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Saúde

 

04/10/03

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Além de abordar as causas da Obesidade, você também encontrará suas conseqüências... E matérias interessantes sobre o assunto....Vale a pena conferir !!!!

 

 

 

CIRURGIA PARA OBESIDADE MÓRBIDA


Está virando moda a realização da cirurgia para a redução do estômago. Algumas pessoas têm feito a operação com o objetivo principal de melhorar sua aparência física. Os meios de comunicação, porém, costumam mostrar apenas a radical mudança “antes e depois”, sem apresentar os problemas, as dificuldades e os riscos por que passam as pessoas que se submetem a essa cirurgia.

É necessária muita cautela, pois se trata de um procedimento de grande risco por ser muito agressivo ao organismo. Essa deve ser a última medida, depois de serem tentadas todas as formas de tratamentos contra a obesidade.

“Tenho visto com certa preocupação a apresentação da cirurgia bariátrica pela mídia como uma solução para resolver com facilidade quase todos os casos de obesidade. Ela é um instrumento importante, tem grande valor para casos específicos e bem estudados. Mas também apresenta riscos e deve ser muito bem indicada”, comenta o endocrinologista Dr. Alexandre Matone, cooperado da Unimed Paulistana.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica só recomenda a cirurgia aos considerados obesos mórbidos, isto é, as pessoas que têm o IMC – Índice de Massa Corpórea – igual ou acima de 40 Kg/m2 ou acima de 35 Kg/m2 com co-morbidades, isto é, doenças de difícil controle normalmente associadas à obesidade, como artropatias, pressão alta e diabetes. O IMC é calculado com o peso dividido pela altura da pessoa multiplicada pela própria altura.

“Todos os procedimentos agressivos em Medicina só devem ser indicados quando os benefícios superam os riscos”, afirma o médico. Alguns obesos que poderiam diminuir seu peso por meio de exercícios e alimentação adequada encontram na operação a esperança de um “milagre”. Mas desconhecem que os operados têm que, obrigatoriamente, mudar os seus hábitos. Após a cirurgia,
precisam comer pouco e mastigar muito mais os alimentos, pois seu estômago diminui drasticamente de tamanho.

“Há uma grande mudança em seu hábito alimentar. Para sempre o paciente vai ter que tomar suplementos vitamínicos ou minerais, geralmente por via oral, mas às vezes até injetáveis. Em alguns casos, o paciente necessita realizar uma série de cirurgias plásticas. O acompanhamento médico será permanente”, adverte o endocrinologista. Os pacientes que tiverem a cirurgia aprovada pela equipe médica da Unimed Paulistana recebem orientação específica. Assistem, por exemplo, a uma palestra, ministrada por endocrinologistas e cirurgiões, para tirarem suas dúvidas e conhecerem todos os riscos e conseqüências da cirurgia.

 

Fonte: Boletim Unimed Paulistana

   

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Este site foi atualizado em 27/09/03