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Entregar-se
Um
dia
banal,
como
outro
qualquer
e
derrepente,
me
aparece
você...
Sem
jogo
nenhum...
cartas
na
mesa...
Sou
o
que
sou,
és
o
que
és...
Somos
livres
e
queremos
o
amor...
E
se
é
em
mim
e
em
você
que
ele
se
manifesta,
vamos
vivê-lo...
Alma
cativa,
murcha
e
definha
já
não
ama...
Sem
mistérios,
sem
prisões...
Com
autenticidade
vamos
caminhando,
buscando,
sonhando...
O
amanhã
pouco
importa,
sabemos
que
temos
o
hoje,
e
o
amor
é
tão
preenchedor,
que
pode
ser
inteiro,
mesmo
em
alguns
momentos...
Assim
sendo,
sem
mapeamentos,
sem
régras
e
sem
promessas,
vamos
nos
entregando
ao
amor...
Amor
que
não
é
meu
e
nem
seu,
que
é
nossa
vontade
de
amar
livremente,
se
dar
sem
reservas,
totalmente...
Pode
ser
hoje
nosso
último
encontro...
o
instante
seguinte
não
pode
ser
predito...
portanto,
amamos
e
pronto...


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