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«Filhos de Ramires», capa de Luís Moreira

 

José Manuel Quintas

 

Filhos de Ramires

 - As origens do Integralismo Lusitano -

Lisboa, Editorial Nova Ática

2004,

425 páginas

Fontes e Bibliografia

Índice Antroponímico

 

 

ISBN Nº 972-617-161-X.

 

Capa de TVM Designers - Luís Moreira, com fotografia do arquivo de Teresa Mª Martins de Carvalho. Da esquerda para a direita, em pé: Ruy Ulrich, Hipólito Raposo, Luís de Almeida Braga e José Pequito Rebelo. Sentados, da esquerda para direita: António Sardinha, Vasco de Carvalho, Luís de Freitas Branco, Xavier Cordeiro e Alberto Monsaraz.

"Mais do que um corpo de doutrina, mais do que um breviário de constituição política, mais do que um programa, mais até do que um simples ideário monárquico, o Integralismo Lusitano é uma autêntica forma de viver e de pensar, uma norma moral, uma lição definitiva de síntese sobre o pensamento e a acção, uma alta escola de pensar contra o preconceito, o lugar comum da época e do meio, uma clara vitória do pensamento contra a ideia-feita, do difícil contra o não pensar, contra a norma escolar e a cultura oficial ou oficializada. Sem o Integralismo não será possível compreender a história das ideias e dos factos no Portugal do nosso tempo".

Francisco Sousa Tavares in Combate Desigual, 1960.

Trata este livro de reproduzir o essencial de uma dissertação de mestrado, defendida pelo autor na Universidade Nova de Lisboa, sobre aquele movimento de ideias protagonizado por António Sardinha e Rolão Preto, entre outros, nos tempos da 1ª República e que propunha o “reaportuguesamento de Portugal” através, nomeadamente, da restauração da Monarquia. O título, «Filhos de Ramires», remete para Gonçalo Mendes Ramires – o protagonista de «A Ilustre Casa de Ramires», de Eça de Queiroz – que é «o pai cultural e ideológico dos integralistas»".
(In «Mil Folhas» (Público) em 13/11/2004, em 16-11-2004)

 

O título desta obra, Os filhos de Ramires, foi aproveitado da afirmação do poeta, historiador e doutrinador António Sardinha ao sugerir este nome para se classificar a si e aos seus companheiros de ideal, evocando o romance de Eça de Queiros, A Ilustre Casa de Ramires, onde o protagonista, Gonçalo Mendes Ramires aparece como um difusor da tradição (...) O propósito do trabalho é historiar os primórdios do movimento monárquico, Integralismo Lusitano (1913-1916). O movimento visava o ressurgimento de Portugal (...) O velho Ramalho Ortigão chegou a aderir, com entusiasmo, ao movimento. Eis um livro que fazia falta para a história política de Portugal.

António Couto Viana in Rol de livros, Fundação Calouste Gulbenkian, 2004

 

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