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José Adriano Pequito Rebelo (1893-1983). Membro fundador do Integralismo Lusitano, foi também destacada figura científica e política no movimento agrário.

Com grande fortuna pessoal, financiou diversas publicações monárquicas integralistas como a revista Nação Portuguesa ou o jornal A Monarquia.

Durante a 1ª Grande Guerra, combateu na Flandres como oficial miliciano de Artilharia.

Em 1919, veio a ficar gravemente ferido na revolta monárquica de Monsanto.

Durante a guerra civil de Espanha, ofereceu-se como voluntário nas forças nacionalistas, vindo a disponibilizar o seu avião particular para múltiplas missões políticas e diplomáticas.

Teve importante papel no combate que os integralistas lusitanos desenvolveram contra a «Salazarquia» e na desvinculação dos monárquicos ao «Estado Novo».

Em 1949, chefiou uma lista agrária independente nas eleições para a Assembleia Nacional, suscitando forte polémica com a candidatura da União Nacional e com o Partido Comunista.

No ano seguinte, foi um dos subscritores da actualização doutrinária do Integralismo Lusitano intitulada «Portugal Restaurado pela Monarquia».

Durante as guerras de África (1961-74), colocou-se ao serviço das forças militares portuguesas em Angola, integrando, com o seu avião particular, as "Formações Aéreas de Voluntários" (FAV's). Não deixou, por isso, de se manter como membro destacado nas movimentações monárquicas de oposição ao Estado Novo, acompanhando e incentivando todas as acções visando o seu derrube ou a divulgação dos princípios do Integralismo Lusitano, como o lançamento da Editora Biblioteca do Pensamento Político, a constituição do movimento da Renovação Portuguesa, etc. Em 1969, embora não fosse candidato a deputado, transformou a sua casa de Lisboa em sede de campanha da Comissão Eleitoral Monárquica.

Em 1975, foi expropriado dos bens fundiários que detinha no Alentejo. Durante o chamado "PREC", veio a estar na primeira linha do combate contra a sovietização dos campos e da política portuguesa.

Veio a ser empossado no cargo de conselheiro do Duque de Bragança, em 1 de Dezembro de 1978, cargo que manteve até à sua morte.

Obras, entre outras: Pela Deducção à Monarquia, 1922; Meditações de Fátima, 1942; O Aspecto Espiritual da Aliança Inglesa - Ensaios de Crítica Histórica, 1945; As Eleições de Portalegre, 1949; Em Louvor e Defesa da Terra, 1949; O Meu Testemunho, 1949; Um Documento Revelador, 1974, Boas e Más Reformas Agrárias, 6 vols., 1975; A Invasão Soviética do Alentejo, 1979.

© José Manuel Quintas;

Fotos - Arquivo de Teresa Maria Martins de Carvalho

 

 

 

 

 

Sem desenvolvimentos, sem demonstrações, vou apresentar, nas suas linhas gerais, o itinerário descoberto por pensadores como de Maistre, Bonald, Le Play, Fustel de Coulanges, la Tour du Pin, Comte, Le Bon, Maurras, G. Valois e tantos outros, que conduz à Monarquia Tradicional. Como convém, começarei pela bússola, isto é, pelo método. Repilo aquele de que usa e abusa a ciência política das universidades, esse método que consiste em fabricar prolixas tautologias sobre ideias metafísicas tradicionais ou sobre conceitos de um abusivo antropomorfismo, do que são característicos exemplos — a Soberania, o Estado-Pessoa... E positivamente reconheço na ciência política o carácter de ciência experimental, de que a História contém a substância empírica.

A História, pois, fornecerá as induções de que se deduzirá a construção política.

 

José Pequito Rebelo, Pela Dedução à Monarquia (1914 - 1944), Edições Gama, Lisboa, 1945.

 

 

1914 - "Nação Portuguesa - Revista de filosofia política", Anunciação
1914 - Monarquia Orgânica, Tradicionalista, Anti-Parlamentar
1922 - Pequito Rebelo, Para além do Integralismo
1927 - Nota da Junta Central do Integralismo Lusitano acerca do diário «A Ideia Nacional»
1945 - Pequito Rebelo, Oração a S. Jorge
1951 - Certa Mensagem aos Deputados da Assembleia Nacional Constituinte
1962 - Pequito Rebelo, Integralismo
1972 - Pequito Rebelo, A Aliança Peninsular. Uma Polémica Indesejável e Indesejada
1978 - Pequito Rebelo, O bom e o mau Fascismo

 

Sugestões, correcções e contributos

... fé, esperança, caridade, estas três coisas. A maior delas, porém, é a caridade.  -  Procurai a caridade (1 Coríntios 13-14)

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