Linux                   Notas
---------------------------------------------------------------------------------

BACKUP                  tar -Mcvf device dir/   completamente diferente
CD dirname\             cd dirname/             quase a mesma sintaxe
COPY file1 file2        cp file1 file2          igual
DEL file                rm file                 igual
DELTREE dirname         rm -R dirname/          igual
DIR                     ls                      no  exatamente a mesma sintaxe
EDIT file               vi file                 eu acho que voc no vai gostar
                        emacs file              este  melhor
                        jstar file              este  tipo o edit do DOS
FORMAT                  fdformat,
                        mount, umount           sintaxe um pouco diferente
HELP command            man command             a mesma filosofia
MD dirname              mkdir dirname/          quase a mesma sintaxe
MOVE file1 file2        mv file1 file2          igual
NUL                     /dev/null               igual
PRINT file              lpr file                igual
PRN                     /dev/lp0,
                        /dev/lp1                igual
RD dirname              rmdir dirname/          quase a mesma sintaxe
REN file1 file2         mv file1 file2          no  pra arquivos mltiplos
RESTORE                 tar -Mxpvf device       sintaxe diferente
TYPE file               less file               MUITO melhor
WIN                     startx                  poles apart!
---------------------------------------------------------------------------------

Arquivos

A estrutura de arquivos do Linux  similar ao do DOS, so estocados
em diretrios, alguns executveis outros no...

Aqui vai alguns conceitos bsicos:

- No DOS, os arquivos so de forma 8.3, ou seja, no podem passar de
  8digitos.3digitos. Um exemplo: NOTENOUG.TXT. No Linux, se voc
  instalou o Linux usando uma partio ext2 ou umsdos, voc pode fazer
  melhor, pode colocar nomes de arquivos longos (no mximo 255 caracteres).,
  um exemplo de arquivo que  o Linux pode fazer e o DOS no pode:
  Este_eh.um.arquivo.MUITO_grande

- No DOS, os caracteres MAISCULOS e minsculos so tratados da mesma
  forma. No Linux, eles so completamente diferentes, exemplo: ARQUIVO.tar.gz
  e arquivo.tar.gz so dois arquivos diferentes, ls  um comando e LS  um erro.

- No Linux no existe extenses .EXE, .COM especial para programas como o DOS,
  Os programas executveis no Linux so marcados com um asterisco no final do
  arquivo. Por exemplo:

$ ls -F
letter_to_Joe  cindy.jpg  cjpg*  I_am_a_dir/  my_1st_script*  old~

- Os arquivos cjpg* e my_1st_script* so executveis. No DOS, arquivos
  de backup terminam com extenso .BAK, no linux, eles terminam com
  um ~ (tio). No Linux, os arquivos que comeam com um ponto so considerados
  ocultos. Por exemplo: o arquivo .eu.sou.um.arquivo.oculto no  mostrado com
  um comando ls normal; 

Links Simblicos

No Unix, existe um tipo de arquivo que no existe no DOS: O link simblico.
Ele pode funcionar como um redirecionador para um arquivo ou um diretrio,
e pode ser usado em arquivos ou diretrios tambm;  similar com os atalhos
do rWindows95. Exemplo de links simblicos: /usr/X11, que redireciona para
/usr/X11R6; /dev/modem, que redireciona para /dev/cua0 ou /dev/cua1

Para criar um link simblico:

$ ln -s < file_or_dir > < linkname >

Exemplo:

$ ln -s /usr/doc/g77/DOC g77manual.txt

Agora voc pode referir para g77manual.txt ao invs de /usr/doc/g77/DOC.

Permisses

Todas as informaes sobre Permisses que voc precisa voc encontra na
seo 2.11.  Permisses.

Traduzindo comandos do DOS para o Linux

Na esquerda, os comandos do DOS; na direita, os comandos do Linux:

COPY:           cp
DEL:            rm
MOVE:           mv
REN:            mv
TYPE:           more, less, cat

Operadores de Redireo e Direo: < > >> |
Wildcards: * ?
nul: /dev/null
prn, lpt1:   /dev/lp0 or /dev/lp1; lpr

  - EXAMPLES -

DOS                                     Linux
---------------------------------------------------------------------

C:\HUGO>copy joe.txt joe.doc           $ cp joe.txt joe.doc
C:\HUGO>copy *.* total                 $ cat * > total
C:\HUGO>copy fractals.doc prn          $ lpr fractals.doc
C:\HUGO>del temp                       $ rm temp
C:\HUGO>del *.bak                      $ rm *~
C:\HUGO>move paper.txt tmp\            $ mv paper.txt tmp/
C:\HUGO>ren paper.txt paper.asc        $ mv paper.txt paper.asc
C:\HUGO>print letter.txt               $ lpr letter.txt
C:\HUGO>type letter.txt                $ more letter.txt
C:\HUGO>type letter.txt                $ less letter.txt
C:\HUGO>type letter.txt > nul          $ cat letter.txt > /dev/null
       n/a                             $ more *.txt *.asc
       n/a                             $ cat section*.txt | less

Notas:

- *  melhor no Linux: * mostra todos os arquivos exceto os ocultos
  .* mostra todos os arquivos ocultos; *.* mostra somente os que tiverem
  um "." (sem aspas) no meio, seguido de caracteres; p*r mostra tudo
  que comear com p e terminar com r; *c* mostra todos os arquivos que
  tiverem um c no meio.

- Quando usado more, pressione SPACE para ler o arquivo, q ou CTRL-C
  para sair, less  melhor e deixa que voc use as setas do teclado.

-  No h UNDELETE, ento pense duas vezes antes de apagar alguma
  coisa;

- Adicionando aos < > >> do DOS, o Linux tem 2> para redirecionar
  mensagens de erro (stderr); 2>&1 redireciona srderr para stdout, enquanto
  1>&2 redireciona stdout para stderr;

- O Linux tem mais um wildcardL o []. Use [abc]* mostra arquivos comeando
  com a, b, c; *[I-N,1,2,3] mostra arquivos terminando com I,J,K,L,M,N,1,2,3;

- No existe um DOS RENAME; para isso se utiliza mv *.xxx *.yyy;

- Use cp -i e mv -i para ser avisado quando um arquivo est para ser
  sobrescrito.

Multi-tarefa

O Linux  um sistema multi-tarefa, por isso, ele pode ser acessado por vrios
consoles ao mesmo tempo, assim como pode ser rodado vrios programas
ao mesmo tempo. Para mudar o console do 1 a 6, utilize:

ALT+N                       (Onde N  o nmero do console)

Exemplo:

ALT+1, ALT+2, ALT+3, ALT+4, ALT+5, ALT+6

Agora voc pode ir para o prximo console e o antecedente com:

ALT+RIGHT                   (Vai pra 1 console A FRENTE)
ALT+LEFT                    (Vai pra 1 console ATRS)

Se voc quiser ir para outra sesso em sair do console, utilize o comando su:

su < usurio >

Exemplo:

su root

Para sair da sesso:

$ exit

Cada programa executado, seja pelo boot ou a manualmente mesmo, fica 
identificado com um PID. Para vizualizar estes PIDs, use o comando:

$ ps -a

E para terminar esses processos (fechar o programa), use:

$ kill < PID >

Quando algo  suspendido, ou seja, deixado temporariamente (A Maioria dos
programas so suspendidos com CTRL+Z). Depois de suspendido, voc
pode retornar a eles atravs do comando:

fg < job >

Onda job  o programa que voc quer retornar.
Para saber quais programas esto suspendidos, tente o comando:

jobs

Para killar, ou seja, terminar algum programa suspendido:

kill < %job >

Diretrios


A estrutura de diretrios do Linux  similar ao do DOS, mas existem algumas
diferenas entre o do DOS e o do Linux. Agora vou mostrar um exemplo de 
diferena:

DOS:       C:\DOCS\LINUX\LINUXMAN.TEX
Linux:      /home/hugo/docs/linuxmanual.tex

Permisses de diretrios

Todas as informaes sobre Permisses que voc precisa voc encontra na
seo 2.11.  Permisses.

Traduzindo comandos do DOS para o Linux (Parte 2)

DIR:            ls, find, du
CD:             cd, pwd
MD:             mkdir
RD:             rmdir
DELTREE:        rm -R
MOVE:           mv

- EXAMPLES -

DOS                                     Linux
---------------------------------------------------------------------

C:\GUIDO>dir                            $ ls
C:\GUIDO>dir file.txt                   $ ls file.txt
C:\GUIDO>dir *.h *.c                    $ ls *.h *.c
C:\GUIDO>dir/p                          $ ls | more
C:\GUIDO>dir/a                          $ ls -l
C:\GUIDO>dir *.tmp /s                   $ find / -name "*.tmp"
C:\GUIDO>cd                             $ pwd
        n/a - veja nota                 $ cd
        igual                           $ cd ~
        igual                           $ cd ~/temp
C:\GUIDO>cd \other                      $ cd /other
C:\GUIDO>cd ..\temp\trash               $ cd ../temp/trash
C:\GUIDO>md newprogs                    $ mkdir newprogs
C:\GUIDO>move prog ..                   $ mv prog ..
C:\GUIDO>md \progs\turbo                $ mkdir /progs/turbo
C:\GUIDO>deltree temp\trash             $ rm -R temp/trash
C:\GUIDO>rd newprogs                    $ rmdir newprogs
C:\GUIDO>rd \progs\turbo                $ rmdir /progs/turbo

Notas:

1. Quando usando rmdir, o diretrio para remover tem que estar vazio.
   Para deletar o diretrio com o que contm dentro, use rm -R (em seu risco)

2. O caractere '~'  um atalho para o nome do seu diretrio home.
   Os comandos cd ou cd ~ fazem voc ir para seu home de onde voc
   estiver. o comando cd ~/tmp leva voc para /home/voce/tmp.

3. cd - um undo para o ltimo cd.

At agora terminamos por aqui.
Na prxima atualizao iremos falar mais uma bolada de coisas... 

Fique Ligado!

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24.  Instalao PASSO-A-PASSO do ICQ Java

Download:
#########

Para instalar o ICQ voc vai precisar de trs conjuntos de arquivos:

1- o ICQ propriamente dito, disponvel no site da Mirabilis
     www.mirabilis.com/download/step-by-step-java.html
  O arquivo  o ICQJava_Preview_095.tar.gz (Ultima verso dosponvel)

2- Para rodar o ICQ voc vai precisar ter no seu micro o Java Development
Kit instalado e rodando, em versao superior  1.0.1. Se voc no tem, o JDK
para Linux est disponvel em:
     www.blackdown.org/java-linux/mirrors.cgi
ou em
     ftp.unicamp.br/pub/languages/java/linux
A verso mais nova disponvel  a 1.1.3 e o arquivo 
     linux-jdk.1.1.3-v2.tar.gz

3-Alm disso e necessrio um patch para o Linux, encontrado em
     ftp.blackdown.org/pub/Linux/JDK/1.1.3/update
O arquivo : libjava-1.1.3v2-1.tar.gz

Puxe os arquivos ... pegue um caf, dois cafs .. trs cafs (so mais de
dez megas de download)

Instalao
###########

1. Comee instalando o JDK - escolha o diretrio, etc .. etc ... coloquei
no /usr/src , unzipe e destarre o arquivo linux-jdk.1.1.3-v2.tar.gz 

V para o diretrio jdk1.1.3 criado logo abaixo dele, de uma olhada no
README, e no README.Linux 
Altere o seu PATH para adicionar a ele o diretrio onde esta o java:
Para mim: /usr/src/jkd1.1.3
Ateno: o interpretador java vai ser chamado toda vez que rodar o ICQ,
portanto, esse PATH tem de estar disponvel para todos os usurios que
forem utilizar o ICQ 

2. Instale o PATCH para o java, simplesmente destareando o arquivo  
  libjava-1.1.3v2-1.tar.gz no mesmo diretrio onde voc colocou o java 
Para mim: /usr/src .. ele vai adicionar duas bibliotecas no jdk1.1.3


3. Instale o ICQ, destarreando o arquivo ICQJava_Preview_095.tar.gz onde voc
escolheu.Coloquei no /usr/src tambm. Aps destarreado, ele ir ter criado
um diretrio ICQJava 
Para mim o path completo : /usr/src/ICQJava
Leia o INSTALL.TXT ....

edite o arquivo install 
altere os valores de JAVA_HOME para o diretrio onde foi instalado o JDK
    (JAVA_HOME=/usr/src/jdk1.1.3)
altere os valores de ICQ_HOME para o diretrio onde foi instalado o ICQ
    (ICQ_HOME=/usr/src/ICQJava) 

digite ./install 

Edite o arquivo ICQ, criado no diretrio ICQJava e inclua a opo 
-debug depois do java .. o meu ficou assim:

#!/bin/sh
/usr/src/jdk1.1.3/bin/java -classpath -debug ===> Na mesma linha ==>
/usr/src/ICQJava/ICQ.jar:/usr/src/ICQJava$

Boa sorte !!!

Mais uma dica .. apos a instalacao, verifique se o diretorio
ICQJava/Uin tem permisses de escrita para os usurios que iro usar o
ICQ, seno as configuraes no sero gravadas.

No consegui rodar o ICQ fora do X86 .. s consigo rodar ele abrindo um
Xterm e chamando l de dentro .. mas est funcionando legal .

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25.  Aumentar Partio Linux

        Tem uma alternativa bem prtica:

1. Se voc tem espao sobrando na partio rW95, crie um diretrio , p. ex. /linux;
2. Monte a partio rW95 no linux em um diretrio, p. ex.
   /w95, no esquea de usar o modulo vfat ; mount -t vfat /dev/hda1 /w95
3. Crie arquivos do tamanho que voc precisar:
   -> dd if=/dev/zero of=/w95/linux/loop_file_name bs=1024k 
   count=NNNN
4. Monte os arquivos com LOOP devices
   -> mount -o loop -t ext2  /w95/linux/loop_file_name 
   /fs_loop_name
5. Formate o fs como ext2 
   -> mke2fs -v /fs_loop_name

6. Use normalmente... (pode guardar em lugar protegido de 
luz, a temperatura ambiente, evitar que as crianas 
mexam... etc)

        Depois basta criar um rc.loops em /etc/rc.d com  os 
mounts,   passo 2 e passo 4....

================================================================
26.  Mandar vrios e-mails de uma vez sem mostrar cc (SPAM)

1. Crie um arquivo em seu diretrio, tipo:

mkdir /home/login/lista/manual

2. Coloque nele um email por linha:

user@dom1
usr2@dom2
...

3. Acrescente em seu /etc/aliases

manual-l: :include:/home/login/manual

4. Execute "newaliases"

5. Mande email para "manual-l@maquina.com.br" que vai para todos
    os usurios, cortesia do sendmail...

Se quiser automatizar a lista, use o majordomo:

     ftp://ftp.greatecircle.com/pub/majordomo

================================================================
27.  Criando s uma conta de E-MAIL, sem shell.

Crie a uma conta comum de usurio, se preferir, com o comando adduser,
Edite o /etc/passwd, v na linha correpondente ao usurio que voc criou,
haver a linha:

usuario:PaSsWoRd:UID:GID:Nome:home:SHELL

ex.

email:BsXaHwtl.aE:103:100:Conta de E-Mail:/home/email:/bin/bash

Entao mude o shell e home para /dev/null, assim:

email:BsXaHwtl.aE:103:100:Conta de E-Mail:/dev/null:/dev/null

O indivduo vai conseguir ler mail mas no tem como logar.

================================================================
28.  Colocando suporte PNP, fat32 e SB AWE32 no seu kernel

Salvador, 1 de Dezembro de 1997
 Autor: Ivo de Carvalho Peixinho

 Pacotes usados:
 
 1) linux-2.0.32.tar.gz
 2) awedrv-0.4.2c.tar.gz
 3) pnp-0.2.5b.tar.gz
 4) fat_joilet_nls_patch_0_2_8.gz
 
  esses pacotes voce encontra em ftp.ufba.br/pub/unix/linux 

 procedimentos (considerando que os pacotes estao no home do root):
 1) descompactar o kernel no diretorio /usr/src/linux
 
        cd /usr/src
        tar -zxvf ~/linux-2.0.32.tar.gz
        cd /usr/src/linux
        make mrproper
        make menuconfig (apenas para criar as dependencias)
 
 2) descompactando e instalando o driver para awe
 
        cd /root
        tar -zxvf awedrv-0.4.2c.tar.gz
        cd awedrv-0.4.2c
        sh ./install.sh
 
 3) descompactando o suporte pnp
        
        cd /root
        tar -zxvf pnp-0.2.5b.tar.gz
        cd /usr/src/linux
        patch -p1 < ~/pnp-0.2.5b/diffs
        mkdir /usr/src/linux/drivers/pnpisa
        cp ~/pnp-0.2.5b/kernel/* /usr/src/linux/drivers/pnpisa
        cd /usr/src/linux/include/linux
        ln -s ../../drivers/pnpisa/pnp.h
        cd /usr/src/linux
        patch -p1 < ~/pnp-0.2.5a/patches/usslite-3.5
        patch -p1 < ~/pnp-0.2.5a/patches/ide-pre-2.1.8 
        patch -p1 < ~/pnp-0.2.5a/patches/awe32

   Aqui vai acontecer um reject no caso do kernel 2.0.32. procure no
diretorio /usr/src/linux/drivers/sound/lowlevel/awe_wave.c.rej e aplique
na mao. Caso voce nao tenha awe32 ou sb32, nao precisa do driver nem do
patch pra awe. Caso voce nao queira suporte aa ide plug&play (a que vem na
placa de som, eu tenho uma gaveta removivel plugada nela com um HD), nao
aplique o patch pra ide.

 4) suporte a fat32
 
        cd /root
        gunzip fat32_joilet_nls_patch_0_2_8.gz
        cd /usr/src/linux
        patch -p1 < ~/fat32_joliet_nls_patch_0_2_8
        
 5) compilando o kernel
 OBS: eu geralmente coloco o suporte a unicode, nls, dos, vfat e sound
 como modulos (vale a pena pra nao ficar recompilando o kernel se algo
 der errado). NAO coloque suporte a dos e vfat como modulos, se seu linux
 esta instalado numa particao DOS ou VFAT.

        make mrproper
        make menuconfig
        -> general setup
                -> pnp isa support
        -> filesystems
                -> DOS FAT fs support
                -> Unicode, native language support
                -> NLS codepage 437
                -> NLS codepage 850
                -> NLS ISO 8859-1
                -> MSDOS fs support
                -> VFAT fs support
        -> Sound
                -> Sound card support
                -> Sound blaster
                -> Generic opl2/opl3
                -> /dev/dsp /dev/audio support
                -> MIDI Interface support
                -> FM Synthesizer suport
                -> Additional low level drivers
                        -> AWE32 Synth
                
        (nao se preocupe com os IRQ e IOPORT que ele pede)
        (configure o resto aas suas necessidades)
        make dep
        make clean
        make zlilo
        make modules
        make modules_install
 
 6) rebootando a maquina e testando a instalacao
 
        cat /dev/sndstat
 
        A saida deve ser algo do tipo:
 
 Sound Driver:3.5.4-960630 (Tue Oct 21 01:45:31 EDT 1997 root,
 Linux fish 2.0.32 #2 Tue Oct 21 01:13:49 EDT 1997 i586)
 Kernel: Linux fish 2.0.32 #1 Tue Oct 21 01:46:22 EDT 1997 i586
 Config options: 0
 
 Installed drivers: 
 Type 1: OPL-2/OPL-3 FM
 Type 2: Sound Blaster
 Type 7: SB MPU-401
 
 Card config: 
 Sound Blaster at 0x220 irq 5 drq 1,5
 SB MPU-401 at 0x330 irq 5 drq 0
 OPL-2/OPL-3 FM at 0x388 drq 0
 
 Audio devices:
 0: Sound Blaster 16 (4.13)
 
 Synth devices:
 0: Yamaha OPL-3
 1: AWE32-0.4.2c (RAM0k)
 
 Midi devices:
 0: Sound Blaster 16
 
 Timers:
 0: System clock
 
 Mixers:
 0: Sound Blaster
 1: AWE32 Equalizer
        
 
 Algumas consideracoes
 
        * Procure compilar o maximo possivel do kernel em modulos,
 excetuando apenas (se possivel) os filesystems que vao ser montados no
 boot. Assim caso voce esqueca algo, podera consertar sem ter que
 recompilar o kernel inteiro.
 
        * O patch para idepnp eu instalei pois eu tenho dispositivos na
 ide da placa de som. Caso voce nao tenha, nao precisa instalar.
 
        * Cuidado com o NLS na configuracao do kernel, se voce esquecer
 algo, ele nao vai compilar.
 
        * Na hora de aplicar os patches, veja se eles foram bem
 sucedidos... reaplique tudo se for necessario.
 
        * O /dev/sndstat e' sua garantia que tudo funcionou, observe se o
 audio device existe, se o midi device existe etc. Se voce pegou algo como: 
 
 Audio devices:
 
 Synth devices:
 0: Yamaha OPL-3
 1: AWE32-0.4.0a (RAM0k)
 
 
        Seu audio nao vai funcionar... reveja os procedimentos para ver se
 voce fez tudo certo.
 
        * Se sua placa nao e' PNP, o patch nao vai adiantar muito.

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29.  Comandos do programa vi

Comandos do editor de textos vi do UNIX                                                         
                                                                
MODO TEXTO                                                              
Subcomandos de insero de texto:                                                               
i       insere texto antes do cursor                                                    
r       insere texto no incio da linha onde se encontra o cursor                                                       
a       insere texto depois do cursor                                                   
A       insere texto no fim da linha onde se encontra o cursor                                                  
o       adiciona linha abaixo da linha corrente                                                 
O       adiciona linha acima da linha corrente                                                  
Ctrl + h        apaga ltimo caracter                                                   
Ctrl + w        apaga ltima palavra minscula                                                  
Esc     passa para o modo comando                                                       
                                                                
MODO COMANDO:                                                           
Subcomandos para Movimentao pelo Texto:                                                               
Ctrl+f  passa para a tela seguinte.                                                     
Ctrl+b  passa para a tela anterior.                                                     
H       move o cursor para a primeira linha da tela.                                                    
M       move o cursor para o meio da tela.                                                      
L       move o cursor para a ltima linha da tela.                                                      
h       move cursor para caracter a esquerda.                                                   
j       move cursor para linha abaixo.                                                  
k       move o cursor para linha acima.                                                 
l       move cursor para caracter a direita.                                                    
w       move cursor para incio da prxima palavra (Ignora pontuao).                                                  
W       move cursor para incio da prxima palavra (No ignora pontuao).                                                      
b       move cursor para incio da palavra anterior (Ignora pontuao).                                                 
B       move cursor para incio da palavra anterior (No ignora pontuao).                                                     
0 (zero)        move cursor para incio da linha corrente.                                                      
^       move cursor para o primeiro caracter no branco da linha.                                                       
$       move cursor para o fim da linha corrente.                                                       
nG      move para a linha n.                                                    
G       move para a ltima linha do arquivo.                                                    
                                                                
Subcomandos para Localizao de Texto:                                                          
/palavra        procura pela palavra ou caracter acima ou abaixo do texto.                                                      
?palavra        move para a ocorrncia anterior da palavra(para repetir a busca usar n).                                                        
n       repete o ultimo / ou ? comando.                                                 
N       repete o ultimo / ou ? comando na direo reversa.                                                      
Ctrl+g  mostra o nome do arquivo, o nmero da linha corrente e o total de linhas.                                                       
                                                                
Subcomandos para Alterao de Texto:                                                            
x       deleta um caracter que esta sobre o cursor.                                                     
dw      deleta a palavra, do inicio da posicao do cursor ate o fim.                                                     
dd      deleta a linha inteira onde o cursor estiver.                                                   
D       deleta a linha a partir da posicao do cursor em diante.                                                 
rx      substitui o caracter sob o cursor pelo especificado x ( opcional indicar o caracter).                                                  
Rtexto  substitui o texto corrente pelo texto indicado (opcional indicar o texto adicionado).                                                   
cw      substitui a palavra corrente. Pode-se inserir o novo conteudo da palavra automaticamente.                                                       
cc      substitui a linha corrente. Pode-se inserir o novo contedo da linha automaticamente.                                                   
C       substitui restante da linha corrente. Pode-se inserir o texto logo aps o comando.                                                      
u       desfaz a ltima modificao.                                                    
U       desfaz todas as modificaes feitas na linha (se o cursor no mudou de linha).                                                  
J       une a linha corrente a prxima.                                                 
s:/velho/novo   substitui a primeira ocorrndcia de "velho" por "novo".                                                 
                                                                
Subcomandos para Salvar o Texto:                                                                
:wq     salvar as mudanas feitas no arquivo e sai do editor.                                                   
:w < nome-arq > salva o arquivo corrente com o nome especificado. Continua edio normalmente.                                                  
:w! < nome-arq >        salva (de modo forado) o arquivo corrente no arquivo especificado.                                                     
:q      sai do editor. Se mudanas no foram salvas  apresentada mensagem de advertncia.                                                      
:q!     sai do editor sem salvar as mudanas realizadas.                   

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3. ndice Linux-BR
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1.  Linux no reconhece Impressora+Zip Drive

Zip Drive e Impressora no podem utilizar a mesma porta ao mesmo tempo.
Compile ambos os suportes aos 2 devices como 'Modulo' e quando ter que
utilizar um ou outro, carregue o modulo correspondente...

Dica retirada da Linux-BR dada por Ricardo A Guimaraes - psi@sodre.net
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2.  O Linux d boot com o volume do Som no mximo 

Ou voc usa o 'xmixer' para controlar o volume, ou arranje por a um
programa chamado 'aumix' (tem no ftp.redhat.com e no sunsite.unc.edu) e
coloque-o no seu .bash_profile :

aumix -L > /dev/null

Assim voc ter o volume ajustado para a ltima alterao que voc efetuou...

Dica retirada da Linux-BR dada por Ricardo A Guimaraes - psi@sodre.net
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3.  O Boot do Linux d um monte de mensagens "Unresolved symbols in module" 

Isso ocorre porque o sub-diretrio /lib/modules/2.0.30 est com modulos aos
montes (os que vieram com a distribuio); eu tive esse problema e
resolvi dando:
mv -i /lib/modules/2.0.30 /lib/modules/2.0.30.old
cd /usr/src/linux
make modules
make modules_install  (ele vai criar um novo /lib/modules/2.0.30 mas
                       apenas com os que voc vai usar)
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4.  Como vejo quanto o Linux est reconhecendo de memria? 

cat /proc/meminfo

free - D s a informao de memria livre, utilizada e infomao sobre o swap.

Dica retirada da Linux-BR dada por Mximo - maximo@roadnet.com.br
                                               Jungle Man - jungle@medusa.sti.com.br
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5.  Restringindo acesso a IPs com o Apache sem usar um .HTACCESS

Configura no srm.conf para que ele possa carregar um cgi em vez do
htm:

srm.conf:DirectoryIndex index.html homepage.html index.shtml
homepage.shtml index.cgi homepage.cgi
srm.conf:AddHandler cgi-script .cgi

Dai no usu.cgi, voce filtra os IPS que esta querendo, como no
exemplo:

        if [ $REMOTE_HOST != "dominioque.pode.com.br" -a
$REMOTE_ADDR != "200.250.999.999" ]; then
                ok
        else
                echo "Proibido acesso!!"
                exit 1
        fi


S para complementar a informacao passada, se
voce estiver usando proxy o endereco que aparece e' o da maquina que esta'
com o proxy e nao da maquina solicitante original.
   Segue entao mais umas variaveis de ambiente que voce devera' analisar
em caso e proxy:

a) para saber se alguem esta' usanddo proxy verifique estas variaveis:

    HTTP_VIA ou HTTP_PROXY_CONNECTION

  Nao tenho certeza mas acho que a diferenca no nome se deve a diferencas
de versoes ... not sure :\

b) se for via proxy, veirifique estas variaveis:
    HTTP_X_FORWARDED_FOR ou HTTP_FORWARDED (respectivamente com as
variaveis acima)
================================================================ 
6.  Instalando o StarOffice 

- Para instalar o StarOffice se no tiver o Motif -

. Retire os arquivos:

StarOffice31-common.tar.gz
StarOffice31-english.tar.gz
StarOffice31-statbin.tar.gz

em:

ftp://ftp.gwdg.de/pub/linux/staroffice/      ou
ftp://ftp.cdrom.com/.25/FreeBSD/distfiles/

. Distarzipeie os arquivos num diretrio (por exemplo /tools) e
reserve...
  
. Verifique se sua libc  pelo menos a libc 5.4.4

ls -al /lib/libc.so*

 /lib/libc.so.5 -> /lib/libc.so.5.4.38*
 /lib/libc.so.5.3.12* -> estava com esta
 /lib/libc.so.5.4.38* -> atualizei para esta como no link acima

. Se necessrio atualizar a libc, pegue-a em:

ftp://sunsite.unc.edu/Pub/Linux/GCC

o arquivo:

libc-5.4.38.bin.tar.gz  (ou verso mais nova)

. Como root, num diretrio temporrio destarzipeie o pacote retirado e
copie o arquivo:

  libc.so.5.4.38 

para o diretrio /lib e faa um novo link para este arquivo:

  ln -sf /lib/libc.so.5.4.38 /lib/libc.so.5

. Copie ou mova os arquivos que esto em
/tools/StarOffice-3.1/linux-x86/lib para o seu /lib

. Rode o comando ldconfig para remapear as bibliotecas.

. Volte no diretrio /tools/StarOffice-3.1 e rode o ./setup como o
usurio que vai utilizar o StarOffice,

Acho que no esqueci nada, se faltou algo ou existem melhores solues
que essa me dem um toque pra melhorar a recitinha de bolo pra instalar
o StarOffice...

Maiores informaes e mais detalhes vcs encontram em:

http://sunsite.unc.edu/LDP/HOWTO/mini/StarOffice
================================================================
7.  Usando o Linux como Bridge 

Para usar o linux como Bridge:
Abaixe o brcfg da seguinte URL ftp://shadow.cabi.net/pub/Linux/BRCFG.tgz
Compile o Kernel com a opcao de Bridiging (habilitar o prompt para as
partes experimentais).
Habilite as placas de rede. (nao e necessario por IPs)
Reinicie o linux (reboot)
Compile o brcfg tendo o cuidado de apagar o brcfg.o que vem com o pacote.
de os seguintes comandos:
# ifconfig eth0 up promisc
# ifconfig eth1 up promisc
# brcfg -ena
Apos alguns segundos (uns 30) o Bridge devera comecar a funcionar.

Maiores detalhes podem ser econtrados em:
http://sunsite.unc.edu/mdw/HOWTO/mini/Bridge

Dica retirada da linux-br feita por Paulino Kenji Sato - paulino@dfi.uem.br
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8.  Telnet no funciona 

Para resolver este problema, verifique se acesso a Telnet est
habilitado no arquivo /etc/inetd.conf e /etc/services

Se estiver, pode ser o arquivo /etc/hosts.deny , que define os
hosts que no podem acessar servios... *Comente as linhas dos
hosts no arquivo. Essas linhas podem ser:

ALL: ALL LOCAL
ALL: ALL

* Comente - Colocar um # antes do texto para que a linha seja
            comentada(nao considerada)


Dica retirada da Linux-BR feita por ??? - burner@cwb.matrix.com.br
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9.  FTP e/ou o Daemon FTP no funcionam 

Se quando voc for tentar acessar o FTP ou rodar o Daemon do FTP de sua maquina, e nao der,
voc de proceder assim...

Verifique se existe o arquivo /etc/shutmsg
Dever com certeza existir, ento apague-o!

Pronto, rode o Daemon do FTP novamente e PIMBA!


Dica retirada da linux-br feita por Jonildo Andrade dos Santos - john@tch.com.br
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10.  Arquivos .tar.gz(ou .tar e .gz) que pego em FTP no descompactam 

Para no acontecer isso, antes de baixar o arquivo, no FTP, digite bin
Assim, voc poder pegar os arquivos numa boa... :P
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11.  Mensagem de erro: can't locate module net-pf-4 (e 5)

Quando o kerneld (daemon user space que carrega modulos sob demanda,
baseado em requisies do kernel) inicia ele recebe requisies do kernel
para levantar suporte a todas as familias de protocolos de rede (da o
net-pf - net protocol family), ento ele tenta levantar o net-pf-3,
net-pf-4 e net-pf-5, que so, se bem me lembro, appletalk, ipx e outro,
ento ele procura no /etc/conf.modules por aliases que indiquem que
modulos levantar, como geralmente no tem nenhum, ele emite um warning,
inofensivo, dizendo que no conseguiu satisfazer estas requisies. Para
parar de receber tais mensagens basta incluir as seguintes linhas no seu
/etc/conf.modules (ou /etc/modules.conf, conforme voc utilizar ou sua
distribuicao):

alias net-pf-3 off
alias net-pf-4 off
alias net-pf-5 off

Dica retirada da Linux-BR feita por Arnaldo Carvalho de Melo - acme@conectiva.com.br
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12.  Quero fazer com q, p.ex., o tty11 seja associado ao /var/log/messages

# /etc/syslog.conf
# For info about the format of this file, see "man syslog.conf" (the BSD man
# page), and /usr/doc/sysklogd/README.linux.

*.=info;*.=notice                               /dev/tty11

Detalhe: use TABS, nao use espacos.
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13.  swriter3:"error creating new document, invalid path, autotext does not exist."

Tenta ir na caixa de opes, na guia path e existe um boto chamado
default, pressione-o e deve resolver o seu problema.
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14.  Compilando o kernel: Som: problemas na compilacao

>fui recompilar o kernell e ele deu o seguinte erro.:
>sb_common.c:21: #error You will need to configure the sound driver with
>CONFIG_AUDIO option.
>make[2]: *** [sb_common.o] Error 1
>make[2]: Leaving directory `/usr/src/linux-2.0.30/drivers/sound'
>make[1]: *** [sub_dirs] Error 2
>make[1]: Leaving directory `/usr/src/linux-2.0.30/drivers'
>make: *** [linuxsubdirs] Error 2

        Parecia complicada, mas era bem simples.

Dentro do xconfig ou menuconfig alem da placa de som e das suas
configuracoes deve ser marcada com um yes a opcao "/dev/dfp and /dev/audio
support" e a "MIDI interface support" para o dispositivo MIDI. A minha
placa de som (SB16) estava marcada e com todas as configuracoes certas, mas
por essa opcao estar no meio das marcas de outras placas de som passou
despercebida. Aps isso o kernel foi compilado com sucesso.

        
        Essa dica aqui embaixo q fme fez pensar sobre o q seria realmente o
problema, pois na opcao citada estava marcado um "n".


>       Parece que vc esta tentando compilar um driver de som sem ter
>habilitado a opcao de sound no arquivo de configuracao do kernel. Como vc
>gerou o arquivo de configuracao (make xconfig, make menuconfig)? Se vc
>usou um desses entao nao deveria ter ocorrido erro, veja o arquivo (nao
>edite o arquivo) /usr/src/linux/.config no final dele tem que ter
>
>CONFIG_AUDIO=y
>
>se tiver isso entao alguma coisa muito estranha esta acontecendo. Se tiver
>
>CONFIG_AUDIO=n 
>
>entao vc nao esta habilitado a compilar os drivers da placa
>de som. Tente gerar o arquivo de configuracao de novo (xconfig,
>menuconfig). 
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15.  Como sei em qual irq minha NE2000 est localizada?

Eh pci?
# cat /proc/pci

Ou tenta:
# cat /proc/interrupts
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16.  Dvidas sobre Impressora j instalada e reconhecida

> lp1 at 0x0378, (polling)
> Isso quer dizer que est com suporte a impressora?

  Sim, a impressora est mapeada em '/dev/lp1'

> Bom, se for sim, como eu fao um teste de impresso ?

  Existem dua maneiras :

  1 - rpido e caceteiro :

      cat /etc/printcap > /dev/lp1

  2 - o '/etc/printcap', em geral, j tem uma imressora simples definida,
      logo use :

      lpr /etc/printacp

  Aproveite o embalo para estudar o 'printcap'.
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17.  Bus error: Netscape

As many of you Linux users know, Netscape does not run well with the
latest libraries. But there is a possible work around to this problem.
With the next few lines I will describe what to do. Look at this as a kind
of mini HOWTO. The solution on the next few lines is valid for the
versions 3.x through 4.03 of Netscape Navigator and Netscape Communicator.
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18.  Restringindo o acesso de um finger em voc

Edite o inetd.conf em /etc/inetd.conf e deixe comentada a linha de
finger..
Ah depois disso nao se esqueca de restartar o processo.
De um killall -1 inetd
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19.  Como eu mantenho os menus e as cores do ncurses no ambiente X, usando o xterm?

Lendo os fontes do ncurses descobri que ele usa chamadas de
terminal, mas lah nao falava o tipo de terminal... Usando o VNR (Vai no
Rumo) usei export TERM=Linux (terminal default do console) e adivinhem
fununcia... 
        O mais legal eh que ele fica igual ao console, inclusive se vc
mudar a fonte ele fica no terminal, legal...
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20.  Como posso saber quantos hard links tem um arquivo e quantos ele pode ter

  O nmero de hardlinks de um arquivo aparece no comando ls -l:

drwxr-sr-x   4 user     group        1024 Feb 26  1997 xtar
-rwxr-xr-x   1 user     group         942 Jun 30  1995 xterm.login

Aquele "4" logo depois das permisss  o nmero de links para o arquivo.  

> ln: cannot link `/bin/ls' to `/home/user/bin/ls': Too many links

  Este erro, em geral,  um erro no prprio comando que ao tentar
resolver um "link" acha um "link" que aponta para ele mesmo, que aponta ...
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21.   possvel reparticionar um HD que s tenha Linux sem perder dados?

Se vc tem varias particoes no HD e' facil fazer isso, basta escolher
uma delas, de preferencia uma que comece e termine antes do cilindro 1024
(se nao me engano) confira as particoes e cilindros/setores com fdisk (ou 
cfdisk se for Debian). Tb escolha uma particao que nao seja a root, pois
dara' muito trabalho (se for uma particao so' para o /home, por exemplo,
vc pode transferir para outro local, mesmo que nao seja uma particao 
exclusiva, ao passo que a particao root / deve ter uma particao exclusiva
para ela, nao sei se me fiz entender).

Digamos esse disco:

# mount
/dev/hda1 on / type ext2 (rw)
/dev/hda2 on /home type ext2 (rw)
/dev/hda3 on /usr type ext2 (rw)
none on /proc type proc (rw)
  
sendo a /dev/hda4 a particao de swap.

Digamos que a particao /home seja a escolhida, o ideal seria joga'-la
na particao raiz em /dev/hda1, verifique com "df" se existe espaco
para isso, senao veja em /dev/hda3. Dai e' so'...

1 - copiar com "tar" para um diretorio /home.novo   (ou /usr/home)

    ( cd /home ; tar xf - . ) | ( cd /home.novo; tar xvf - )

2 - alterar os locais de montagem em /etc/fstab

3 - desmontar a particao atual do /home
  
    umount /home

4 - apagar o diretorio /home atual e ajustar o novo diretorio /home

    rmdir /home
    mv /home.novo /home          (ou   "ln -s usr/home /home" )
  
5 - se tudo correu bem, chamar o (c)fdisk e apagar a antiga particao
    do /home (/dev/hda2) e faze'-la ativa (o DOS e Win95, so' se 
    instalam em particoes ativas).

6 - bootar pelo DOS, etc. etc.

E' aconselhavel que tudo isso seja feito sem ninguem logado, exceto vc 
como root e sem programas rodando, como o XFree.
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22.  Problemas: Up-grade da mother board e Linux

Acertou quem disse que era problema de hardware. 
Havia alguma incompatibilidade da placa de rede com a placa mae. 
O problema mencionado eh com a CPU Pentium TR4  (PC54C) e as placas de
rede Enet-16CAT Rev-A2 e NE-16CAT REV-A1 e nao com um sistema
operacional especifico, ou melhor tanto faz Linux, Windows95 ou outro.

Agradeco a ajuda de todos que me responderam em PVT. E desculpem-me pela 
demora em enviar o summary.

REPLIES
1) de JONILDO ANDRADE DOS SANTOS (john@tch.com.br)
Veja se tem cache e a configuracao do SETUP. Veja se esta corretamente
configurada a votagem da CPU, pois pode ser configuracao da Placa Mae.

2) de FERNANDO M. ROXO DA MOTTA (roxo@ep-ba.petrobras.com.br)
  Eu faria uma revisao completa :
 1 - na configuracao da BIOS.
 2 - no proprio hardware em si.
  Pela descricao a ultima opcao me parece mais provavel.

3) de RICARDO A GUIMARAES (psi@sodre.net)
1 - Seu Processador e' mesmo de 133Mhz? Eu tenho um Pentium 100 que dei
overclock para 120 Mhz. Funcionou 'quase' tudo. So dava pau na hora de
compilar alguma coisa... Se eu fosse usuario for Windows nao descobriria
nunca isso...
2 - Pode ser problema de cache. Para testar, de boot com disco de DOS e
execute programas tipo SysInfo do Norton. Faca isso varias vezes... Se
der pau experimente desabilitar o cache externo e depois o cache
interno. Eu tive uma motherboard que dava pau quando habilitava o cache
interno. Problema de motherboard mesmo....
3 - Memoria. Eu ja tive problemas de memoria dos mais estranhos. Teve
uma vez que eu usava o Windows normalmente. Sai, fui para o DOS, copiei
um arquivo do diskette para o HD. E quando eu executava o arquivo no HD
dava pau. Depois de muitos testes, verifiquei que quando comparava a
copia do HD com o diskette, existia diferenca. Era somente 2 bytes e
SEMPRE na mesma posicao... Testes de memoria nao detectavam nada,
Windows rodava numa boa. Solucao: Troquei a memoria....
De qualquer forma gostaria de ler sua solucao, caso ela exista...:))

4) de ROGERIO COUTINHHO (podium@convex.com.br)
ja experimentou trocar suas memorias ( PENTES )  para
testes ???

5) de ANDRE E REFAEL MAXIMO (maximo@roadnet.com.br)
Quanto ao Win95 eu ouvi falar que vc tem que desinstalar e depois instalar
(reinstalar por cima no funciona) e quanto ao Linux acho que vc tem que
recompilar o Kernel, agora como e que vai ser o seu problema. No da para
entrar como single user???

6) de (rfern@infolink.com.br)
            Experimente dar um boot pelo DOS, a partir do drive 'A'.
Conseguindo isto, acesse seu hd e rode o MSD. Caso queira, me envie as
telas resultantes, principalmente as relacionadas s linhas de
interrupcao e canais de dma. Talvez eu possa ajudar.
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23.  Como eu fao pra dar update no database do Locate?

  O comando  :

prompt# updatedb

Na distribuio Slackware tem uma entrada no crontab do root que  :

# This updates the database for 'locate' every day:
40 02 * * *       updatedb 1> /dev/null 2> /dev/null

Eu tenho a impresso de se no original esta linha nao  para 2:40h mas
sim para 7:40h.  Como a minha mquina fica ligada direto, s 7:40h eu
j estou trabalhando e ( quando eu tinha um 486 ) este processo pesava um
pouco eu alterei o horrio.  Se a sua mquina no fica ligada direto, mude
o horario para algo mais conveniente ( por exemplo hora do almoco ) em que
sua maquina possa estar ligada.
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24.   possivel utilizar 2 ou mais Windows Managers? Como proceder?

Voc pode tentar este:
StartSelector.tar.gz - WindowManager chooser for X

http://www.linuxnow.com/cgi-bin/getrec?cat=INCOMING&rec=StartSelector.tar.gz
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25.  Como agrupo mensagens no PINE?

    Vai no menu de configuracao e habilita o
"enable-aggregate-command-set", depois, quando estiver na lista de
mensagens, tecla ";" (ponto e virgula), T e S, coloca uma string com os
assuntos que queira selecionar, depois Z, para dar um Zoom e depois A
(Apply), dai voce podera aplicar comandos sobre as mensagens selecionadas:
delete, forward, save, etc. Muito poderoso!
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26.  Monitor Samsung

Para o Pessoal que tem Monitor Samsung, e tem dificuldade de configurar o
seu Xfree, como Eu para uma boa resolucao, vai ai o endereco para pegar um
o Exemplo da Configuracao tirado direto do site da Samsung.

ftp://ftp.douranet.com.br/linux/drivers/samlinux.cfg
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27.  FetchMail: .fetchmailrc

Antes, o .fetchmailrc :

>poll provedor_discado_ppp proto pop3:
>user user with pass senha to
>rodrigo.pereira=rodrigo
>antonio.martos=antonio
>claudio.martos=claudio
>marcelo.martos=marcelo
>robert.lima=robert
>luiz.pereira=luiz
>roberto.hernandez=claudio
>ar=marcelo
>medical=antonio
>fernanda.vallin=claudio
>fabricap=claudio
>micromar=claudio here

Para configurar:

.fetchmailrc

poll pascoa.interop.com.br with protocol pop3:
        user consultoria there is consultoria here, with password "..."
        user develop there is develop here, with password "..."
        user suporte there is suporte here, with password "..."
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28.  Como reconheo minha placa cyclades?

carregar um DOS e executar o programa de teste da placa, assim
descobri que a irq 15, embora aparentemente livre, nao passava pelo
teste e que a irq 10 (padrao da placa) sim; depois fazendo os testes
de read e write verifiquei erros, o que devia significar conflito de
io address, testei varios sem sucesso ate' que me lembrei dos famosos
SHADOW de BIOS, desabilitei todos menos o de video e bingo ->
funcionou sem problemas.
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29.  LILO trava na inicializao

LILO start message
- - - - - - - - -

When LILO loads itself, it displays the word "LILO". Each letter is printed 
before or after performing some specific action. If LILO fails at some 
point, the letters printed so far can be used to identify the problem.
This is described in more detail in the technical overview.

Note that some hex digits may be inserted after the first "L" if a 
transient disk problem occurs. Unless LILO stops at that point,
generating an endless stream of error codes, such hex digits do 
not indicate a severe problem.

  ({nothing})  No part of LILO has been loaded. LILO either isn't
installed or the partition on which its boot sector is located isn't active. 

   L {error} ...   The first stage boot loader has been loaded and
started, but it can't load the second stage boot loader. The two-digit error 
codes indicate the type of problem. (See also section "Disk error 
codes".) This condition usually indicates a media failure or a geometry 
mismatch (e.g. bad disk parameters, see section "Disk geometry").

   LI   The first stage boot loader was able to load the second stage
boot loader, but has failed to execute it. This can either be caused by a 
geometry mismatch or by moving /boot/boot.b without running the map installer.

   LIL   The second stage boot loader has been started, but it can't
load the descriptor table from the map file. This is typically caused by
a media failure or by a geometry mismatch. 

   LIL?   The second stage boot loader has been loaded at an incorrect 
address. This is typically caused by a subtle geometry mismatch or by 
moving /boot/boot.b without running the map installer.

   LIL-   The descriptor table is corrupt. This can either be caused by
a geometry mismatch or by moving /boot/map without running the map 
installer.

   LILO   All parts of LILO have been successfully loaded.
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30.  No consigo fazer as teclas 'backspace' e 'delete' exercerem suas funes corretamente

Eu praticamente no uso o Linux em modo texto, por isto a minha
"soluo"  para o X11.  Crie um arquivo '.Xmodmap' no seu $HOME com o
seguinte contedo :

keycode 22 = BackSpace

Com isto a tecla "Backspace" passa a gerar o "^H" como esperado.  A tecla
'Delete' eu deixei gerando o 'Rubout' mesmo, em certas situacoes a gente
precisa um e em outras a outra.
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31.  Como patcheio um arquivo tipo 'nome_do_patch.gz' ?

gunzip fat32_joilet_nls_patch-0_2_7.gz
patch -p0 < fat32_joilet_nls_patch-0_2_7
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32.  Como posso verificar em qual runlevel est o sistema?

ps aux | grep init

root         1  0.0  0.2   844    72  ?  S  Sep  6   0:16 init [3] 
user      9121  0.0  0.9   884   296  p3 D   13:25   0:00 grep init 
 
O runlevel atual desta maquina e' '[3]'
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33.  Como posso inicializar um processo que consta do /etc/inittab manualmente?

telinit 3

ou

init q

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34.  Perdi minha senha root, como a recupero?

No prompt do lilo, digite

LILO: linux single

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4. X-Windows
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1.  O que  X-Windows?

O X-Windows  um sistema de Janelas grficas num ambiente grfico parecido com o Win95(eca).
Esse ambiente facilita o acesso ao seu sistema e permite maior acessibilidade.
Neste manual, usaremos o X-Window mais popular, o XFree86.

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2.  Configurando o X-Windows para funcionar em seu Linux

Para configurar seu X-Windows XFree86, faa o seguinte:

Primeiro, tenha em mos o manual do monitor e o da placa de video. Rode o xf86config.

Essa  a seqncia de perguntas que o configurador faz:

1. Mouse. Enter a protocol number. 
Se voc usa um mouse "normal" de 2 butoes, escolha o
Microsoft Mouse, escolha 1 ou 2. Se vc usa um mouse PS/2 escolha PS/2 :)
Se tem Logitech de 3 butoes tente a opcao 6.

2. Do you want to enable ChordMiddle? 
Depende de como voc quer o comportamento do boto
do meio (se o seu mouse for de 3 botoes).

3. Do you want to enable Emulate3Buttons? 
Se voc no tiver 2 butes no seu mouse, essa
opo emula o terceiro boto.

4. Mouse device:
Geralmente /dev/mouse. Depende de em que porta o mouse
est ligado (/dev/mouse eh um symlink para /dev/ttySx).

5. Do you want to enable these bindings for the Alt keys?
Eu geralmente respondo no.

6.  hsync in kHz; monitor type with characteristic modes
 1  31.5; Standard VGA, 640x480 @ 60 Hz
 2  31.5 - 35.1; Super VGA, 800x600 @ 56 Hz
 3  31.5, 35.5; 8514 Compatible, 1024x768 @ 87 Hz interlaced (no 800x60
 4  31.5, 35.15, 35.5; Super VGA, 1024x768 @ 87 Hz interlaced, 800x600 @ 
 5  31.5 - 37.9; Extended Super VGA, 800x600 @ 60 Hz, 640x480 @ 72 Hz
 6  31.5 - 48.5; Non-Interlaced SVGA, 1024x768 @ 60 Hz, 800x600 @ 72 Hz
 7  31.5 - 57.0; High Frequency SVGA, 1024x768 @ 70 Hz
 8  31.5 - 64.3; Monitor that can do 1280x1024 @ 60 Hz
 9  31.5 - 79.0; Monitor that can do 1280x1024 @ 74 Hz
10  31.5 - 82.0; Monitor that can do 1280x1024 @ 76 Hz
11  Enter your own horizontal sync range

Pegue o manual do monitor, veja a freqncia horizontal em que ele
trabalha.

7.  1  50-70
    2  50-90
    3  50-100
    4  40-150
    5  Enter your own vertical sync range

Mesma coisa pra freqncia vertical.

8. Enter an identifier for your monitor definition: 
   Enter the vendor name of your monitor: 
   Enter the model name of your monitor: 

Responda qualquer coisa ou s aperte enter. No vai fazer diferenca.

9. Do you want to look at the card database?  
Diga sim, e escolha a sua placa de video no menu.

10.
 1  The XF86_Mono server. This a monochrome server that should work 
    VGA-compatible card, in 640x480 (more on some SVGA chipsets).
 2  The XF86_VGA16 server. This is a 16-color VGA server that should wor
    any VGA-compatible card.
 3  The XF86_SVGA server. This is a 256 color SVGA server that supports
    a number of SVGA chipsets. It is accelerated on some Cirrus and WD
    chipsets; it supports 16/32-bit color on certain Cirrus configuratio
 4  The accelerated servers. These include XF86_S3, XF86_Mach32, XF86_Ma
    XF86_8514, XF86_P9000, XF86_AGX, XF86_W32 and XF86_Mach64.

Which one of these screen types do you intend to run by default (1-4)? 

Depende de qual placa de video voc tem. Escolha a opcao 3, que  a mais comum, se der
problema, vc muda pra 2. Senao vc pode tentar aumentar pra 4.


11.
Please answer the following question with either 'y' or 'n'.
Do you want me to set the symbolic link? 

Diga sim (isso  pra fazer o link X com servidor que no passo 10, responda sim).

12.
How much video memory do you have on your video card:

 1  256K
 2  512K
 3  1024K
 4  2048K
 5  4096K
 6  Other

Essa voc consulta no seu manual da placa de video. 

13.
Enter an identifier for your video card definition: 
You can simply press enter here if you have a generic card, or want to
describe your card with one string.
Enter the vendor name of your video card: 
Enter the model (board) name of your video card: 

Responda qualquer coisa.


14.
 1  Chrontel 8391 (uncertain at the time of writing)            ch8391
 2  ICD2061A and compatibles (ICS9161A, DCS2824)                icd2061a
 3  ICS2595                                                     ics2595
 4  ICS5342 (similar to SDAC, but not completely compatible)  ics5342
 5  S3 GenDAC (86C708) and ICS5300 (autodetected)             s3gendac
 6  S3 SDAC (86C716)                                          s3_sdac
 7  STG 1703 (autodetected)                                   stg1703
 8  Sierra SC11412                                            sc11412
 9  TI 3025 (autodetected)                                    ti3025
10  TI 3026 (autodetected)                                    ti3026
11  IBM RGB 514 (autodetected)                                ibm_rgb514
12  IBM RGB 524 (autodetected)                                ibm_rgb524
13  IBM RGB 525 (autodetected)                                ibm_rgb525
14  IBM RGB 528 (autodetected)                                ibm_rgb528
Just press enter if you don't want a Clockchip setting.

Pressione enter.

Pronto, seu X-Window est pronto para ser usado! Agora pressione startx para acion-lo!

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3.  Como criar cones no X-Windows

Depois que se roda o X-Window, ele gera um arquivo chamado .fvwm95rc2
Para adicionar os cones, edite este arquivo, l tem at as instrues!

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4.  Inicializando seu Linux dretamente no X-Windows

Para fazer isso, edite o arquivo /etc/inittab, alterar a linha...

...Num Linux RedHat
---------------
id:3:initdefault:
para
id:5:initdefault:
---------------

...Num Linux Slackware:
---------------
id:3:initdefault:
para
id:4:initdefault:
---------------

Para desalterar essa configurao...

...Num Linux RedHat
---------------
id:5:initdefault:
para
id:3:initdefault:
---------------

...Num Linux Slackware:
---------------
id:4:initdefault:
para
id:3:initdefault:
---------------
================================================================
5.  Onde posso obter informaes sobre o XFree86?

Voc pode obter informaes sobre o XFree86 no prprio site oficial, que :

http://www.xfree86.org

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5. O Linux e a Internet
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1.  Conectando-se  Internet atravs do CHAP 

Bem, comeando, logue-se como root. Depois, edite o arquivo host.deny para:

ALL: ALL 

Isso far com que seu sistema fique seguro e no seja usado programas locais remotamente.
Depois voc ter que permitir voc mesmo a usar os programas locais, ento, para isso, edite
o arquivo /etc/hosts.allow :

ALL: 127.0.0.1

Agora vamos determinar o Host de sua mquina, v no arquivo /etc/HOSTNAME e coloque um
nome qualquer, por exemplo:

wakko

Vamos agora configurar o /etc/resolv.conf , edite ele e coloque assim:

search servidor.com.br
nameserver 200.255.27.0

Onde, search  o domain da mquina a ser acessada e nameserver  o DNS Primrio(Veja Win95).
Prximo passo ser editar o arquivo /etc/hosts e colocar o seguinte:

127.0.0.1 localhost
0.0.0.0   wakko

Note se voc ter um endereo de IP Fixo, mude a linha "0.0.0.0 wakko"
Outro arquivo: /etc/networks , edite-o assim:

loopback  127.0.0.0
localnet  0.0.0.0

Agora vamos configurar o username e password. Crie o arquivo /etc/ppp/pap-secrets assim:

dirk * PrettySecret

Note que dirk ser o username e PrettySecret o password. Substitua-os com os respectivos 
username e password. Para Provedores que usam chap em vez de pap, o arquivo acima dever
se chamar "/etc/ppp/chap-secrets". Finalmente, vamos criar o script que far a conexo.
O nome do arquivo ser "/etc/ppp/chatscript":

       TIMEOUT 5
       \Z'\h'(u;\w'x'-\w''/2)''OK ATDT12345678
       ABORT 'NO CARRIER'
       ABORT BUSY
       ABORT 'NO DIALTONE'
       ABORT WAITING
       TIMEOUT 45
       CONNECT ""
       TIMEOUT 5
       "name:" ppp

Note que na segunda linha voc tem que substituir "12345678" pelo nmero a ser discado.
Agora vamos criar o script que executar tudo o que configuramos... A conexo!
O arquivo (nome e diretrio da sua escolha...) Edite assim:

exec pppd connect \
     'chat -v -f /etc/ppp/chatscript' \
      -detach crtscts modem defaultroute \
      user dirk \
      /dev/modem 38400

No se esquea de substituir a quarta linha, palavra dirk por seu username.
Prontinho, rode o script e vi-l!

Obs: Estas instrues foram TOTALMENTE tiradas do ISP-Hookup-HOWTO, dvidas no
sero tiradas por mim, mas por sim o dono do HOWTO: Egil Kvaleberg, egilk@sn.no

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2.  Conectando-se  Internet atravs do programa Minicom 

Vamos configurar!

Primeiro, edite o arquivo "/etc/hosts" assim:

127.0.0.1 localhost
0.0.0.0   wakko

Onde tem wakko voc coloca o host de sua mquina.
Agora vamos editar o arquivo "/etc/resolv.conf":

domain servidor.com.br
nameserver 200.255.67.1

Onde tem domain, voc substitui pelo domain do provedor que voc ir acessar.
Onde tem nameserver, coloque o DNS Primrio do seu provedor (Veja no Win95 :/).

Pronto, agora vamos a parte prtica... eeebaaa...
Digite minicom. (Voc ter que ter o programa Minicom, claro)
Naquela telinha, digite:

ATDP2345678: para modens de pulse
ATDT2345678: para modens de tone.

Substitua o "2345678" pelo nmero do telefone a ser discado.

Depois da conexo, o provedor vai fazer o processo de login(como sempre), coloque seu username
e seu password e vi-l! Conectado. Agora vamos sair do minicom sem desconectar (ALT A+Q) ou
vamos suspender o minicom(ALT A+J). Agora no prompt, digite:

pppd /dev/modem 38400 defaultroute

Isso estabelecer a conexo.

Pronto, agora voc pode usar os maravilhosos recursos que a Internet lhe oferece!
Quando voc acessar IRC, no deixe de visitar o canal #linux no servidor irc.brasnet.org !!!

Obs: Se voc quiser desconectar, no Slackware(no sei se vem nos outros) tem um script chamado
ppp-off que corta a conexo. Ento utilize eles para desconectar. Se voc no tiver, tente
o velho comando do modem: ATH0.
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3.  Pegando E-mail via pop server no Linux.

Para pegar e-mail, e l-los com um leitor de e-mail (ex. pine), tenho aqui comigo um script.
Para quem no sabe, proceda assim:

1. Crie o arquivo get-mail usando "touch get-mail" (sem aspas)
2. Digite "Chmod 755 get-mail" (sem aspas)
3. Edite o arquivo com um editor de texto qualquer (ex. vi, pico)
4. Dentro do arquivo, coloque as linhas:

#!/bin/sh
# Script pra pegar mails usando o popclient
echo Easy-mail Script! acidmud@axur05.org
echo The Linux Manual - http://www.netdados.com.br/tlm/
echo ----------------------------------------------------
echo -e "Digite seu login:"'\c'; read login;
stty -echo; echo -e "Digite sua senha:"'\c'; read senha;
stty echo; echo -e '\n'"Digite o seu pop server [ ex. mail.axur05.org ]:"'\c'
read pop;
echo -e "Direcionar mail para o arquivo:"'\c'; read arquivo;
popclient -3 -u $login -p $senha -o $arquivo $pop

5. Salve o arquivo, e quando estiver conectado, rode ele e siga as instrues.

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4.  Dando acesso a FTP de sua maquina a usuarios da Internet

No linux, o FTP-Server j vem por padro(se voc o instalou), mas para configur-lo, exite o arquivo:

/etc/ftpaccess 

que pode ser editado...! L voc pode ver vrias opes de acessibilidade.
Para testar seu ftp, tente dar um:

ftp 0.0.0.0           :-)
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5.  A Linux-BR

Voc ainda no faz parte da Linux-BR? Entre j!
A Linux-br  uma lista super frequentada por usurios
linux de todo o brasil! Atualmente, ultrapassamos a barreira
de 600 usurios cadastrados...

Se voc ainda nao , venha juntar-se a ns! 
Tenho certeza que voc no vai se arrepender!
Para subscrever a lista, visite a URL abaixo:

http://www.conectiva.com.br/listas/linux-br/

Nesta pgina voc pode subscrever ou at mesmo procurar
informaes j postadas a lista, com o search.

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6.  Dicas de FTP

Nesse exemplo, usaremos o diretrio Web, /home/web. A conta Web  mantida
remotamente via FTP. O usurio remoto  Mortimer. O nome da conta de Mortimer 
"mort" (sem aspas) e o grupo  "client" (sem aspas).

1. "Hackeie" o /etc. Crie a entrada mort no /etc/passwd e adicione a entrada tambm
em /etc/group. (Ou adduser se preferir) Adicione as entradas para /etc/ftpaccess:

/etc/passwd:
mort:*:403:400:Mortimer Snerd:/home/web/mort/./:/etc/ftponly
                                            ^^^
A seqncia /./ determina onde o chroot vai atuar. Se voc quer que o chroot
atue no diretrio web e o chdir atue para mort, vai ficar mais ou menos assim:

mort:*:403:400:Mortimer Snerd:/home/web/./mort/:/etc/ftponly
                                       ^^^
Tenha certeza que /etc/ftponly esteja no /etc/shells.

/etc/group:
client::400:mort

Adicione o password de mort se voc quiser.

Se voc est usando uma verso Beta do ftpd (altamente recomendado),
voc tem que fazer uma dessas coisas no uso do /etc/ftpaccess:

1. Compile o cdigo e use o /etc/ftpaccess como padro. Hackeie o cdigo
   e configure o use_accessfile = 1;

OU

2. Rode o Daemon com a opo -a.

/etc/ftpaccess:
class   local   real,guest,anonymous ......
...                  ^^^^^
...                    +----------- define a propriedade da classe 'guest';
...                                 este lugar  dependente.
...
...
delete     no   anonymous,guest               # delete permission?
overwrite  no   anonymous,guest               # overwrite permission?
rename     no   anonymous,guest               # rename permission?
chmod      no   anonymous,guest               # chmod permission?
umask      no   anonymous,guest               # umask permission?
...                       ^^^^^
...                         +------ define as permisses dos usurios 
...                                 correspondentes; este lugar  dependente.
...
...
path-filter  guest      /etc/pathmsg  ^[-A-Za-z0-9_\.]*$  ^\.  ^-
...
guestgroup client
...

2. Crie o diretrio home de mort e configure o dono e protees (permisses):

mkdir /home/web/mort
chown mort.client /home/web/mort
chmod 755 /home/web/mort

3. Crie uma estrutura do diretrio na conta de mort:

cd /home/web/mort
mkdir etc bin dev lib            (dev e lib so opcionais)
chown root.daemon etc bin
chmod 111 etc bin

4. Crie o contedo do diretrio ~/bin

(Use Copias de Links estticos para as utilidades se possvel)

cp /.../bin/ls bin
chown root.bin bin/ls
chmod 111 bin/ls

Opcional para comandos de compactao e tar:

cp /.../bin/gzip bin
cp /.../bin/tar  bin
chown root.bin bin/gzip
chown root.bin bin/tar
chmod 111 bin/gzip
chmod 111 bin/tar

Se as utilidades no so estticas, crie os devices necessrios no ~/dev
e copie as libs necessrias dentro do ~/lib. Veja a man page do ftpd que
vem com seu sistema, talvez ajude.

5. Crie o contedo do diretrio ~/etc:

Crie um passwd, edite-o para conter o seguinte:

root:*:0:0::/:/etc/ftponly
mort:*:403:400::/home/web/mort/./:/etc/ftponly

Crie um group, edite-o para conter o seguinte:

root::0:root
client::400:mort

Depois:

chown root.daemon passwd group
chmod 444 passwd group

6. Adicione segurana extra:

cd /home/web/mort
touch .rhosts .forward
chown root.root .rhosts .forward
chmod 400 .rhosts .forward

Logue-se como mort via FTP e provavelmente dar certo.
Se no, faa tudo novamente e cuidadosamente. Se voc no
conseguir fazer funcionar e tentou de qualquer jeito, pea ajuda
pelo e-mail do wu-ftp: wu-ftpd@wugate.wustl.edu

**************************************************************************

DEPENDNCIA DE OS

LINUX:

No Linux no se precisa do diretrio ~/dev/. Precisa-se do ~/lib se as
utilitades esto no ~/bin dinmicamente linkadas.

Se voc est usando Slackware, use o utilitrios /home/ftp/bin/ls ao
ins de /bin/ls. /bin/ls  dinmicamente linkado, enquando /home/ftp/bin/ls
 estaticamente linkado.

Use o comando 'ldd' para achar quais libraries so necessrias para as
utilidades dinmicamente linkadas.

Como o que importa  o Linux, os outros sistemas estaro em ingls.


SOLARIS: 

Solaris can't handle SETPROCTITLE, so turn the compile time option off.

(The following was culled from a post by Tom Leach to the wu-ftpd list.)

>For people who are having problems with ls -al and dir on solaris 2.x
>systems, you might try the following to find out what's missing... 

>truss -f chroot ~ftp /bin/ls

>This will run the ls command in the same chroot'd environment that
>anonymous FTP runs in.  The truss will show you what
>files/libraries/devices are accessed and where the ls is looking for them. 

>Tom Leach
>leach@oce.orst.edu



SUN 4.1.x:

Create a ~dev/zero and ~dev/tcp device from the FTP directory as follows:

# cd dev
# mknod zero c  3 12
# mknod tcp  c 11 42
# cd ..
# chmod 555 dev

The resulting device should ls like this:

crw-r--r--  1 root        3, 12 Jul 27 17:48 zero
crw-r--r--  1 root       11, 42 Jul 27 17:48 tcp

Also, you probably need the following shared libraries:
~lib/ld.so
~lib/libc.so
~lib/libdl.so



BSDI:

Set 555 protections on the ~ftp/shlib and its contents if shared libraries
are used.

>From Darci Chapman (dchapmax@preview.jf.intel.com):

The following directories and files need to be created in whatever
directory/ies are being chrooted to (~ftp for anon ftp or for whatever
directory guest users are chrooted): 

dr-xr-xr-x root/wheel        0 Nov  3 01:43 1995 bin/
-r-xr-xr-x root/wheel    12288 Nov  3 01:43 1995 bin/compress
-r-xr-xr-x root/wheel    45056 Nov  3 01:43 1995 bin/gzip
-r-xr-xr-x root/wheel    12288 Nov  3 01:43 1995 bin/ls
-r-xr-xr-x root/wheel    65536 Nov  3 01:43 1995 bin/pax
dr-xr-xr-x root/wheel        0 Nov  3 01:43 1995 etc/
-r--r--r-- root/wheel      793 Nov  3 01:43 1995 etc/group
-r--r--r-- root/wheel      817 Nov  3 01:43 1995 etc/localtime
-r--r--r-- root/wheel    40960 Nov  3 01:43 1995 etc/pwd.db
dr-xr-xr-x root/wheel        0 Feb  3 12:34 1995 pub/
dr-xr-xr-x root/wheel        0 Nov  3 01:43 1995 shlib/
-r-xr-xr-x root/wheel   298407 Nov  3 01:43 1995 shlib/libc_s.2.0

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7.  Outro script de conexo

    1) Voce precisa ter instalado/configurado no seu kernel o
    suporte para TCP/IP, ppp, etc ... - isto esta' alem do escopo
    desta *receita*. Alem disso voce precisa se certificar que
    possui o programa chat instalado. Isto e' deixado como exercicio
    para o sofredor, digo, leitor :-/

    2) Crie, caso ainda nao exista, um diretorio /etc/ppp ;

    3) Com seu editor de textos preferido ( vi, naturalmente ), crie 
        no diretorio /etc/ppp um arquivo chamado options, com o
        seguinte conteudo:

        /dev/modem
        38400
        modem
        crtscts
        lock
        connect /etc/ppp/net-connect
        asyncmap 0
        defaultroute
        noipdefault
        mtu 576

        OBS.: a) Va' no diretorio /dev e crie um link simbolico para a
                 porta serial onde seu modem esta' instalado. No meu
                 caso, meu modem esta'em COM2, portanto: ln -s cua1
                 modem

              b) Mude o valor 38400 de acordo com a velocidade do seu
                 modem ;
        
              c) Se o seu modem esta', por exemplo, em COM3-IRQ5,
                 voce deve executar o comando 
                        setserial /dev/cua2 irq 5
                 Para que, neste caso, o seu modem seja reconhecido
                 toda vez que voce 'bootar' o seu Linux, coloque esta
                 linha no /etc/rc.d/rc.local, ou o equivalente no seu
                 sistema.

        4) Com seu editor... deixa pra la. Crie no diretorio /etc/ppp 
           um arquivo chamado net-connect, com o seguinte conteudo:

        #!/bin/sh
        /usr/sbin/chat -v -t 60 -f /etc/ppp/net-chat

        5) Execute o comando chmod 500 /etc/ppp/net-connect

    6) No diretorio /etc/ppp crie um arquivo chamado net-chat, com o
       seguinte conteudo:

        ABORT "BUSY"
        ABORT "NO CARRIER"
        ""    AT&F1&D1
        OK    ATDT987654321
        login: "aqui voce coloca seu username"
        sword: "aqui voce coloca sua senha"

            OBS.: a) Os comandos para o modem variam de acordo com o
                  fabricante ! O meu modem e' um USRobotics SportSter 28.8
                  Interno. Se voce possui um modem diferente, a string de
                  inicializacao otima provavelmente nao e' "&f1&d1" !!!

                  b) Troque "ATDT" por "ATDP" caso sua linha seja
                  "PULSE".

                  c) "987654321" e' o numero do telefone do seu
                  provedor.

                  d) As duas ultimas linhas sao os "prompts" que o seu
                  provedor lhe da'. A maioria ( eu acho ! ) dos
                  provedores da' essas duas strings. O meu provedor
                  ( Algarnet ) e' um pouco diferente. Para pedir o meu
                  username, a string e' "Username:" ; para pedir a minha
                  senha, a string e' "Password:" ; em seguida eu recebo
                  um terceiro prompt: "Algarnet>" . Ai eu digito "ppp" e
                  entao o processo de conexao comeca a estabelecer o
                  protocolo. Por isso, o meu arquivo net-chat termina
                  assim:
                  ...
                  name: "meu username"
                  word: "minha senha"
                  rnet> ppp

        7) Execute o comando chmod 600 /etc/ppp/net-chat
        
    8) No diretorio /etc/ppp crie um arquivo chamado ppp-off, com o
       seguinte conteudo:

        #!/bin/sh
        kill -HUP pppd

        9) Execute o comando chmod 755 /etc/ppp/ppp-off

    10) No diretorio /etc, edite o arquivo resolv.conf e
        acrescente/altere a seguinte linha:

        nameserver aaaa.bbbb.cccc.dddd

                OBS.: aaaa.bbbb.cccc.dddd e' o DNS do seu provedor.

    11) Parece que nao... mas acabou. Para se conectar, digite
                                pppd
        
        Se voce quiser acompanhar o processo de conexao, digite
                                tail -f /var/log/messages

    Quando voce vir a mensagem "remote IP address ..." , tecle
    CTRL-C.

        Para verificar sua conexao, digite 'ifconfig' e 'route' .

        Tente 'pingar' alguns enderecos conhecidos, tais como 
                        ping www.analsex.com         8-))))
        
    12) Para desconectar, digite '/etc/ppp/ppp-off'.

PS: qualquer coisa  so dar um ps e depois kill n do processo do pppd

        Repito: esta e' uma receita *minima*, supondo-se que voce esta'
        em casa, sem qualquer outro micro por perto, sem placa de rede,
        sem nenhuma outra aspiracao a nao ser sentir o prazer orgasmico
        de se conectar 'a Internet atraves do Linux, e fazer um 'ftp'
        'na unha' !

        Boa sorte ! 
        
    E parem de usar o minicom para acessar a Internet p$o&^r*#r!@a$# !

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8.  Utilidades numa conexo Telnet - Criao de contas automticas (BBS)

Aqui vai um exemplo de script para criar contas automaticamente, tipo usadas
para novos usurios de BBS, no caso desse exemplo, uma BBS Linux:

1. Crie um arquivo e d a ele atributos:

touch /etc/visitor
chmod 755 /etc/visitor

2. Edite esse arquivo e coloque essa shell script (se quiser, pode modificar, use
   por seu prprio risco, no me responsabilizo por nada):

# ------ Inicio do Shell Script ------
#!/bin/bash
defgroup=100
defcountry=Finland
usernro=$[1+`cat /etc/default/lastuser`]

setterm -clear
setterm -ulcolor bright yellow
setterm -reverse on
echo " Welcome to Dream World BBS                                                  "
setterm -reverse off
echo
echo "Welcome to Dream World BBS (Linux)"
echo
echo This system has Linux operating system and it is UNIX system.
echo If you are not sure that you like to use UNIX, or don\'t know
echo how to use it. Please, log in system as \"help\" first and read
echo more information BEFORE you log in. I must tell you that UNIX
echo is not user friendly, but many people like it anyway.
echo
echo If you like to go on, please give me ALL information correcly.
echo You can abort this \"questonaire\" with \< CTRL-C\ > anytime you like.
echo
echo -n "Your FIRST- and LASTNAME: "
read name
echo
echo -n "Street Address    : "
read street
echo -n "ZipCode and City  : "
read city
echo -n "Country           : "
read country
if test $country. = .; then country=$defcountry;fi
echo
echo "Please, remember also areacode (like: 921-4389843)"
echo
echo -n "Voice phone: "
read voice
echo -n "Data phone : "
read data
echo
echo "   1 - /bin/sh                  6 - /bin/ksh "
echo "   2 - /bin/bash                7 - /bin/sash"
echo "   3 - /bin/bwbasic             8 - /bin/tcsh"
echo "   4 - /bin/chsh                9 - /bin/zsh "
echo "   5 - /bin/csh                              "
echo
echo -n "\"default\" shell to use (or press enter): "
read shell
vara=0
if test $shell. = "9".; then shell="/bin/sh"     ; vara=1; fi
if test $shell. = "8".; then shell="/bin/tcsh"   ; vara=1; fi
if test $shell. = "7".; then shell="/bin/sash"   ; vara=1; fi
if test $shell. = "6".; then shell="/bin/ksh"    ; vara=1; fi
if test $shell. = "5".; then shell="/bin/csh"    ; vara=1; fi
if test $shell. = "4".; then shell="/bin/chsh"   ; vara=1; fi
if test $shell. = "3".; then shell="/bin/bwbasic"; vara=1; fi
if test $shell. = "2".; then shell="/bin/bash"   ; vara=1; fi
if test $shell. = "1".; then shell="/bin/sh"     ; vara=1; fi
if test $vara   =  0  ; then shell="/bin/bash"   ; vara=1; fi
setterm -clear
setterm -reverse on
echo " Welcome to Dream World BBS                                                  "
setterm -reverse off
echo
echo Now you must choose your \"login name\" it is 8 characters long
echo and contains a-z A-Z 0-9 chars.
setterm -reverse on
echo login can be 8 chars and ONE WORD !!!!!!!
setterm -reverse off
echo
setterm -underline on
echo REMEMBER. In unix upper- and lowercase letters ARE NOT SAME!
echo And use ONLY LOWERCASE letters in your login name... PLEASE!
setterm -underline off
echo
echo
vara=1
while test $vara = 1
do
        echo -n "Login: ";read login
        if test . = `grep $login":" /etc/passwd|cut -d: -f1`.
                then
                        vara=0
                        break
                else
                        echo Login is allready in use\!
        fi
done
echo
echo "Please, wait few seconds... (Don't interrupt)"
echo $login:x:$usernro:$defgroup:$name:/home/$login:$shell >> /etc/passwd
echo $usernro > /etc/default/lastuser
echo $usernro $login:"Name   : "$name    >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"Address: "$street  >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"       : "$city    >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"Country: "$country >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"Voice  : "$voice   >> /usr/adm/newuser.q-a
echo $usernro $login:"Data   : "$data    >> /usr/adm/newuser.q-a
mkdir /home/$login
cp -r /etc/skel/. /home/$login
echo -n > /usr/spool/mail/$login
chown -R $login.$defgroup /home/$login/.
chmod 660 /usr/spool/mail/$login
chown $login.mail /usr/spool/mail/$login
echo -n > /logins/$login
chmod 600 /logins/$login
chmod 700 /home/$login
chown $login.$defgroup /logins/$login
grep -v "users:" /usr/lib/aliases > /usr/lib/aliases.new
echo `grep "users:" /usr/lib/aliases`,$login >> /usr/lib/aliases.new
mv -f /usr/lib/aliases.new /usr/lib/aliases
/usr/lib/smail/mkaliases > /dev/null 2> /dev/null
passwd $login

setterm -clear
echo
echo Now try login again with you new "login"...
echo
# ------ Fim do Shell Script ------

3. Adicione o login visitor, ou outro que voc quiser:

/etc/passwd:
visitor:0:0:Visitor - Script novo usuario:/:/etc/visitor

Pronto, est feito. Quando o usurio visitor se logar, o shell script
ser rodado e ele poder criar sua nova conta e ter uma shell

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6. Segurana no Linux - Internet
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1.  Introduo / Sumrio

O Linux quando instalado, vem por padro, vrios recursos interessantes para com a Internet,
porm, se voc no tomar as devidas precaues, ter um problema grande para com os hackers
MAUS espalhados pela Internet. Se voc quer se proteger, leia os tpicos desta
seo e voc ver como se precaver desses "monstrinhos cibernticos".
Recomendo que voc faa TODAS as configuraes aqui contiads nesta seo... Ok?

O contedo desta seo foi tirada do zine rwx

E-Mail: rwx@valise.com
URL: http://www.cyberspace.org/~rwx/
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2.  Servios TCP Port

So 3 servios:

Netstat (tcp/15)
        Informa a voc todas as informaes sobre sua conexo atual (enderecos, dns, 
        portas, etc)


Systat  (tcp/11)
        Mostra qualquer/todos os processos que esto sendo rodados em sua mquina, quando
        acessado telnet na porta 11 de sua mquina, qualquer pessoa pode ver esses processos, 
        e com isso, saber o que voc est fazendo no exato momento em que voc faz!


Finger  (tcp/79)
        Apresenta informaes completas de usurios logados/no-logados em seu sistema
        (shells, diretrios, logins, etc). Existe alguns Bugs (falhas na segurana) que
        podem ser "furados" remotamente.


Para se livrar disso, e deixar seu sistema mais seguro, edite o arquivo
/etc/inetd.conf e comente(#) as seguintes linhas:

#finger stream  tcp     nowait  nobody  /usr/sbin/tcpd  in.fingerd -w
#systat stream  tcp     nowait  nobody  /usr/sbin/tcpd  /bin/ps -auwwx
#netstat        stream  tcp     nowait  root    /usr/sbin/tcpd /bin/netstat -a

Com isso, os 3 servios estaro desabilitados, e ninguem poder acessar alm do root, claro.
Para rodar os comandos, tente o que est no final da linha, como:

/bin/ps -auwwx
/bin/netstat -a
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3.  Monitorando terminais

Primeiro, esclarecendo...

O que  um Telnet Server?
         um servio que habilita um usurio acessar um terminal na sua mquina
        remotamente.

Isso geralmente, deixa o sistema muito... vulnervel, ento algumas pessoas e
administradores de sistemas(webmaster, suporte, admin) deixam o telnet server
desabilitado. Existe uma ferramente til para que possamos habilitar o telnet
server e ao mesmo tempo se precaver, esta ferramenta se chama

ttysnoop

Esse Daemon faz com que voc possa ver tudo o que est acontecendo nos
terminais(por isso o tpico "Monitorando terminais"). Ento voc poder VER
o que est acontecendo nos terminais, e se existir alguma coisa errada, pau
neles! 

Configurando o ttysnoop

1. Edite o arquivo /etc/inetd.conf para que possamos desabilitar o in.telnetd.
Comente a linha:

#telnet stream  tcp     nowait  root    /usr/sbin/tcpd  in.telnetd

2. Agora no mesmo arquivo, para habilitar o in.telnetsnoopd, descomente a linha

telnet stream  tcp     nowait  root   /usr/sbin/tcpd /usr/sbin/in.telnetsnoopd

3. Agora vamos definir em quais terminais o acesso vai ser monitorado. Para isso,
Edite o arquivo /etc/snooptab e inclua as seguintes linhas:

# tty           snoopdev        type    execpgm
ttyp0           /dev/tty6       login   /bin/login
ttyp2           /dev/tty5       login   /bin/login

Neste exemplo acima, foi definido 2 terminais para o monitoramento.
Quando algum acessar Telnet de sua mquina, simplesmente o snoopdev
ser direcionado para os consoles /dev/tty6 (ALT+F6) e /dev/tty5 (ALT+F5).

E isso s far com que voc s d acesso a Telnet em 2 terminais, e nesses
2 terminais, voc ver tudinho o que est acontecendo.

Depois de configurado tudo(huh?) isso, reinicie o sistema(reboot, shutdown, init 6)
para as alteraes se validarem por completo.
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4.  Monitorando o FTP Server

O FTP Server  um recurso muito usado na Internet por todo mundo.
Algumas mquinas e provedores desabilitam o ftp por segurana.

Mas em questo de segurana, voc pode ver tudo o que todos esto fazendo
naquele momento, atravs do comando:

tail -f /var/adm/messages

Isso mostrar informaes de quem conectou, pegou, se logou, user, pass, list, etc.
Tudo o que voc precisa saber, e at mais!
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5.  Protegendo suas senhas (pppd)

O PPPD armazena informaes de uma conexo com um provedor totalmente, inclusive
qual seu username e password. Isso armazenado no arquivo

/var/adm/debug

Esse arquivo vem com a permisso READ TO ALL (veja 2.11. Permisses, e isso no
 bom para a sade da mquina... Tire essa permisso:

chmod go-rwx /var/adm/debug

H tambm outros arquivos que  bom fazer tambm. Como:

chmod go-rwx /var/adm/messages
chmod go-rwx /var/adm/syslog

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6.  /etc/host.allow e /etc/host.deny

Para o acesso a algum servio do Linux , a seqncia  a seguinte :
  
  - Verifica-se se o IP e o servio esto no hosts.allow , se estiverem
acesso garantido (Mesmo se o Ip e o servio estiverem no hosts.deny que
no so checados se encontrados no hosts.allow)
  
  - Verifica-se se o IP e o servio esto no hosts.deny , se no estiverem
acesso garantido 

  - Se o IP no estiver no hosts.allow mas tambm no estiver no
hosts.deny , o acesso  garantido.

* Hosts.deny - Contm os hosts que NO podem acessar a certos servios
na sua mquina

Sintaxe : 
servico:IP

Exemplo : 
in.fingerd:200.00.00.00
   |         |
   |         O IP da mquina que no poderia acessar tal servio
   |- Servio , no caso o finger 

Obs: Podemos usar alguns Wildcards como All ou Local 

Ex:
in.fingerd:All   - Significa que nenhum IP poder acessar o servio em questo.
All:All except local   - Significa que nenhum IP exceto IPs locais
possam acessar o servio , no caso todos os servios disponveis.

* Hosts.allow  -  o arquivo aonde contm os servios que certo IPs podem acessar .

Sintaxe: Parecida com o do hosts.deny s que essa linha garante acesso 
Servico:IP

Exemplo :
in.fingerd:200.1.1.1 
  Garante acesso ao IP 200.1.1.1 ao servio finger

All:200.20.20.20 
  Garante acesso a 200.20.20.20 a todos os servios disponveis

Obs:  importante ressaltar , que podemos colocar vrias linhas em ambos
os arquivos , podendo entao anular ataques de certos IPs.


* Truque
Bem , agora a parte mais esperada , o truquezinho que podemos fazer com o
hosts.deny .

No hosts.deny coloca-se :

All:All: twist /var/noaccess %h %d ; \
         /bin/echo -e "%h tentou acessar %d " >> /var/log/security.log ;

Essa linha far o seguinte , todo IP que tentar acessar qualquer servio
de sua mquina , ir executar o programa noaccess e ira logar o IP da
mquina e o servio que tentou acessar no arquivo /var/log/security.log

Voc se quiser dar acesso a alguma mquina aps a incluso desta linha no
hosts.deny , coloque no hosts.allow , tipo :

in.telnetd:127.0.0.1
para dar acesso telnet ao loopback.

A baixo vai o programa noaccess.c em ASCII:

noaccess.c

Compile esse noaccess com gcc -o noaccess noaccess e coloque no dir /var e
pronto!

Se quiser checar os logs de quem quis acessar sua mquina , tente um

cat /var/log/security.log

ou recomenda-se deixar um console rodando

tail -f /var/log/security.log

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7.  CheckList de Segurana - Itens para um sistema seguro

Copyright 1994-1997 Pangia Informtica Ltda 
All commercial Rights reserved 


            [Planejamento] [Usurios/Senhas] [Root] [Sistema de Arquivos] [Contas de Usurios] [Dados] 
                  [Arquivos de logs] [Ameaas] [Ameaas via Rede] [Segurana em Roteadores] 


     Planejamento: 
          Identifique o que voc precisa protejer 
          Escolha as prioridades pra segurana 
          Especifique normas para emergencias 
          Eduque seus usurios 

     Usurios/Senhas 
          Certifique-se que cada usurio tenha uma conta individual 
          Confirme se cada usurio possui senha 
          Verifique se sua instalao pode rejeitar senhas com menos de 6 caracteres 
          Consiga e rode programas que tentam achar senhas frgeis. (Crack, Cracklib) 
          Considere a possibilidade de usar programas que geram senhas. 
          Nunca transmita senhas por telefone ou e-mail. 
          Certifique-se que o arquivo de senhas s pode ser lido pelo "root". 
          Considere a possibilidade de trocar as senhas em intervalos regulares. 

     Root 
          Iniba a entrada do "root" de qualquer terminal (deixe, no mximo, a console). 
          Entre com sua conta comum e ento use "su" para tornar-se "root". 

     Sistema de Arquivos 
          Procure por programas que tenham SUID/SGID ligados. 
          Procure por arquivos com permisso para gravao, que so disparados por alguma ferramenta especfica (.exrc,
          .profile, .pinerc, .kshrc, .login, /etc/sendmail.cf, /etc/profile, etc) 

     Contas de Usurios 
          Remova contas inativas. 
          Use rksh ou rsh quando necessrio. 
          Certifique-se que todas as contas tem senha. 
          Evite criar contas pra rodar um nico programa. 
          Jamais crie outras contas com id 0 (mesmo do root). 

     Dados 
          Faa cpias de segurana regularmente. 
          Certifique-se que as cpias podero ser recuperadas numa emergncia. 
          Use mecanismos de veficao de integridade de programas e arquivos. (por exemplo checksum md4/5 ou pdf) 
          Certifique-se que os sistemas de arquivos tem as permisses corretas. 
          No habilite SUID/SGID em scripts (shell ou perl) 
          Elimine as permisses de gravao nos "devices" dos terminais, "pseudo terminais" principalmente. 

          Certifique-se que os arquivos comeados com "." no tem permisso pra gravao por ninguem. 
          Remova todos os shells (csh, zsh, ash, etcsh) que no estiver usando. 
          Considere rodar regularmente programas que identificam falhas de segurana no Unix, tais como COPS, Tiger,
          Medusa, etc. 
          Guarde uma listagem dos programas que tem SUID/SGID e compare-a com cada nova verificao. 
          Remova TODOS os utilitrios que no forem necessrios na mquina, tais como: cc, perl, awk, etc. 

     Arquivos de Logs 
          Rode o comando "last" e "who /var/adm/wtmp" regularmente. 
          Verifique os arquivos de auditoria regularmente 
          Verifique o arquivo sulog. 
          Verifique os arquivo gerados pelos Daemos com: 
               xferlog (ftpd) syslog (syslogd) messages (syslogd) access_log (httpd) 

OBS: o /etc/syslog.conf permite uma grande varideade de possibilidades de log, e de arquivos para cont-los 

     Ameaas 
          Nunca instale software desconhecido, sem os fontes para exame. 
          Evite usar scripts com SUID/SGID, examine data e permisses. 
          Jamais coloque "." na varivel de ambiente PATH do "root". 
          Vefique periodicamente os arquivos de rc e data de modificao de programas. 
          Examine a varivel de ambiente PATH de todos os scripts que for executar. 
          Garanta que nenhum programa com SUID/SGID permita sada para o shell. 
          Examine os programas que permitem passar o usurio com parmetro. 

     Ameaas via Rede 
          Examine o /etc/hosts.equiv e todos os .rhosts, caso voc deseje usar os comandos "r" (rlogin, remsh (rsh), rexec,
          rcp, retc :-)). 
          NOTA: este recurso  altamente condenado, no aspecto segurana. 
          Desabilite TODOS os recursos de rede que NO estiver usando. 
          Substitua (se quiser manter habilitado) o fingerd, por uma verso segura. 
          Verifique (e instale) a verso mais recente do Sendmail. 
          Desabilite, se possvel, o servio de TFTP. (Candidato a servio mais inseguro) 
          Certifique-se que a verso do FTP anonymous  segura. 
          Jamais coloque o mesmo arquivo /etc/passwd no diretrio do ftp anonymous. 
          Jamais crie diretrios cujo dono seja o usurio "ftp" (servio FTP). 
          Desabilite o servio de NFS para maquinas remotas. 
          Use um POPD que tenha arquivo de senhas prprio, ou ao menos permita desconexo aps n (poucas)
          tentativas. 
          Remova o programa phf do diretrio .../httpd/cgi-bin. (servio http). 
          Remova tambm os programas test-cgi e nph-test-cgi diretrio .../httpd/cgi-bin. (servio http). 
          Jamais coloque algum interpretador (perl, csh, ksh, etc) no diretrio .../httpd/cgi-bin (servio http). 
          No crie links que usem o perl ou shell para disparar programas. 

     Segurana em Roteadores 
          Troque ou cadastre uma senha no roteador antes de ligado definitivamente `a Internet, seguindo as mesmas
          regras para senhas de usurio. 
          Desabilite, se possvel, o acesso remoto ao 'login' do roteador. 
          Desabilite os servicos internos (chargen, echo, etc). 
          No caso de roteadores Cyclades, troque no s a senha de fbrica como tambm o nome do superusurio. 
          Desabilite todos os protocolos desnecessrios (RIP, BGP, etc). 
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8.  Dicas de Segurana

Limite o numero de programas que necessitem SUID root no seu sistema. 
     Programas SUID root sao programas que quando rodam, rodam no nivel de root (Deus no mundo do UNIX). Algumas
     vezes e' preciso mas muitas vezes nao. Os programas SUID root podem fazer qualquer coisa que o root pode tendo um
     alto nivel de responsabilidade a nivel de seguranca. As vezes eles fazem, as vezes nao e quando nao fazem, usuarios
     podem as vezes pegar o root para fazer coisas que nem pode imaginar. Aqui e' onde entram os exploits. Um exploit e'
     um programa ou script que vai pegar o SUID root para fazer muita coisa ruim. (Dar shells de root, pegar arquivos de
     senhas, ler mails de outras pessoas, deletar arquivos).

Rodando programas com privilegio minimo no acesso. 
     Como foi dito antes, alguns programas nao precisam de root para roda-los , mas precisam de um alto acesso para o
     usuario normal. Aqui e' onde comeca a ideia do privilegio minimo de acesso. Por exemplo, a LP (linha de impressora)
     possui comandos que precisam de alto acesso para o usuario normal (para acessar a impressora), mas nao precisa
     roda-los como root. Entao, uma pequena coisa a fazer e' criar um usuario (/bin/true como shell) e um grupo chamado lp
     e fazer com que qualquer usuario possa rodar qualquer dos comandos de LP e fazer tudo com os comandos LP que
     tiverem como owner e grupo o lp. Isto fara com que o lp possa fazer seu trabalho (administre as impressoras). Entao se
     o usuario lp estiver compromissado, o invasor realmente nao vai dar um passo de root no seu sistema. Agora paraalguns
     programas que sao SUID root, crie um usuario e um grupo para o programa. Entretanto, algumas pessoas se enro lam
     quando botam a maioria desses programas SUID no mesmo usuario e grupo. Isto e' ruim! Realmente ruim!. O que voce
     precisa fazer e' botar todo o pro grama que inicie como root para usuario de privilegio minimo.

Desabilitando servicos que voce nao precisa ou nao usa. 
     Se voce nao usa rpc.mountd, rpc.nfsd ou outros daemons parecidos, nao rode-os. Simplesmente kill -9 nele e va nos
     scripts em /etc/rc.d e comente-os. Isto aumentara a memoria, CPU e e' um meio de se prevenir de invasores que tentam
     obter informacoes sobre seu sistema e, claro, pegar root nele.

Tenha sempre os mais recentes /lib's. 
     Os arquivos em /lib's sao codigos share, quando um programa precisa de uma certa peca do codigo, ele simplesmente
     vai e pega este codigo (assumindo que este nao esta compilado no codigo). A vantagem nao seria outra; Programas sao
     compilados menores, se uma peca do codigo lib esta desaparecida, vc pode simplesmente fazer um upgrade.
     Desvantagens; o codigo desaparecido em /lib vai afetar alguns programas e se um invasor por suas maos no lib's, vc
     realmente estara com dificuldades.
     A melhor coisa a fazer corretamente os upgrades para as lib's e checar o tamanho e data frequentemente nas alteracoes.

Encriptando nas conexoes. 
     O pacote Sniffing e' simplesmente o melhor meio para pegar passwords. O sniffer se acomoda em uma maquina, em
     uma subrede nao encriptada e o rendimento sera centenas de passwords. Nao somente dos computadores locais, mas
     tambem de outras redes de computadores. Agora voce pode dizer para voce mesmo, "Mas eu tenho Firewall na minha
     rede, entao estou seguro". "Besteira". Um estudo recente mostrou que uma parte dos sniffers atacam por tras dos
     firewalls. (O "bom lado"). Veja alguns programas seguros da lista de pacotes de encriptacao fora daqui.

Instale wrappers para /bin/login e outros programas. 
     Wrappers sao programas pequenos mas muito eficientes que filtram o que esta sendo enviado para o programa. O login
     wrapper "remove todas as instancias de varias variaveis do ambiente" e o wrapper do sendmail faz mais ou menos o
     mesmo.
Mantenha seu Kernel na ultima versao estavel. 
     Esta dica realmente e' aplicada a pessoas que possuem usuarios no seu sistema. Kernels antigos possuem seus bugs
     conhecidos por qualquer pessoa e as vezes sao muito instaveis. Veja o ldt-exploit.c. Kernels 2.0.X tendem a serem
     mais rapidos que os 1.2.X e, e' claro, mais estaveis.

Quando estiver configurando seu kernel somente compile no codigo o que voce precisar. 
     Quantro razoes vem em mente: O Kernel vai ficar mais rapido (menos codigos para rodar), voce vai ter mais memoria,
     ficara mais estavel e partes nao necesarias poderao ser usadas por um invasor para obter acesso em outras maquinas.

Deixe o pessoal do lado de fora saber o minimo possivel sobre seu sistema. 
     Um simples finger para o sistema da vitima pode revelar muitas coisas sobre seu sistema; Quantas usuarios, quando o
     admin esta dentro, ver o que ele esta fazendo, quem ele e', quem usa o sistema e informacoes pessoais que podem
     ajudar um invasor a conseguir senhas de usuarios. Voce pode usar um po tente finger daemon e limitar quem pode
     conectar ao seu sistema e exibir o minimo possivel sobre seu sistema.

Escolha boas senhas. 
     Simplesmente ponha, senhas ruins e' a chave para penetrar em seu siste ma. Se voce instalar o shadow em uma Box,
     voce pode escolher para filtrar senhas ruins, tipo login: kewl, password: kewl, esta senha ja nao seria aceita, e isto e'
     uma boa ideia.
     Sempre que voce tiver uma pequena quantidade de pessoas no seu sistema, e eles sao amigos, algum usuario nao
     convidado pode obter root e fazer um `rm -rf /'.

Se voce puder, limite quem pode conectar ao seu Linux. 
     Se possivel, bloqueie o acesso telnet de fora da subrede. Certamente que seja mais seguro e voce vai ter a sorte de nao
     ter seu sistema danifica do por estranhos.

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9.  Programas para segurana

Shadow In A Box As ultimas versoes do Slackware ja possuem suporte ao Shadow Passwording dentro. Mas este esta
     desatualizado. O mesmo que nao te-lo !. Entao, criei um link para o local onde ele se encontra. Procure pelo shadow
     pois os atualizados nunca ficam com o mesmo nome e com isso o link nao funcionaria.

     The NetKit's e' um pacote que possui varios programas destinados a seguranca do sistema. Mas nao rode os servicos
     que voce nao vai utilizar!

     Tcp Wrappers Alguns dos daemons que vem junto com algumas distribuicoes do Linux nao sao muito boas em fazer
     log, e alguns daemons nao fazem nenhum log. Entao, este e' o Tcp Wrappers. Antes que qualquer aplicativo TCP possa
     conectar, este pode ser processado pelo Tcp Wrappers para checar se a pessoa que esta chamando esta banida de
     conexao. (via /etc/hosts.allow e /etc/hosts.deny). Ele e' muito bom se voce deseja limitar quem pode conectar nos seus
     sites. Ele roda na maioria dos sistemas Linux.

     Crack 5.0a Apenas porque possui seus passwords shadowed, nao quer dizer que alguns usuarios nao podem pega-los.
     Se voce forcar os usuarios a escolherem boas senhas, as chances de alguem pegar seu arquivo de senhas shadow e
     conseguir algumas senhas para acesso no sistema diminuem bastante. Crack 5.0a fixa este problema crackeando seus
     passwords com dicionarios e exibe informacoes sobre senhas encontradas no arquivo passwd.

     Tripwire Bom, se alguem invade seu sistema e voce nao tem ideia de quais arquivos foram modificados ou instalados
     cavalos de troia! bom, se voce tiver o Tripwire instalado, configurado corretamente, e tem um arquivo de configuracao
     atua lizado, voce podera saber. Tripwire scaneia o sistema e checa os tamanhos, datas e outras coisas sobre os
     arquivos exibindo todos os arquivos que tiveram algumas de suas caracteristicas alteradas.

     COPS 1.04 Este pacote vem do famoso Dan Farmem e tem algumas utilidades. Ele contem alguns programas de
     seguranca e tambem alguns script para ajudar voce a proteger seu sistema. Nao deixe de ver.

     Secure Shell Home Page Secure shell daemon. Grande utilitario para enciptacao de conexoes. Util para evitar que
     hackers observem suas conexoes. Provem de autenticacao, faz seguranca em conexoes de xwindows ( MUITO
     LEGAL !) e em alguns casos faz seguranca em conexoes telnet e muito mais.

     qmail Okay, neste caso temos apenas duas palavras a dizer: SENDMAIL SUCKS! Ele e lento, cheio de bugs e falhas
     de seguranca, melhor, nao tem senso de seguranca e eh um pedaco de merda. Qmail eh um programa menor, mais
     rapido e muito mais seguro que o sendmail e nao possui nenhum dos problemas de seguranca que o sendmail possui.
     Qmail pode fazer tudo o que o sendmail pode fazer, exceto dar acesso root :) e nao requer um PHd para configurar.

     Fefe's finger daemon Um simples e pratico finger deamon que eh tudo o que voce precisa. As opcoes mais legais sao:
     Nao necessita de root para rodar, nao revela muito sobre o usuario (ultimo acesso, mail, shell), nao permite finger no
     sistema, faz log total e previne certos tipos de ataques de usuarios locais.

     Sendmail Por seguranca, nao pegue isto. Delete sendmail e instale o Qmail. Mas se voce insiste, aqui tem um link para a
     ultima versao do sendmail.

     xinetd Um programa para substituir pelo famoso inetd. Inetd observa portas e inicializa programas quando alguem
     conecta em alguma das portas. Xinetd oferece mais mais controle e configuracao sobre suas portas do que o inetd e eh
     mais seguro tambem.

     lsof Lista todos os arquivos abertos no seu Linux. Bom para prevenir algum tipo de ataque. Este programa vai dizer a
     voce se alguma coisa esta rodando um sniffer e ele vai logar tudo sobre o invasor em seus arquivos de log.

     pidentd 2.5.1 Outro inetd daemon que eh mais configuravel e seguro que o simples inetd do Linux.

     rhosts.dodgy Este script vai checar o seu .rhosts por '+ +' e outras coisas que nunca poderiam estar nele. Eh escrito em
     perl e eh facilmente configurado. Ponha ele em seu contrab e ele fara a checagem a cada 15 minutos.

     ICMPinfo 1.11 Idem ao TCP Dump, exceto que as palavras trabalham com pacotes ICMP (Ping). Este programa
     detecta qualquer tipo de pacote ICMP enviado a voce.

     TCP Dump Mostra a voce uma grande quantidade de informacoes sobre todas as suas conexoes via TCP. Isto serve
     para administradores de sistema. Rode-o durante um ataque e o atacante sera exibido e logado.

Links para os programas acima respectivamente:

ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/system/Admin/
ftp://ftp.uk.linux.org/pub/linux/Networking/
ftp://ftp.win.tue.nl/pub/security/
ftp://ftp.ox.ac.uk/pub/comp/security/software/crackers/
ftp://coast.cs.purdue.edu/pub/COAST/Tripwire
ftp://info.cert.org/pub/cops/1.04/
http://www.cs.hut.fi/ssh/
http://www.qmail.org/
ftp://ftp.fu-berlin.de/pub/unix/security/ffingerd/
ftp://ftp.cs.berkeley.edu/ucb/sendmail/
ftp://ftp.telebase.com/pub/security/
ftp://vic.cc.purdue.edu/pub/tools/unix/lsof/
ftp://ftp.csc.ncsu.edu/pub/security/
http://gopher.metronet.com:70/0/perlinfo/scripts/admin/rhosts.dodgy.pl
ftp://hplyot.obspm.fr/net/
ftp://sunsite.unc.edu/pub/Linux/system/Network/management/

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8. Sobre este Manual
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1.  Este manual tem Copyright?

Bem, Copyright ele no tem no! Pode copi-lo  vontade, porque acho que esse negcio 
de Copyright em coisas pblicas  a maior besteira!!! 

Alis, eu quero que voc copie ele, coloque em sua pgina, distribua aos amigos e v 
anunciando ele! Mas por favor, seja um Membro do Clube The Linux Manual


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2.  Bugs reportados

Os Bugs reportados da Verso 2.5 foram:

   Conectando-se  Internet:
     Esqueci de falar que depois de sair do minicom, rodasse o pppd para 
     estabelecer a conexo com o provedor. Conforme descrito na atual seo:
     Conectando-se  Internet atravs do programa Minicom



Os Bugs reportados da Verso 3.0 foram:

   Usando o LILO para gerenciar parties:
     Troquei as bolas... Nas primeiras linhas tem falando sobre o arquivo
     "/dev/lilo.conf", ARRRGHH! No  /dev/lilo.conf e sim "/etc/lilo.conf".
     Desculpem o erro fatal..  coisa de maluko esse meu eu... !!!



Os Bugs reportados da Verso 3.1 foram:

   Inicializando seu Linux diretamente no X-Windows
     Troquei as bolas de novo... nas duas partes do slackware, para mudar 
     id:3:initdefault: para id:4:initdefault:
     e para tirar 
     id:4:initdefault: para id:3:initdefault:

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3.  Como ajudar o manual

Para ajudar o manual, saia distribuindo ele pra todo mundo, divulgue ele, etc.
Voc tambm pode corrigir erros... Dar sua opinio... Ou at sugesto atravs do meu E-Mail

E tambm, mas no menos importante, Junte-se a ns no Clube The Linux Manual.

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4.  Formatos em que este manual est disponvel

HTML:

     manual.zip - "Zipped"
     manual.gz - "Gziped" 



Txt:

     manualt.zip - "Zipped"
     manualt.gz - "Gziped" 

Mande-me e-mails para lhe mandar os respectivos arquivos.
hugo@netdados.com.br

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Hugo Cisneiros
E-Mail: hugo@netdados.com.br
The Linux Manual: http://www.netdados.com.br/tlm/

