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DIVERSIDADE E DISTRIBUIÇÃO DOS ODONATA (INSECTA)

NO ESTADO DE SÃO PAULO, BRASIL:

PARTE I – LISTA DAS ESPÉCIES E REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS ()

(Com 1 figura)

 

 

JANIRA MARTINS COSTA ()

Museu Nacional

Universidade Federal do Rio de Janeiro

ANGELO BARBOSA MONTEIRO MACHADO ()

Universidade Federal de Minas Gerais

FREDERICO A.A. LENCIONI ()

São Paulo

TATIANA CHRYSOSTOMO SANTOS ()

Museu Nacional

Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

 

 

O conhecimento das faunas regionais é importante para fornecer dados numéricos que se aproximem mais da realidade das espécies existentes no Brasil. O Estado de São Paulo representa o maior centro industrial da América do Sul, o que compromete seus ambientes naturais e acarreta a degradação do hábitat de muitas espécies, uma vez que se tornam vulneráveis à ação do homem. Segundo IBGE (1997) a população do estado, em 1996, era de 34.119.110 habitantes.

Com base no acervo do Museu Nacional-Rio de Janeiro, de outras Instituições, de coleções particulares e na bibliografia, a biodiversidade odonatológica do Estado de São Paulo abrange 12 famílias, 78 gêneros, 251 espécies registradas, 116 das quais possuem larvas conhecidas (cerca de 46%) e 16 espécies novas a serem descritas (não incluídas na lista), totalizando 267 espécies. Novos registros poderão ser incluídos posteriormente e chaves de identificação para as espécies encontram-se em elaboração (Parte II).

 

FISIOGRAFIA DO ESTADO DE SÃO PAULO

O Estado de São Paulo situa-se na região Sudeste do Brasil. Segundo IBGE (1997), abrange uma área de 248.808,80km2; sua posição geográfica se define pelas coordenadas 20ΊS à 25ΊS e 44ΊW à 53ΊW (Fig.1) e limitam a área territorial às linhas divisórias com os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além de um trecho litorâneo que se estende por 622km.

Segundo GUSMÃO (1990) originalmente 81,8 % (203.354,80km2) da área do estado foi coberta por florestas (Mata Atlântica), observando-se nos últimos anos um nítido declínio das áreas florestadas. Em 1990 restavam apenas 7,16% (14.560,20km2) dos quais 45,77% (6.664,20km2) são formados por áreas protegidas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fig.1- Mapa do Estado de São Paulo com as respectivas localidades de registro para as espécies de Odonata (IBGE, 1997, adaptado).

A região sudoeste do estado é caracterizada pela presença de duas cadeias de montanhas: Serra do Mar e Serra da Mantiqueira. A Serra do Mar é formada por florestas do tipo umbrófila densa, com árvores cuja altura média é de 15m, possuindo árvores emergentes de até 40m. O clima é quente, super úmido, sem estação seca. O solo é de origem metamórfica do Arqueozóico. A Serra da Mantiqueira é predominantemente umbrófila mista, de clima quente úmido com 3 meses secos, caracterizados pela presença do Pinheiro-do-Paraná (Araucaria angustifolia) e sub-bosque formado principalmente pelo Pinheiro bravo (Podocarpus lamberti). O solo é de origem sedimentar e/ou magmático e sedimentar do Proterozóico. Nessa formação montanhosa encontra-se o ponto mais alto do Estado (Pedra da Mina) com 2.070m localizado na cidade de Campos do Jordão. Entre a Serra do Mar e da Mantiqueira, se encontra o Vale do Paraíba cuja vegetação predominante é o Cerrado, vegetação semelhante à savana (IBGE, 1997), sendo o solo de origem magmática do Proterozóico superior com clima mesotérmico brando, super úmido (sem seca).

A Região noroeste do estado é caracterizada pela presença de Floresta Estacional semidecídua (Floresta Tropical subcaducifólia), possui árvores de altura média entre 25 e 30m; seu solo é predominantemente formado por rochas sedimentares (arenito) de origem Mesozóica. A principal cultura agrícola nessa região é a de cana-de-açúcar que, além do esgotamento do solo e da poluição causada pelas queimadas, é um dos elementos responsáveis pela poluição de rios e riachos da região devido ao lançamento dos subprodutos, pelas indústrias, da destilação do álcool.

Segundo IBGE (1997) a área central do estado é caracterizada pela ocorrência de vegetação do tipo Cerrado, sendo que o clima varia no sentido norte/sul, de subquente úmido com 3 meses secos a quente, super úmido, sem seca. Em pelo menos 2/3 o inverno é demarcado por um período de seca de 5 a 6 meses; o solo na faixa central é de origem magmática (vulcânica basáltica) do Mesozóico, com uma estreita faixa de origem sedimentar do Paleozóico. O clima do Estado de São Paulo é predominantemente quente e úmido. As temperaturas mais elevadas são registradas no litoral e região noroeste do estado e as mais baixas na Serra da Mantiqueira.

A diversidade de ecossistemas aquáticos é representada pelos rios encachoeirados, do complexo serrano formado pela Serra do Mar e Serra da Mantiqueira, riachos, lagos, lagoas, além de pântanos, brejos, poças, etc.

Para as localidades onde os espécimes foram coletados e/ou registrados na bibliografia, utilizou-se as coordenadas geográficas de acordo com IBGE (1960, 1972 e 1998).

 

considerações gerais

As informações aqui apresentadas foram extraídas da bibliografia disponível, dos cadernos de campo (desde a primeira excursão, Exc.01, realizada em Pirassununga, SP, no período de novembro/1938 a fevereiro/1939 até a última, Exc.562, em Promissão, SP, em 13/outubro/1985) do Dr. Newton Dias dos Santos – Pesquisador do Museu Nacional, durante os anos 1938-1988 – e observações pessoais dos autores.

CALOPTERYGIDAE – Os dois gêneros registrados no Estado de São Paulo são Hetaerina Hagen, 1853 e Mnesarete Cowley, 1934. MUNZ (1919) não encontrou caracteres consistentes para separar os dois gêneros. GARRISON (1990) na minuciosa revisão do gênero Hetaerina mencionou dificuldades para separar com segurança os dois gêneros, incluindo em Mnesarete as espécies com reticulação no espaço médio basal e os machos sem coloração vermelha na base da asa exceto Mnesarete pudica. Além desses caracteres citados por GARRISON (op. cit.), observa-se que nas espécies analisadas de Hetaerina a nervura RS se apresenta ligeiramente ou fortemente separada da nervura R1, enquanto que nos exemplares de Mnesarete a nervura RS apresenta-se unida em sua origem com a nervura R1. O gênero Hetaerina é representado no Estado de São Paulo por seis espécies e Mnesarete por três espécies, uma delas com duas subespécies. A subespécie Mnesarete pudica phryne é restrita à localidade de Lavrinhas, zona de contato entre as populações de M. pudica pudica e M. pudica phryne (COSTA, 1986a). KIRBY (1890) registrou M. pudica para o estado sem citar a localidade. Das dez espécies de Calopterygidae citadas para São Paulo, cinco têm larvas conhecidas: Hetaerina auripennis, H. brightwelli e H. hebe (SANTOS, 1988), Mnesarete globifer (CARVALHO & NESSIMIAN, 1998), M. pudica pudica (COSTA, 1986a). Duas espécies novas de Hetaerina e duas de Mnesarete encontram-se em fase de preparação.

DICTERIADIDAE – Essa família tem distribuição exclusiva na América do Sul e é representada, de acordo com GARRISON (2000) e STEINMANN (1997a), por dois gêneros: Dicterias Selys, 1853 e Heliocharis Selys, 1853. H. amazona Selys, 1953 ocorre em São Paulo. No hábitat, os machos são facilmente observados pousados sobre a vegetação marginal dos rios e as fêmeas raramente são avistadas. A larva de H. amazona foi descrita por SANTOS & COSTA (1988) do Estado do Amazonas.

LESTIDAE – Nessa família se agrupam espécies de porte médio, que podem ser facilmente reconhecidas pelo hábito de pousar sempre com as asas entreabertas e ligeiramente levantadas. As asas apresentam grande reticulação quando comparadas com as demais espécies de Zygoptera. São conhecidas quatro espécies para São Paulo; Lestes bipupillatus e Lestes paulistus parecem ser as mais comuns. CALVERT (1909) citou L. dichrostigma, L. mediorufus e L. paulistus sem definir a localidade de registro no estado. Das espécies listadas, apenas, L. bipupillatus tem larva conhecida (COSTA & CARNEIRO, 1994b). Uma espécie nova de Lestes, aguardando descrição, encontra-se depositada na coleção do Museu Nacional-Rio de Janeiro.

PERILESTIDAE – As espécies dessa família são muito parecidas com as da família Lestidae na forma do corpo e dos apêndices anais porém, no ambiente natural pousam com as asas mais aderidas ao corpo e na estrutura da asa, o ângulo posterior do quadrângulo alcança o bordo da asa, unindo-se à nervura Cu1 e à nervura Cu2. Em Lestidae, as nervuras, Cu1 e Cu2 são visivelmente separadas. São citadas para o Brasil oito espécies, das quais duas ocorrem em São Paulo: Perilestes fragilis e P. gracillimus, aqui registradas pela primeira vez. P. gracillimus parece ser uma espécie de altitude, uma vez que os exemplares examinados foram coletados a 1.800m.

MEGAPODAGRIONIDAE – Os representantes incluídos nessa família são facilmente reconhecidos por apresentarem um pterostigma grande e nervuras suplementares intercaladas na parte distal da asa. Ocorrem em São Paulo três gêneros e sete espécies. Heteragrion beschkii, H. flavittatum e H. ovatum são registradas pela primeira vez; H. dorsale citada por SANTOS (1966c), da Serra da Bocaina, é comum em São Paulo. Heteragrion beschkii foi largamente coletada e observada em Jacareí, Iguape e Pindamonhangaba. Uma nova espécie de Heteragrion do Estado de São Paulo será descrita oportunamente. O gênero Megapodagrion listado nas anotações de N.D.Santos como Megapodagrion sp. da Serra da Bocaina foi por nós identificado como M. megalopus e é registrado pela primeira vez em São Paulo. Das cinco espécies de Heteragrion registradas para São Paulo somente H. aurantiacum tem larva conhecida (SANTOS, 1968d). A posição de contortum no gênero Megapodagrion Förster não é aceita pelos taxônomos modernos, sendo citado por RACENIS (1959) no subgênero Allopodagrion, por GARRISON (1993, 2000) e BRIDGES (1994) no gênero Allopodagrion. A posição de STEINNMAN (1997a) não reflete a da maioria dos odonatólogos. O nome correto é Allopodagrion contortum (Hagen in Selys, 1862).

PSEUDOSTIGMATIDAE – Nessa família se agrupam os maiores espécimes da subordem Zygoptera, reconhecidas à primeira vista pelo grande tamanho do abdome e das asas, sendo os odonatos de maior comprimento na América do Sul (15-17,5cm). Até o presente um só gênero – Mecistogaster, com duas espécies – é registrado para São Paulo: M. amalia, citada por SELYS-LONGCHAMPS (1886) e CALVERT (1908) e M. asticta citada, sem a localidade, por CARVALHO (1999).

PROTONEURIDAE – Várias espécies delicadas, em sua quase totalidade ocorrentes em ambientes lóticos, se agrupam nessa família. Entretanto, as larvas de Roppaneura beckeri vivem na água acumulada nas bainhas das folhas de umbelíferas do gênero Eryngium (MACHADO, 1976). A maioria das espécies de protoneurídeos apresenta o hábito de voar lentamente, à baixa altura, quase tocando a superfície da água. Os representantes dessa família são facilmente reconhecíveis pela redução da nervura Cu2 ou mesmo por sua ausência. Cinco gêneros e oito espécies são encontrados no Estado de São Paulo. Epipleoneura williamsoni é citada para Ribeirão de São Vicente e Pirassununga (SANTOS, 1957). Epipleoneura venezuelensis, Neoneura bilinearis, Peristicta aeneoviridis, Idioneura ancilla e Neoneura fulvicollis são registradas pela primeira vez. E. venezuelensis e P. aeneoviridis são encontradas em grande número nas localidades Jacareí e Rio Claro, respectivamente. MACHADO (1985b) propôs a colocação de Phasmoneura ciganae, P. itatiaiae e P. ephippigera em um novo gênero distinto de Phasmoneura, o que foi feito por LENCIONI (1999) criando Forcepsioneura para as espécies citadas e para F. garrisoni de São Paulo. MACHADO (1999) colocou ciganae na sinonímia de sancta. Assim o nome correto é Forcepsioneura sancta (Hagen in Selys, 1860) – encontrada em São Paulo, mas nunca em grande número. Idioneura ancilla, Neoneura bilinearis e Peristicta aeneoviridis têm larvas conhecidas (SANTOS, 1988; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998).

COENAGRIONIDAE – Estão incluídas nessa família as formas de menor tamanho e também as mais delicadas. É a família mais representativa dentre os Zygoptera, com 16 gêneros e 57 espécies registradas para São Paulo. São registradas pela primeira vez para o estado 23 espécies e quatro novas encontram-se em preparação. Acanhtagrion gracile, A. truncatum, Argia lilacina, Homeoura chelifera, Oxyagrion hempeli, O. terminale e Tigriagrion aurantinigrum são espécies de ampla distribuição e sempre em grande número nas localidades de ocorrência. Cyanallagma interruptum e Nehalennia minuta selysi foram coletadas somente em Pirassununga. Oxyagrion é o gênero melhor representado com 16 espécies, das quais 12 têm larvas conhecidas PUJOL-LUZ & COSTA, 1987; SANTOS, COSTA & PUJOL-LUZ, 1988; SANTOS & COSTA, 1988; COSTA, 1978a, 1979a-b, 1980, 1981, 1986a-b, 1987, 1988; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998; COSTA, IRINEU-DE-SOUZA & SANTOS, 2000). A larva de Oxyagrion brevistigma citada por CARVALHO & NESSIMIAN (1998) para Itatiaia, Rio de Janeiro, pertence a O. simile Costa (1978b). Acanthagrion é representado por sete espécies e somente A. gracile tem larva conhecida (SANTOS, 1988; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998). São registradas seis espécies de Argia, das quais somente A. sordida possui larva conhecida (SANTOS, 1968e, 1988; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998). Homeoura chelifera, H. silviae, Ischnura capreolus e I. fluviatilis têm larvas conhecidas (Santos, 1988; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998; FONSECA & PUJOL-LUZ, 1999). Leptagrion é registrado com seis espécies, das quais cinco possuem larvas conhecidas (SANTOS, 1988; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998). Telagrion macilentum e T. longum são as únicas espécies do gênero registradas para São Paulo – primeiro registro de ocorrência do gênero no estado. Das cinco espécies de Telebasis listadas, T. filiola é registrada pela primeira vez para São Paulo; os hábitats das larvas de T. filiola e T. corallina são conhecidos (CARVALHO & NESSIMIAN, 1998). Enallagma novaehispaniae representa o primeiro registro do gênero para São Paulo.

AESHNIDAE – Incluídas nessa família estão as formas de vôo mais velozes e de maior porte entre os Anisoptera. As asas posteriores, principalmente dos machos, apresentam o triângulo anal formado por 2-4 células. Os adultos são facilmente reconhecidos pela semelhança entre os triângulos das asas anteriores e posteriores. Nove gêneros e 19 espécies ocorrem em São Paulo. Castoraeschna januaria é listada pela primeira vez. Coryphaeschna perrensi, Gynacantha bifida e Remartinia luteipennis são espécies de ampla distribuição no estado. Os exemplares de Neuraeschna costalis citados por BELLE (1989) da Coleção Ângelo Machado, foram coletados em Guaratuba e os coletados por N.D.Santos em Pirassununga, citados em suas anotações de campo, não foram localizados na Coleção do Museu Nacional. MUZÓN & ELLENRIEDER (1997) discutiram a relação entre Aeshna variegata e A. peralta e presumiram que os exemplares de A. peralta do Brasil correspondiam a uma outra espécie do subgênero Hesperaeschna. Das 19 espécies de Aeshnidae que ocorrem em São Paulo, 15 têm larvas conhecidas (SANTOS, 1988; CARVALHO, 1987a-b; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998; ELLENRIEDER, 1999). COSTA & SANTOS (no prelo) redescrevem Staurophlebia bosqi Navás, 1927, como subespécie de S. reticulata. A larva de S. bosqi foi descrita por BACHMANN (1963); no Brasil essa subespécie é rara, tendo sido estudados um macho e uma fêmea de São Paulo.

GOMPHIDAE – Família representada no Estado de São Paulo por sete gêneros e 15 espécies, facilmente reconhecidas pela disposição dos olhos, os quais são visivelmente separados. Cyanogomphus comparabilis Belle, 1994, coletada em Igarapava, tem o único exemplar parátipo depositado no Rijksmuseum van Naturlijke Histoire, Leiden e o holótipo, coletado em Mato Grosso, na Coleção Ângelo Machado. Progomphus adaptatus, P. complicatus e P. gracilis são registradas pela primeira vez para o Estado de São Paulo. Das 15 espécies listadas, nove possuem larvas conhecidas (COSTA, 1968; SANTOS, 1988; BELLE, 1992b, 1993; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998).

CORDULIIDAE – Essa família é pouco representada na Região Neotropical com, somente, 36 espécies (COSTA & SANTOS, 2000), das quais seis ocorrem em São Paulo: Navicordulia errans, Neocordulia androgynis, N. carlochagasi, N. batesi, N. setifera e Santosia machadoi. Neocordulia androgynis, N. setifera e Santosia machadoi têm larvas descritas (COSTA & SANTOS, 2000a).

LIBELLULIDAE – A família agrupa a maioria das espécies de Odonata e as mais freqüentemente encontradas entre os Anisoptera. Assim como os Coenagrionidae, os Libellulidae são amplamente distribuídos no Brasil. Registramos em São Paulo 29 gêneros e 118 espécies. Erythrodiplax com 27 espécies é o gênero com distribuição mais ampla. Esse número pode ser bem mais elevado, uma vez que muitos espécimes pertencentes à Coleção do Museu Nacional se encontram identificados somente em nível de gênero, cinco dos quais constituem espécies novas que serão descritas oportunamente. As larvas de Pantala flavescens, Miathyria marcella e Tramea cophysa foram consideradas as mais ativas predadoras de alevinos em tanques de piscicultura no Estado de São Paulo (SANTOS, COSTA & PUJOL-LUZ, 1988). Das 118 espécies registradas para o estado 51 têm larvas conhecidas (SANTOS, 1970b, 1988; PUJOL-LUZ & COSTA, 1987; COSTA & ASSIS, 1992, 1994; CARVALHO & NESSIMIAN, 1998; IRINEU-DE-SOUZA, COSTA & SANTOS, 1999a-b; SANTOS & COSTA, 1999; ELLENRIEDER & MUZÓN, 1999).

REGISTRO DA BIBLIOGRAFIA DE ODONATA NO ESTADO DE SÃO PAULO

SELYS-LONGCHAMPS & HAGEN (1854) realizaram o primeiro registro de Odonata para o Estado de São Paulo – Hetaerina brightwelli.

NEEDHAM (1904) citou Homeoura chelifera; em 1905 citou Edonis helena e Erythrodiplax pallida para o Estado de São Paulo.

MARTIN (1908) registrou Aeschna colorata (atualmente Castoraeschna).

CALVERT (1909) listou cinco espécies sem definir a localidade de ocorrência dentro do estado – Lestes mediorufus, L. paulistus, L. dichrostigma, Argia sordida e Ischnura capreolus –; em 1946 registrou Micrathyria hesperis e descreveu Micrathyria kleerekoperi, primeira espécie de Micrathyria para o Estado de São Paulo; em 1948a citou Staurophlebia para o Estado de São Paulo; em 1948b listou 13 espécies do material fornecido por H.Kleerecoper; em 1956 registrou Coryphaeschna perrensi de Ypiranga e outras seis espécies de Aeshnidae sem citar as localidades.

NAVÁS (1911) registrou Aeschna litigatrix (atualmente A. (N) bonariensis), Gynacantha martini (atualmente G. adela Martin, 1909), Remartinia barbiellina [atualmente R. luteipennis luteipennis (Burmeister, 1839)]; em 1916 registrou Ophippus garbei (atualmente Gynothemis heteronycha) de Franca; em 1920a-b assinalou Lais pudica (atualmente Mnesarete pudica) em Ypiranga.

RIS (1913), citou Gynothemis heteronycha de Ypiranga.

MONTGOMERY (1940) citou Diastatops obscura de Bauru, espécie comum no Estado de São Paulo.

BORROR (1942) registrou nove espécies de Erythrodiplax – E. atroterminata de Campinas, E. avittata (sob a denominação de E. basalis avittata) para Bauru, E. nivea de São Sebastião, E. acantha, E. castanea, E. hialina e E. pallida, para a cidade de S.Paulo, E. media e E. melanorubra sem citar as localidades; em 1947 citou Ypirangathemis calverti de São Bernardo, que presumimos ser São Bernardo do Campo.

SANTOS (1944a-b, 1945a-f, 1946a-d, 1949a-b, 1950, 1953a-c, 1954, 1956a-c, 1957, 1962, 1965, 1966a-c, 1967, 1968a-d, 1969a-b, 1970a-b, 1973, 1978, 1979, 1981, 1988) realizou o estudo mais extenso de Odonata para o Estado de São Paulo com descrição de 19 espécies. Um exemplar rotulado por Santos como Erythrodiplax sp.n. da Serra da Bocaina foi analisado recentemente e concluímos pertencer ao grupo "connata", muito próximo a Erythrodiplax fusca e consideramos que trata-se de uma nova espécie. Outros exemplares de Erythrodiplax de Pirassununga ainda se encontram aguardando identificação.

COSTA (1970) citou Oligoclada laetitia de Pirassununga; em 1978b descreveu Oxyagrion sulinum da Serra da Bocaina e listou mais 11 espécies de Oxyagrion comumente encontradas no Estado de São Paulo.

KIAUTA & BOYES (1972) realizaram estudos citológicos de 10 espécies de Libellulidae da América doSul com considerações citofilogenéticas das espécies Dasythemis venosa, Erythrodiplax media, Macrothemis imitans e Micrathyria laevigata, todas com registro para São Paulo.

LEONARD (1977) listou Acanthagrion truncatum, sem especificar a localidade de registro.

DE-MARMELS & RÁCENIS (1982) citaram Tramea calverti para o Estado de São Paulo.

MACHADO (1982) criou o grupo punctata para incluir as três espécies: Aeshna eduardoi, A. decessus e Aeschna punctata (única espécie do grupo que ocorre em São Paulo); em 1985a comentou sobre as espécies do grupo punctata; em 1992 citou Elga newtonsantosi de Pirassununga, Ribeirão São Vicente, inicialmente confundida com Elga leptostyla.

BELLE (1983) citou Zonophora calippus spectabilis de Itapetininga; em 1988 citou Phyllocycla viridipleuris; em 1992a citou Aphyla theodorina de São Carlos; em 1994a descreveu duas espécies com registro somente para São Paulo, Progomphus bidentatus de Lins e Cyanogomphus comparabilis de Igarapava; em 1995 descreveu Brasiliogomphus uniseris de Lins.

CARVALHO (1990, 1992a, 1993 e 1995) citou Coryphaeschna perrensi; em 1992b descreveu Remartinia restricta de Araras.

ASSIS & COSTA (1994) citaram Micrathyria ocellata dentiens de Rio Claro, já registrada em outras localidades por SANTOS (1949a), M. stawiarsky de Boracéia e Lavrinhas e M. hesperis sem especificar localidade e descreveram a larva de três espécies para o Estado de São Paulo.

MACHADO & COSTA (1995) citaram Navicordulia errans, de Pirassununga.

ORGANIZAÇÃO DA LISTA DE ESPÉCIES

Esta é a primeira lista de Odonata do Estado de São Paulo, baseada no material depositado nas coleção do Museu Nacional-Rio de Janeiro (coletado, em sua quase totalidade, pelo Dr. Newton Dias dos Santos e equipe entre os anos de 1938 e 1988), Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP), Adolpho Lutz da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), nas coleções particulares A.B.M.Machado (Belo Horizonte) e F.A.A.Lencioni (São Paulo) e na bibliografia. Não foi possível examinar a coleção do Instituto de Biologia (UFRJ) e na do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), até novembro de 1999, não há registro de material de Odonata coletado no Estado de São Paulo.

Com base nos catálogos de DAVIES & TOBIN (1984 e1985) o número de Odonata no mundo é de 4.875 espécies, sendo 1.368 pertencentes à Região Neotropical. SANTOS (1981) citou 1.500 espécies para essa região. De 1985 a 1999, foram descritas 68 espécies, por diferentes autores, para a Região Neotropical, que somadas ao registro de Davies & Tobin totalizam 1.436 espécies.

Nos catálogos de STEINMANN (1997a-b) o número de Odonata no mundo é de 5.270 espécies.

Baseados no catálogo de Bridges, TENNESSEN (1997) registrou o número de espécies válidas em cada década, começando com Linnaeus (1758), resultando em 5.300 espécies válidas descritas até o ano de 1994 e MACHADO (1998) estimou 5.360 espécies para o mundo e aproximadamente 670 espécies para o Brasil.

Depois de consultados trabalhos referentes a índices de espécies, catálogos, listagens e outras publicações disponíveis, não considerando subespécies, formas e sinônimos conhecidos GARCIA-NETO, COSTA & SANTOS (2000) registraram que o número de espécies conhecidas de Odonata no mundo é de aproximadamente 5.598, sendo 2.586 pertencentes à subordem Zygoptera e 2.812 a subordem Anisoptera; entretanto, sugerem que o número deve ser próximo de 10.000, uma vez que 95% da fauna odonatológica da Europa e um percentual maior da Região Neártica é conhecida. Segundo GARCIA-NETO, COSTA & SANTOS (op. cit), a Região Neotropical conta atualmente com 13 famílias, 214 gêneros e 1.204 espécies representando 21% das espécies conhecidas no mundo, sendo que no Brasil o número de espécies de Odonata é 578, aproximadamente 48% do total de espécies conhecidas na Região Neotropical.

GARRISON (2000) listou 1.842 espécies de Odonata (sem incluir as subespécies) para o Novo Mundo, das quais 846 pertencem a subordem Zygoptera e 996 a subordem Anisoptera.

Com base em referências bibliográficas e em material existente em sua própria coleção MACHADO (1998) calculou em 218 o número de espécies do Estado de Minas Gerais, correspondendo a 32% das espécies brasileiras estimada pelo autor (670) sem entretanto, publicar uma lista de espécies.

No presente trabalho, acrescentamos 74 espécies com ocorrência, pela primeira vez, no Estado de São Paulo que somadas as já registradas anteriormente totalizam 251 espécies, correspondendo cerca de 43% das registradas para o Brasil. Com base no acervo da coleção do Museu Nacional, muitas das espécies registradas para o Estado de São Paulo ocorrem, também no Estado de Minas Gerais. O inventariamento das espécies do Estado de Minas Gerais pertencentes à coleção do Museu Nacional certamente resultaria, em um número de espécies superior ao estimado por MACHADO (1998). Trabalho similar ao presente está sendo elaborado para o Estado do Rio de Janeiro onde já foram computados, até o presente, 12 famílias, 81 gêneros e 280 espécies (COSTA & SANTOS, 2000b).

A organização da listagem das espécies é apresentada em quatro colunas (Quad.1): a primeira lista as famílias e espécies; a segunda cita as abreviaturas das localidades onde os espécimes foram coletados e/ou registrados na bibliografia (Quad.2); a terceira cita as abreviaturas das coleções depositárias (Quad.3); a quarta consta das abreviaturas dos autores e co-autores que trataram das espécies de Odonata com ocorrência no Estado de São Paulo (Quad.4).

QUADRO 1

LISTA DAS ESPÉCIES DE ODONATA DO ESTADO DE SÃO PAULO, DE 1854 - 1999

FAMÍLIAS/ESPÉCIES

LOCALIDADES

COLE-ÇÕES

REGISTROS BIBLIOGRÁFICOS

CALOPTERYGIDAE

Hetaerina auripennis (Burmeister, 1839)*

An, Pi

A

Se & Ha, 1854; Ha, 1875

H. brightwelli (Kirby, 1823)*

SB, Sa, Sp, Pd

A, E

Se & Ha, 1854

H. hebe Selys, 1853*

Cb, SJ, Pr, La

A, E, I

Ca, 1909

H. longipes Hagen, 1853

SB, Sa, CJ, PC, La, Pr, Pd

A, D, L

An, 1982

H. proxima Selys, 1853

Ip, Sp

M

Ha, 1875, Wa, 1853; Gr, 1853

H. rosea Selys, 1853

Ja, BR, Li, Bh, TS, RC, Pi, Sa, An, Pr, IS, Cb, Bg, Pd, It

A, B, D, E

Fr, Ki & Za, 1979

Mnesarete globifer (Hagen, 1853)*

SB, CJ, Sj

A, D, L

1

M. guttifera (Selys, 1873)

Pi, RC

A, E

1

M. pudica phryne Costa, 1986

La

A

Co, 1986a, Co & Bm, 1998

M. pudica pudica (Hagen, 1853)*

SP, Pi, Li, Bg, P, TS, La, Bu, Gu, Ip, Ja, BR, Pn, Ag

A, B, C, D, E, F, L, Z, A

Se, 1853; Ha, 1875; Kb, 1890; Na, 1920a,b; Ca, 1948b; St, 1966c; Co, 1986a

DICTERIADIDAE

Heliocharis amazona Selys, 1853*

Ja, Pi, BR

A, B, E

1

LESTIDAE

Lestes bipupillatus Calvert, 1909*

Pi, Sa, RC, Já, SJ

A, B, E

An, 1982

L. dichrostigma Calvert, 1909

SP, Mg, RC

A, E, I

Ca, 1909, Ke, 1942

L. mediorufus Calvert, 1909

SP, Pi

A, I

Ca, 1909, 1948b; Be, 1997

L. paulistus Calvert, 1909

SP, Pi

A, I

Ca, 1909, 1948b; An, 1982

PERILESTIDAE

Perilestes fragilis Hagen in Selys, 1862

Sa, Ca

A

1

P. gracillimus Kennedy, 1941

SB

A

1

MEGAPODAGRIONIDAE

     

Allopodagrion contortum (Hagen in Selys, 1862)

Sa

D, L

An, 1982; Ki, 1972b

Heteragrion aurantiacum Selys, 1862*

Sp, Pi, PC, Ip, Ad

A, D

Wi, 1919

H. beschkii Selys, 1862

Pi, Ie, Ja, Pd

E

1

H. dorsale Selys, 1862

SB

A

St, 1966

H. flavovittatum Selys, 1862

CJ

E

1

H. ovatum Selys, 1862

CJ, SB

A

1

Megapodagrion. megalopus (Selys, 1862)

SB

A

1

PSEUDOSTIGMATIDAE

Mecistogaster amália (Burmeister, 1839)

SP, Ja, Ie, TS

D, E

Se, 1886; Ca, 1908

M. asticta Selys, 1860

SP

?

Cr, 1999

PROTONEURIDAE

Epipleoneura venezuelensis Racenis, 1955*

TS, Li, Ip, Pr, Ja, BR, RC

A, D, E

1

E. williamsoni Santos, 1957

Pi

A

St, 1957; Co & Bm, 1998

Forcepsioneura sancta (Hagen in Selys, 1860)

SB, Sj, Ub, Ja

A, D, E

Fl, 1999

F. garrisoni Lencioni, 1999

Ie

E

Fl, 1999

Idioneura ancilla Selys, 1860*

Ie, Já, Ub

D, E

1

Neoneura bilinearis Selys, 1860*

Ig, Já, BR, Pi

A, D, E

1

N. fulvicollis Selys, 1886

E

1

Peristicta aeneoviridis Calvert, 1909*

RC, Pr

A

1

     

continua

continuação

     

COENAGRIONIDAE

Acanthagrion apicale Selys, 1876

RC, Pi, Pr

A

1

A. ascendens Calvert, 1909*

Pi, TS, Pr, Já

A, E, I

1

A. gracile (Rambur, 1842)*

Li, Ta, TS, SS, Sa, SB, Tr, RC, Pi, La, IS, Ja, Pr

A, D, E, F, I

Ca, 1908, 1909, 1948b; Fr, Ki & Za, 1979; An, 1982

A. lanceum Selys, 1876

SP, Ja

A, E

1

A. minutum Leonard, 1977

Pi, RC

A

1

A. temporale Selys, 1876

Pi)

A

1

A. truncatum Selys, 1876

Li, Ta, RC, Pi, Pr, Ja

A, E, I

Ca, 1909 1948b; Le, 1977

Argia croceipennis Selys, 1865

S

D

Ca, 1948b; An, 1982

A. lilacina Selys, 1865

Pi, Bg, RC, La, IS, Li, SJ, Já, BR, Pr

A, E

1

A. modesta Selys, 1865

IS, La, Pi

A

1

A. mollis Selys, 1865

RC, BR

E

1

A. reclusa Selys, 1865

Pi, Cp, RC

A

1

A. sordida Selys, 1865*

SP, CJ, An, Sa

A, I

Ca, 1909

Cyanallagma interruptum (Selys, 1876)*

Pi

A

1

C. nigrinuchale (Selys, 1876)

Sr

D

1

Enallagma novaehispaniae (Calvert, 1907)

Sr

D

1

Helveciagrion chirihuanum (Calvert, 1909)

BR

E

1

Homeoura ambigua (Ris, 1904)

Pi

A

Ca, 1948b

H. chelifera (Selys, 1876)*

Ba, TS, CJ, La, Pi, Ta, Pr, RC, SJ, Sa, Ja, Yp

A, D, E, I, M

Ne, 1904; Ca, 1909, 1948b; St, 1956; Fr, Ki & Za, 1979; He, 1997a

H. lindneri (Ris, 1928)

SP

?

Ca, 1948b

H. nepos (Selys, 1876)

RC, It

D, E

Ca, 1948b

H. silviae (Bulla, 1971)*

SB

A

1

Ischnura (Ceratura) capreolus Hagen, 1861*

SP, Pi, Ta, SJ, Pr, Ja, Bu

A, D, E, I, L

Ca, 1908, 1909, 1948b

I. fluviatilis Selys, 1876*

Bg, It, Ta, SJ, SS, Pi, RC, Pd, Ja, Yp

A, D, E

1

Leptagrion andromache Hagen in Selys, 1876*

Sa

A

1

L. bocainense Santos, 1979*

SB

A

St, 1978, 1979; Co & Bm, 1998

L. elongatum Selys, 1876*

SP, Ju, Pd, Ja

A, D, E

St, 1962

L. macrurum (Burmeister, 1839)*

Sa

A, B1

Ki, 1972a; An, 1982

L. perlongum Calvert, 1909*

SB, Sa, Ca, Ub

A, D, E

St, 1962, An, 1982

L. vriesianum Santos, 1978

SB

A

St, 1978, 1979; Co & Bm, 1998

Metaleptobasis selysi Santos, 1956

It, RC

A, D

An, 1982

Minagrion mecistogastrum (Selys, 1876)

Ju, Ja

A, E)

Selys, 1876

M. waltheri (Selys, 1876)

Sp, CJ

A, B

St, 1956, 1965

Nehalennia minuta selysi (Kirby, 1890)*

Pi

A

1

Oxyagrion basale Selys, 1876*

Ad, La, RC, Pi, SB, Ja

A, D, E

Co, 1978b, 1986b

O. brevistigma Selys, 1876

CJ, SB, Sp

A, C

Co, 1978b

O. chapadense Costa, 1978*

IS, RC, Ip

A, E

Co, 1978b

O. evanescens Calvert, 1909*

RC, Sp, Ba, SB, Sa

A, D, E, F

Co, 1978b; An & Fr, 1980, 1982

O. haematinum Selys, 1876*

As

E

1

O. hempeli Calvert, 1909*

SP, CJ, Bt, RP, SB, Sa

A, D, E, F, I

Ca, 1909; Fs, 1948; Co, 1978b; An, 1982

O. impunctatum Calvert, 1909*

SP, OV, Ja, RC

A, E, I

Ca, 1909; Co, 1978b

O. machadoi Costa, 1978

Pi

A

1

O. microstigma Selys, 1876*

Pi, It, Bu, Sa, Ja

A, E

Co, 1978b, Co, So & Sa, 2000

O. pavidum Hagen, 1876*

SB

A, L

Co, 1978b, Co, So & Sa, 2000

     

continua

continuação

     

O. santosi Martins, 1967*

CJ, Um, SB

A

Ms, 1967; Co, 1978b, Co & Bm, 1998; Co, So & Sa, 2000

O. simile Costa, 1978*

CJ, SB, As

A, F

Co, 1978b, 1998; An, 1982

O. sulinum Costa, 1978*

CJ, SB

A, C

Co, 1978b, 1987, Co & Bm, 1998

O. terminale Selys, 1876*

Os, SA, Sp, Gu, RC, Ci, Ja, Sa

A, C, E, F

St, 1966; Co, 1978; Fr, Ki & Za, 1979; Co, So & Sa, 2000

Skiallagma baueri Förster, 1906

SP

A, D

Fo, 1906

Telagrion longum (Selys, 1876)

It

D

1

T. macilentum (Rambur, 1842)

RC

A

1

Telebasis carmesina Calvert, 1909

SP, Pi, RC, Bu, Ja, SJ, Sa

A, D, E, I

Ca, 1909

T. corallina (Selys, 1876)

Pi, Pr, Bu, Sa

A, D, F

An, 1982

T. filiola (Perty, 1834)

Ja, It

D, E

1

T. limoncocha Bick & Bick, 1995

RC

A, E

Fl & Co, 2000

T. willinki Fraser, 1948

RC

E

Fl & Co, 2000

Tigriagrion aurantinigrum Calvert, 1909

Li, Pi, TS, Ja, Pr, BR, RC

A, E

1

AESHNIDAE

Aeshna (N) bonariensis Rambur, 1842*

Ba, Sn, CJ

A, D, J

Na, 1911; Ca, 1956

A. (H.) cornigera planaltica Calvert, 1952*

SP, It, SB, CJ, Sa, Sn, Yp

A, D

Ri, 1904; Mt, 1908; Ca, 1908, 1956; El, 1999

A. diffinis Rambur, 1842*

SP

I, Q

Ca, 1956

A. punctata Martin, 1961*

CJ, SB

A, D

St, 1966; Ma, 1985a

A. (H.) peralta Ris, 1918*

CJ

A

St, 1966

Anax amazili (Burmeister, 1839)*

Bg, Pi, Pr, Sp

A, D

St, Co & Jr, 1988

A. concolor Brauer, 1865*

Pi, Pr

A, Q

Ge, 1968; St, Co & Jr, 1988

Castoraeschna castor (Brauer, 1865)*

SP, Sp, SB, Yp

A, D

Ca, 1956; St, 1970a; Ki, 1972b

C. colorata (Martin, 1908)*

Sp

A, M

Mt, 1908, 1909; Ri, 1909; Ca, 1956; St, Co & Jr, 1988

C. januaria (Hagen, 1867)

Pi

A, L

1

C. margarethae Jurzitza, 1979

Sa, SB

A

Cr & Ns, 1998; Cr, 1999

Coryphaeschna perrensi (McLachlan, 1887)*

SP, Pb, Sp, Pi, Li, Ba, Bu

A,B, D, F, K

Ca, 1892, 1956; St, 1969; Cr, 1990, 1992a, 1993, 1995; Pa, 1994

Gynacantha adela Martin, 1909

SP, It

D

Na, 1911; Wi, 1923

G. bifida Rambur, 1842*

Pb, Li, Pi, Pr

A

Cr, 1987a, 1993; Wi, 1923

Limnetron debile (Karsch, 1891)*

SP

?

Ri, 1913; St, 1970)

Neuraeschna costalis (Burmeister, 1839)*

Gt

D, N

Be, 1989

Remartinia luteipennis luteipennis (Burmeister, 1839)*

Li, TS, Pr, Sa, Os, It, Ba, Pi

A, B, D, I, K

Ca, 1908, 1956; Na, 1911; St, Co & Jr, 1988; Cr, 1995; Ge, 1943

R. restricta Carvalho, 1992

Ar, Bu

A, D

Cr, 1992b; Co, 1998

Staurophlebia reticulata bosqi Navas, 1927*

Pi, Sa, RC

A, D, F

Ca, 1948a; An & Fr, 1980; Co & Sa, no prelo

GOMPHIDAE

Aphylla producta Selys, 1854*

SP, Pi, Ta, Pr

A

Be, 1970

A. theodorina (Navás, 1933)*

SC, It, Bu, RC

D, O

Sq, 1973; Be, 1992a; Fr, Ki & Za, 1979

Brasiliogomphus uniseries Belle, 1995

Li

A

Be, 1995; Co & Bm, 1998

Cyanogomphus comparabilis Belle, 1994

Ig

H

Be, 1994b

C. infans (Ris, 1913)

SP

N?

Be, 1982

Epigomphus paludosus Hagen, 1854*

Ta, PC, Sa

A, L

St, 1968

Phyllocycla diphylla (Selys, 1854)

Pa

A, G, N

Be, 1970, 1988

P. viridipleuris (Calvert, 1909) *

SC, Rp, Cp

D, N

Sq, 1973; Be, 1988

     

continua

continuação

     

Progomphus adaptatus Belle, 1973

SP

A

1

P. bidentatus Belle, 1994

Li

A

Be, 1994a; Co & Bm, 1998

P. complicatus Selys, 1854*

Sa

A

1

P. gracilis Hagen, 1854*

Sa

A

1

P. intricatus Hagen & Selys, 1858*

Pi, Ib

A, D, L

An, 1982

Zonophora calippus spectabilis Campion, 1920*

It

D

Be, 1983

Z. campanulata campanulata (Burmeister, 1839)*

SP

D1

Sc, 1941

CORDULIIDAE

Navicordulia errans (Calvert, 1909)

Pi

A, D

St, 1968; Ma & Co, 1995

Neocordulia androgynis (Selys, 1871)*

SB)

A, S)

St, 1968; My, 1991

N. batesi (Selys, 1871)

SP

X?

Mt, 1914

N. carlochagasi Santos, 1967

Pd

A

1

N. setifera (Selys, 1871)*

SB, Sa

A, O

1

Santosia machadoi Costa & Santos, 2000*

SB

A

1

LIBELLULIDAE

Anatya januaria Ris, 1911*

Av

A

St, 1973

Brachymesia furcata (Hagen, 1861)*

Pr, Pi, CJ, SJ, RC, Sp

A, F, M, L

Ri, 1912; An, 1982

B. herbida (Gundlach, 1889)*

Pi

A

1

Brechmorhoga nubecula (Rambur, 1842)*

SP,TS, Pr, PC, Sj

A, D

St, 1945

B. praedatrix Calvert, 1909

SP

A

St, 1944 , 1946

B. tepeaca Calvert, 1908

SB, Sj

A, D

1

Dasythemis esmeralda Ris, 1910

SP, Gu, Pi, PC

A, F

St, 1945, 1966

D. essequiba Ris, 1919

Pi

A

1

D. mincki mincki (Karsch, 1890)*

SP, SB, CJ, Sa, RC, Pi

A

St, 1945, 1966; An, 1982

D. venosa (Burmeister, 1839)

Pi, RC, Sa

A

An, 1982; Ki & By, 1972

Diastatops intensa Montgomery, 1940*

SP, Pi, PC

A

St, 1945

D. obscura (Fabricius, 1775)*

SP, Li, TS, Pr, Pi, Br

A, S

Mo, 1940; St, 1945

Dythemis multipunctata multipunctata Kirby, 1894*

IS, Bg, Ta, La, Pi, Sp, RC, Ad, Ub

A, D, F

St, 1944

D. sterilis Hagen, 1861*

IS

A, L

1

Edonis helena Needham, 1905

Sp

M

He, 1997b; Ne, 1905

Elasmothemis alcebiadesi (Santos, 1945)

Na, Pi, Li)

A

St, 1945, 1948, 1949; Co & Bm, 1998

E. cannacrioides (Calvert, 1906)*

Pi, IS, RC)

A

St, 1945; Fr, Ki & Za, 1979

E. constricta (Calvert, 1898)*

Pi, Pd

A

St, 1945, Jr, 1990

E. schubarti (Santos, 1945)

Na, Pr

A

St, 1945; Co & Bm, 1998

Elga leptostyla Ris, 1911*

Pi, SP

T

Ma, 1954, 1992; Co & Bm, 1998

E. newtonsantosi Machado, 1992

Pi

A

Ma, 1992; Co & Bm, 1998

Erythemis attala (Selys, 1857)*

SP

A

1

E. credula (Hagen, 1861)*

Pi

A, L

1

E. peruviana (Rambur, 1842)*

SJ, RC, Pr

A

1

E. plebeja (Burmeister, 1839)*

SJ, Pi

A

1

E. vesiculosa (Fabricius, 1775)*

SP, SJ, Pi, Ca, RC, TS

A, D

Ca, 1946; Fr, Ki & Za, 1979

Erythrodiplax acantha Borror, 1942

Sp

?

Bo, 1942

E. anomala (Brauer, 1865)*

Ta, Li, Sp, Pr

A, B

St, 1953

E. atroterminata Ris, 1911

Cp

A

Bo, 1942

E. attenuata (Kirby, 1889)

SP

A

1

E. avittata Borror, 1942

Sp, Br

?

Bo, 1942

E. basalis (Kirby, 1897)

TS, Pi, Pr

A

1

E. castanea (Burmeister, 1839)

Sp, SB, Sa, OV

A, F

Bo, 1942; Ca, 1948b; An, 1982

E. chromoptera Borror, 1942

Sp

A, B

St, 1953; Fr, Ki & Za, 1979

     

continua

continuação

     

E. famula (Erichson, 1848)

Pr

A

1

E. fusca (Rambur, 1842)*

IS, Ta, Pi, Li, TS, SS, La, SB, Sa, Ba, RC, Bt, OV, Pr, Pd, Sp

A, F

St, 1944; Fr, Ki & Za, 1979; An, 1982

E. gomesi Santos, 1946

Pi, Sp

A

St, 1946; Co & Bm, 1998

E. hyalina Förster, 1907*

Sp

A

Bo, 1942

E. juliana Ris, 1911*

La, SB, Pi, RC, Sa

A, F

An, 1982

E. latimaculata Ris, 1911

SP, Li, Pi, RC, PC, Pr

A

St, 1945; Ca, 1948

E. luteofrons Santos, 1956

RC, Pi

A

St, 1956; Co & Bm, 1998

E. lygaea Ris, 1911

Pi

A

1

E. maculosa (Hagen, 1861)

SP, Pi, RC

A, L

St, 1944; Ca, 1946, 1948b

E. media Borror, 1942

SP, Ta, SJ, SB, Pi, RC, Bt

A, D, F, P

Bo, 1942; Fr, Ki & Za, 1979; An, 1982; Ki & By, 1972

E. melanorubra Borror, 1942

SP, Ta, RC

A

Bo, 1942; Ca, 1946, 1948b

E. nivea Borror, 1942

SS

?

Bo, 1942

E. ochracea (Burmeister, 1839)*

Ta, Pi, Bt, RC

A, F

An, 1982

E. pallida (Needham, 1904)*

Pi, RC, Sp

A, F, Y

Ri, 1911; Bo, 1942; An, 1982; Ne, 1904

E. paraguayensis (Förster, 1905)*

Ta, La, IS, RC, Ba

A, D, F

St, 1944; An, 1982

E. parvimaculata Borror, 1942

Pi

A

1

E. tenuis Borror, 1942

Pi

?

St, 1944

E. umbrata (Linnaeus, 1758)*

IS, Ta, TS, Pi, Bh, Bt, OV, Pr

A

Ca, 1908; St, 1944

E. unimaculata (De Geer, 1773)

Pi

A

1

Gynothemis heteronycha (Calvert, 1909)

Fr, Sp, Li, Pi, TS, Pr

A, Y

Ri, 1913, 1919; Na, 1916; Co & Bm, 1998

G. venipunctata Calvert, 1909

Li, Pi, TS, Pr, Sp

A, Y

Ri, 1913

Idiataphe amazonica (Kirby, 1889)

Pi

A

1

I. longipes (Hagen, 1861)

Pi, Sp

A, L, C1

Ra, 1969

Libellula herculea Karsch, 1889

SP

D

1

Macrothemis declivata Calvert, 1909*

Pi

A

Ki & By, 1972

M. hemichlora (Burmeister, 1839)*

TS, Pr, Pi, RC

A, F

An, 1982

M. hosanai Santos, 1967

TS, Pr

A

1

M. imitans imitans Karsch, 1890*

Gu, Li, Pi, Pd, RC, Pr

A, F

St, 1966; An, 1982; Ki & By, 1972

M. marmorata Hagen, 1868

IS, Pr, Sp

A, D, L

1

M. musiva Calvert, 1898*

Ta, TS, IS, Pr

A

1

M. polyneura Ris, 1913

SP

X

Ri, 1913; Ca, 1946, 1948b; Sc, 1952

M. tenuis Hagen, 1868

SB, Sa

A, L

1

M. tessellata tessellata (Burmeister, 1839)*

SS, Pb

A

1

Miathyria marcella (Selys, 1857)*

Ta, SJ, Pr, Sp, Pi, RC, Os

A, D

Bi, 1953; Fr, Ki & Za, 1979; St, Co & Jr, 1988

M. simplex Rambur, 1842

Pr

A

1

Micrathyria almeidai Santos, 1945

Pi, SB, RC

A

St, 1945; Co & Bm, 1998

M. artemis Ris, 1911 *

Pi, Li, Pr

A

St, 1945

M. catenata Calvert, 1909

Pi, Sp

A, B, M

Ri, 1911; St, 1949

M. debilis (Hagen, 1861)

IS

A, L

St, 1944

M. eximia Kirby, 1897

Pi

A

1

M. hesperis Ris, 1911*

Pi, Ta, RC, Bu

A, D, F

St, 1946; Ca, 1946, 1948b; Fr, Ki & Za, 1979; Ch & Co, 1994; An, 1982

M. hypodidyma Calvert, 1906*

Sp, Sa, Pi, Pr, RC, Rp

A, D, F

Ri, 1911; St, 1954; An & Fr, 1980; An, 1982; We, 1992

M. iheringi Santos, 1946

Pi, Pr

A, R

St, 1946; Co & Bm, 1998

M. kleerekoperi Calvert, 1946

Pi

A, R, B1

Ca, 1946, 1948; We, 1992

M. laevigata Calvert, 1909

Ca

A

Ki & By, 1972c

     

continua

conclusão

     

M. ocellata dentiens Calvert, 1909*

RC, Pi

A

St, 1949; Ch & Co, 1994

M. pirassunungae Santos, 1953*

Pi, Sp, Lz

A, B

St, 1953; Ch & Co, 1994; Co& Bm, 1998

M. spuria (Selys, 1900)

Pi

A

St, 1946

M. stawiarskii Santos, 1953*

SB, Sa, Pi, La, Bu

A, D

St, 1953; Ch & Co, 1994; An, 1982

M. ungulata Förster, 1907

Sp, IS, Sn

A, M

Ri, 1911; St, 1944

Nephepeltia aequisetis Calvert, 1909

IS

A

St, 1950

N. berlai Santos, 1950

Pi

A

1

N. flavifrons (Karsch, 1890)

Pi, Sa, RP

A, D

St, 1950; An, 1982

N. phryne phryne (Perty, 1834)*

IS, TS

A)

St, 1950)

N. phryne tupiensis Santos, 1950

SP, Pr

A, B

St, 1950; Co & Bm, 1998

Oligoclada abbreviata limnophila Machado & Machado, 1993

SP, RC

A

Ma & Mc, 1993

O. amphinome Ris, 1919

Li, Pr

A

1

O. borrori Santos, 1945

Pi

A

St, 1945; Ca, 1948b; Co & Bm, 1998

O. laetitia Ris, 1911

Sa, Pi, RC

A, F

Co, 1970; An, 1982

O. nemesis (Ris, 1911)

Pi

A, F

St, 1945; Ca, 1948b

O. pachystigma Karsch, 1890

SC

A

1

Orthemis cultriformis Calvert, 1899*

IS, Ig

D, F

St, 1967

O. discolor Burmeister, 1839)*

IS, Bg, Ta, Pi, SS, Pr, RC, Sn

A

Ri, 1909; St, 1944; Fr, Ki, & Za, 1979; An, 1982

O. plaumanni Buchholz, 1950

It

D

1

Pantala flavescens (Fabricius, 1798)*

SP, IS, Pi, Pr, Li, Pd, RC

A, F, I

Ca, 1909, 1946, 1948b; St, 1944; An, 1982; St, Co & Jr, 1988

Perithemis domitia (Drury, 1773)*

IS

A, F

St, 1944

P. icteroptera (Selys, 1857)*

OV

A

Mu, 1999

P. lais (Perty, 1834)

IS, TS, Pr, Pi, Ub

A, D

St, 1944; Fr, Ki & Za, 1979

P. mooma Kirby, 1889*

Ta, SS, Pr, Pi, RC, Bu, RP, It, Ag

A, D, F

St, 1944; Fr, Ki & Za, 1979; St, Co & Jr, 1988

P. thais Kirby, 1889

IS, Pi

A

St, 1944; Ca, 1948b

Planiplax phoenicura Ris, 1912*

SJ

A

1

Rhodopygia cardinalis (Erichson, 1848)*

SP

A

1

R. hollandi Calvert, 1907

Pi

?

1

Tauriphila argo (Hagen, 1869)*

Pi, Pr, Pb

A

Co & Ch, 1994

Tramea abdominalis (Rambur, 1842)*

Pi, Ba, Pr, Sa, RC

A, F

St, 1944; An, 1982; So, Co & Sa, 1999b

T. binotata (Rambur, 1842)*

Pi, Sa, Pr, Ub

A, D, F

An, 1982

T. calverti Muttkowski, 1910*

IS, Pi, Ju

A, C

St, 1944; DM, 1982

T. cophysa Hagen, 1867*

SP, IS, Pr, Pi, Sa, Sn

A, F, L

St, 1944; Ca, 1946, 1948b; An & Fr, 1980; An, 1982; St, Co & Jr, 1988

Uracis ovipositrix Calvert, 1909

Pe

A

Co & Sa, 1997

U. siemensi Kirby, 1897

Pe

A)

Co & Sa, 1997

Ypirangathemis calverti Santos, 1945

Sp, SB, Sb

A, B, U, V, W

St, 1945; Bo, 1947; Co & Bm, 1998

Zenithoptera anceps Pujol-Luz, 1993

Gt

B

Jr, 1991

Z. lanei Santos, 1941

Pi, Li, Pr, It

A, B, D, O

Jr, 1991; Jr & Fn 1997

Z. viola Ris, 1910

Pi

A, D

Jr, 1991, 1997

(*) larva descrita ou conhecida; (?) o autor omitiu a instituição ou coleção onde se encontra o material; (1) provavelmente, primeira referência da ocorrência para o Estado de São Paulo.

QUADRO 2

ABREVIATURAS UTILIZADAS PARA AS LOCALIDADES COM AS RESPECTIVAS

ALTITUDES MÉDIAS E COORDENADAS GEOGRÁFICAS

ABREVIATURAS

LOCALIDADES

ALTITUDE (m)

COORDENADAS

Ag

Agudos

526

22o28’30"S e 48o53’56"W

An

Anápolis (vila do Município de Iacri)

414

21Ί43’46"S e 50Ί32’10"W

Ad

Andes

580

21Ί05’00"S e 48Ί30’00"W

Ar

Araras (Município)

630

22Ί21'20"S e 47Ί23'12"W

Av

Avanhandava (Município)

428

21Ί27'37"S e 49Ί57'03"W

Bg

Baguaçu (vila do Município de Olímpia)

518

20Ί41’36"S e 49Ί04’28"W

Ba

Barueri (Município)

719

23Ί30'45"S e 46Ί52'25"W

Bh

Batalha (Rio em Bauru)

526

22Ί19’18"S e 49Ί04’13"W

Bt

Batatais (Município)

862

20Ί53'46"S e 47Ί35'19"W

Br

Bauru (Município)

526

22Ί19'18"S e 49Ί04'13"W

Be

Bertioga (Município)

8

23Ί51’46"S e 46Ί08’31"W

Bu

Botucatu (Município)

777

22Ί52’20"S e 48Ί26’37"W

BR

Brotas (Município)

648

22Ί17’05"S e 48Ί07’37"W

Cp

Campinas (Município)

855

22Ί54’33"S e 47Ί04’40"W

CJ

Campos do Jordão (Município)

1.700

22Ί44’45"S e 45Ί34’47"W

Ca

Caraguatatuba (Muicípio)

3

23Ί37’31"S e 45Ί24’44"W

Ci

Cotia (Município)

853

23Ί36’09"S e 46Ί55’52"W

Cb

Cubatão (Município)

10

23Ί53’30"S e 46Ί25’30"W

Fr

Franca (Município)

1.000

20Ί32’18"S e 47Ί24’06"W

Gt

Guaratuba (Rio no Município de Salesópolis)

806

23Ί – 24ΊS e 45Ί – 46ΊW

Gu

Guatapará (Município)

512

21Ί29’47"S e 48Ί02’16"W

Ig

Igarapava (Município)

577

20Ί02’11"S e 47Ί44’54"W

Ie

Iguape (Município)

3

24Ί42’28"S e 47Ί33’20"W

IS

Ilha Seca (Rio Paraná)

379

20Ί – 21ΊS.e 51Ί – 52ΊW

Ip

Ipanema (Rio em Bacaetava)

570

23Ί – 24ΊS e 47Ί – 48ΊW

Yp

Ipiranga (Bairro do Município de São Paulo)

760

23Ί32’52"S e 46Ί38’07"W

It

Itapetininga (Município)

670

23Ί35’08"S e 48Ί02’51"W

Ib

Itirapina (Município)

760

22Ί13’04"S e 47Ί47’57"W

Ja

Jacareí (Município)

580

23Ί17’49"S e 45Ί58’09"W

Ju

Juquiá (Município)

10

24Ί19’14"S e 47Ί37’40"W

Lz

Laranja Azeda (Porto)

?

22Ί – 23ΊS e 52Ί – 53ΊW

La

Lavrinhas (Município)

509

22Ί34’13"S e 44Ί54’08"W

Li

Lins (Município)

484

21Ί40’25"S e 49Ί45’23"W

Mg

Mogi-Guaçú (Município)

640

22Ί21’50"S e 46Ί56’35"W

OV

Onda Verde (Município)

579

20Ί36’35"S e 49Ί17’35"W

Os

Osasco (Município)

760

23Ί31’52"S e 46Ί46’30"W

Pn

Paraibuna (Município)

640

23Ί23’09"S e 45Ί39’48"W

Pe

Penápolis (Município)

415

21Ί24’59"S e 50Ί04’23"W

Pb

Picinguaba (vila de Ubatuba)

2

23Ί26’09"S e 45Ί04’10"W

Pd

Pindamonhangaba (Município)

540

22Ί55’35"S e 45Ί27’40"W

Pa

Piracicaba (Município)

554

22Ί42’30"S e 47Ί38’01"W

Pi

Pirassununga (Município)

635

21Ί59’52"S e 47Ί25’28"W

PC

Porto Cabral (Rio Paraná)

?

22Ί – 23ΊS e 52 Ί – 53ΊW

Pr

Promissão (Município)

428

21Ί32’09"S e 49Ί51’27"W

RP

Ribeirão Pires (Município)

800

23Ί42’55"S e 46Ί25’10"W

Rp

Ribeirão Preto (Município)

531

21Ί10’30"S e 47Ί48’38"W

RC

Rio Claro (Município)

612

22Ί24’22"S e 47Ί31’39"W

Sa

Salesópolis (Município)

780

23Ί31’55"S e 45Ί50’51"W

     

continua

conclusão

     

SA

Santo André (Município)

760

23Ί39’15"S e 46Ί31’40"W

Sn

Santos (Município)

10

23Ί57’35"S e 46Ί19’56"W

Sb

São Bernardo do Campo (Município)

760

23Ί41’40"S e 46Ί33’05"W

SC

São Carlos (Município)

830

22Ί01’20"S e 47Ί53’38"W

Sj

São José do Barreiro (S.da Bocaina-Faz.do Bonito)

510

22o 40’00"S e 44o 30’00"W

SJ

São José dos Campos (Município)

594

23Ί11’25"S e 45Ί53’03"W

Sp

São Paulo (Município – Capital)

760

23Ί32’52"S e 46Ί38’07"W

SS

São Sebastião (Município)

10

23Ί48’12"S e 45Ί23’52"W

Sr

Sarapuí (Município)

550

23Ί38’28"S e 47Ί49’38"W

SB

Serra da Bocaina (Parque Nacional)

1.800

22Ί39’52"S e 44Ί51’17"W

Ta

Taubaté (Município)

580

23Ί01’35"S e 45Ί33’21"W

TS

Teodoro Sampaio (Município)

330

22Ί31’52"S e 52Ί10’03"W

Tr

Tremembé (Município)

560

22Ί57’44"S e 45Ί33’16"W

Ub

Ubatuba (Município)

2

23Ί26’09"S e 45Ί04’10"W

(SP) São Paulo (autores que omitiram a localidade e/ou essas não foram encontradas).

 

 

QUADRO 3

ABREVIATURAS UTILIZADAS PARA AS COLEÇÕES

ABREVIATURAS

COLEÇÕES

A

Museu Nacional, UFRJ, Rio de Janeiro

B

Museu de Zoologia, USP, São Paulo

C

Museum of Zoology University of Michigan, Ann Arbor

D

A.B.M.Machado, Belo Horizonte

E

F.A.A.Lencioni, Pindamonhangaba

F

Adolpho Lutz (FIOCRUZ), Rio de Janeiro

G

Nationaal Natuurhistorisch Museum Leiden, Leiden

H

Rijksmuseum van Natuurtlijke Histoire, Leiden

I

Academy of Natural Sciences of Philadelphia

J

American Museum of Natural History, New York

K

The Museum of Comparative Zoology, Cambridge

L

H.A.Hagen – Mus. Comp. Zool. Cambridge (Mass.)

M

J.G.Needhan – British Museum (Nat. Hist.), London

N

J.Belle, Velpi

O

R.Garrison, Azusa

P

Collection of Clarence H. Kennedy, Michigan

Q

D.C.Geijskes – Surinam Mus., Paramaribo

R

Kleerekoper

S

Cornell University, New York

T

Muséum National d’Histoire Naturelle, Paris.

U

E. Schmidt – coleção particular (após 1969 na Coleção Asahina, Tókio)

V

Zoologisches Museum, Berlim

W

P.P.Calvert - Acad. Nat. Sci. Philadelphia

X

R.Martin – Riksmus. Nat. Hist., Stockholm

Y

Edmond de Selys Longchamps – Institut Royal des Sciences Naturelles, Bruxelles

Z

Mus. Naturk., Berlin

A1

Naturhistorisches Museum, Vienna.

B1

Florida State Collection of Arthropods, Florida

C1

Department of Zoology, University of Florida

D1

Senckenberg-Museum, Frankfurt

QUADRO 4

ABREVIATURAS DOS AUTORES E CO-AUTORES QUE TRATARAM DAS ESPÉCIES DE ODONATA

COM OCORRÊNCIA NO ESTADO DE SÃO PAULO

 

ABREVIATURAS

AUTORES/CO-AUTORES

 

ABREVIATURAS

AUTORES/CO-AUTORES

An

Ba

Be

Bi

Bm

Bo

Br

By

Ca

Ch

Cr

Co

Da

DM

El

Fl

Fn

Fo

Fr

Fs

Gn

Ga

Ge

Gr

Ha

He

Jr

Ki

BUENO, A.M.S.

BACHMAN, A.O.

BELLE, J.

BICK, G.H.

MASCARENHAS, B.J.A.

BORROR, D.J.

BRIDGES, C.A.

BOYES, W.

CALVERT, P.P.

ASSIS,C.V.

CARVALHO, A.L.

COSTA, J.M.

DAVIES, D.A.L.

DE-MARMELS, J.

ELLENRIEDER, N.

LENCIONI, F.A.A.

FONSECA, R.R.

FÖRSTER, F.

FERREIRA, A.

FRASER, F.C.

GARCIA-NETO, L.N.

GARRISON, R.W.

GEIJSKES, D.C.

GRAY, J.R.

HAGEN, H.A.

STEINMANN, H.

PUJOL-LUZ, J.R.

KIAUTA, B.

 

Kb

Ke

Le

Ma

Mc

Mo

Ms

Mt

Mz

Mu

My

Na

Ne

Ns

Pa

Ra

Ri

Sa

Sc

Se

So

Sq

St

Te

To

Wa

We

Wi

Za

KIRBY, W.F.

KENNEDY, C.H.

LEONARD, J.W.

MACHADO, A.B.M.

MACHADO, P.A.R.

MONTGOMERY, B.E.

MARTINS (atual COSTA, J.M)

MARTIN, R.

MUNZ, P.A.

MUZON, J.

MAY, M.L.

NAVÁS, R.P.L.

NEEDHAM, J.G.

NESSIMIAM, J.L.

PAULSON, D.R.

RÁCENIS, J.

RIS, F.

SANTOS, T.C.

SCHMIDT, E.

SELYS-LONGCHAMPS, E.

IRINEU-DE-SOUZA, L.O.

St.QUENTIN

SANTOS, N.D.

TENNESSEN, K.J.

TOBIN, P.

WALKER, F.

WESTFALL, M.J.

WILLIAMSON, E.B.

ZAHA, A.

 

AGRADECIMENTOS

Ao Professor Dr. Newton Dias dos Santos (im memoriam), em reconhecimento por sua extraordinária contribuição ao conhecimento dos odonatos do Brasil; ao Professor Jalmos Costa, Rio de Janeiro, pelo auxílio na pesquisa bibliográfica. Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e à Coordenação de Pessoal de Ensino Superior (CAPES), pelo apoio financeiro.

 

RESUMO

Este trabalho lista pela primeira vez 251 espécies de Odonata para o Estado de São Paulo, Brasil. As informações apresentadas estão organizadas por famílias e notas sobre algumas espécies são incluídas. Um breve histórico dos registros bibliográficos das espécies de São Paulo é apresentado.

Palavras-chave: Odonata, São Paulo, Imagos.

ABSTRACT

DIVERSITY AND DISTRIBUTION OF ODONATES (INSECTA) IN THE STATE OF

SÃO PAULO, BRAZIL: PART I – LIST OF SPECIES AND BIBLIOGRAPHIC RECORDS

This paper lists 251 species of Odonata for the State of São Paulo, Brazil. The informations presented are organized by family and notes about some species are included. A brief history of the bibliographic records for the species of São Paulo is presented.

Key-words: Odonata, São Paulo, Imagos.

 

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