Democracia orgânica versus Parlamentarismo
Durante a Revolução francesa, iniciada em 1789, foi aprovada a Lei de Le Chapelier (1791), introduzindo na Europa continental um longo conflito entre dois modelos de representação política: de um lado, os adversários ( e as vítimas) da aplicação daquela Lei, pugnando por formas de representação orgânica (por intermédio dos municípios, sindicatos, corporações, ordens, grémios, etc.) e, do outro, as oligarquias que dominam os Estados através do monopólio da representação por intermédio de partidos ideológicos (seja na modalidade fascista do "partido único"; seja na modalidade do chamado "multipartidarismo"). Aqui se reúnem documentos acerca deste conflito em Portugal.
1853 - Alexandre Herculano, Que o País Seja Governado pelo País 1858 - Alexandre Herculano, Carta aos Eleitores do Círculo Eleitoral de Sintra 1873 - Ramalho Ortigão & Eça de Queirós - As Farpas - Imobilidade egípcia 1877 - Ramalho Ortigão & Eça de Queirós - As Farpas - Parábola dos Almocreves 1910 - Ramalho Ortigão, Carta a Teófilo Braga em 16 de Outubro 1914 - Monarquia Orgânica, Tradicionalista, Anti-Parlamentar 1918 - António Sardinha, Monarquia e República 1924 - António Sardinha - Teoria do Município - Teses 1925 - António Sardinha, A Herança de Garrett 1933 - Plínio Salgado, Liberal-Democracia 1936 - Francisco Rolão Preto, Contra o Fascismo: Política da Personalidade 1942 - ed., Luís de Almeida Braga, Um Profeta da República [Antero de Quental] 1942 - Francisco Rolão Preto, O eixo Antero - António Sardinha e o seu prolongamento histórico 1945 - Francisco Rolão Preto, A Traição Burguesa no Caminho da História 1945 - Francisco Rolão Preto, Contra o Fascismo: «Tudo pelo homem nada contra o homem» 1983 - Mário Saraiva, Outra Democracia - Uma Alternativa Nacional 1987 - António Jacinto Ferreira, Poder Local e Corpos Intermédios 1997 - José Manuel Quintas, O Integralismo Lusitano e a herança de «Os Vencidos da Vida» 2001 - José Manuel Quintas, Democracia Orgânica - Oliveira Martins e o Integralismo Lusitano 2002 - José Manuel Quintas, António Sérgio - «integralistas e seareiros são anticonservadores» 2002 - José Manuel Quintas, O Integralismo Lusitano perante a «Salazarquia»
|