O uso político da imagem. Propaganda Oficial na Ditadura Militar (1964/1985)

 

Ronaldo Sávio Paes Alves[1]

 

O presente trabalho tem como objeto de discussão, a do uso  da imagem fotográfica na  propaganda oficial como instrumento do esforço de legitimação do Regime Militar junto ao povo brasileiro, durante o governo  do presidente Emílio Garrastazu Médici. O recorte de tempo para esta fase é o dos anos de 1969 a 1974.

O período a ser estudado é marcado por três aspectos relevantes: o Milagre Econômico Brasileiro, o endurecimento da repressão golpista e a crescente onda de patriotismo e ufanismo. Na verdade estes três aspectos se inter-relacionavam, sendo que a publicidade dava sustentação aos projetos desenvolvimentistas.

A propaganda oficial sempre foi um poderoso instrumento de legitimação. Em 1969, ainda no governo Costa e Silva, foi criada a AERP (Assessoria Especial de Relações Públicas). Este órgão foi revitalizado em Janeiro de 1970, tendo à frente o então Coronel Otávio Costa. Segundo estudos do professor Carlos Fico, em Reinventando o Otimismo - Ditadura, Propaganda e Imaginário Social no Brasil , Otávio Costa foi um dos grandes teóricos da propaganda política institucional. Trabalhava com elementos muito próprios e próximos do cotidiano do brasileiro, como o samba e o futebol. Nelson Jahr Garcia em  O Que é Propaganda Ideológica também discorre sobre a atuação da AERP. O que fica claro tanto em  Fico , como em Garcia é o fato de que a AERP conseguiu com êxito trabalhar a popularidade da imagem do presidente Médici, e que isto  foi um dos principais elementos da busca da legitimação do Governo junto à população.

A busca da legitimação de um determinado regime de governo necessariamente passa pela procura de instauração de uma ideologia dominante. Ao necessitar legitimar-se  junto à sociedade, o Estado pode se utilizar de dois modos de violência: a violência física e a simbólica. Evidentemente, no caso a ser  estudado, por se tratar de um Estado autoritário, a coerção física foi utilizada em larga escala. Apesar disso, como o mote de minha pesquisa é legitimação através do consenso, e tendo em vista a utilização da publicidade, via propaganda ideológica, busco identificar como se processou a instauração desse consenso através da interferência no imaginário popular. Procuramos destacar o papel da mídia impressa e fundamentalmente o uso da imagem.  Para tanto, buscarei basicamente  à luz de Ana Maria Mauad,  Ariel Arnal e Miriam Moreira Leite, os elementos necessários para a análise da apropriação política da imagem pelo poder constituído.

 

Fotografia e História

 

A fotografia surge no início do século XIX, como uma novidade que trás em si a combinação entre ciência e arte. Logo foi  compreendida como reflexo da realidade. Essa era uma visão positivista que fazia da fotografia um repositório de verdade, bem como de lembranças e memórias.  Segundo  Arnal,

 

“ A ciência do século XIX toma a fotografia como a solução mecânica para reproduzir a realidade. Como passar do tempo, deixa de ser realidade e transforma-se, em virtude da sua natureza mecânica, em cópia fiel dessa mesma realidade.”[2]

 

Ao longo de todo o século passado, foi assim que a fotografia foi vista, e foi assim que foi assimilada pelos mais diversos segmentos da sociedade. Mauad dirá que:

 

“Por muito tempo, essa marca inseparável de realidade foi atribuída à imagem fotográfica, sendo seu uso ampliado ao campo das mais diferentes ciências. Desde a entomologia, até o estudo das características físicas de criminosos, a fotografia foi utilizada como prova infalsificável.  No plano do controle social, a imagem fotográfica foi associada à identificação, passando a figurar desde o início do século XX, em identidades, passaportes e  os mais diversos tipos de carteiras de reconhecimento social. No âmbito privado,  através do retrato de família, a fotografia também serviu de prova. O atestado de um certo modo de vida e de uma riqueza perfeitamente representada  através de objetos, poses e olhares.”[3]

 

Desta feita,  é possível apreender que a fotografia se constituiu como ferramenta técnica de controle social, bem como lugar de memórias e lembranças; até hoje usada como referencial de comparação e meio de comunicação.

Mas a História hoje olha para a imagem fotográfica com olhos mais críticos e investigativos, procurando absorver dela toda uma leitura  de contexto e intenções.

Arnal é muito claro quando propõe que podemos entender a fotografia como um sistema de comunicação que possui linguagem própria, bem como códigos, regras e que se submete à convenções.  Podemos então considerá-la como um discurso que contém uma mensagem, e é exatamente aí que se pode questionar sua absoluta expressão de veracidade. Se existe uma mensagem sendo transmitida, existe também um emissor, e uma intenção de se transmitir algo. E é exatamente nessa intenção que reside o questionamento.

É importante destacar, conforme Arnal analisando o pensamento de Foucault,  que a fotografia parte de um referencial real, e portanto,  pode  assemelhar-se à ele. Mesmo que a cena reproduzida possa ter sido manipulada em seu negativo, ou mesmo no momento da fixação no papel; mesmo que o discurso produzido pela fotografia não seja um reflexo daquele momento; a fotografia sempre recorrerá à um referencial de realidade.

Assim, é importante que o historiador que pretenda realizar uma pesquisa onde a fotografia venha a se constituir como fonte, esteja atento para as inúmeras leituras possíveis de se fazer ao analisar uma fotografia.  Saber que existe toda uma série de códigos que proporcionam uma leitura mais acurada da fotografia, e ter o conhecimento do contexto em que aquela fotografia se insere torna-se   assim imprescindível.     

Hoje, a pesquisa histórica não mais se atém somente à datas,  processos, nomes, enfim, arquivos. A pesquisa histórica hoje recorre a fontes que possam transmitir para o pesquisador toda a gama de dados que ele busca.  A imagem fotográfica é assim, capaz de fornecer um vasto arcabouço de interpretações, e possibilita a leitura de códigos e representações que podem se tornar essenciais para a realização do trabalho. Segundo Ariel Arnal,

 

“A fotografia é , antes de tudo, um complexo sistema de representações que nos permite, em virtude da natureza do processo, utilizar não só a informação  - que como meio de comunicação entra na contenda -  mas sim, de maneira mas metódica, nos permite obter uma interpretação da História.” [4]

 

Uma vez que a fotografia carrega em si  uma série de referências do indivíduo, grupo ou sociedade a que representa, como imagem, ela está carregada de valor cultural. Arnal vai propor que esse ‘estar carregado de valor cultural’ ocorre quando a imagem se insere no contexto  sociocultural  de um determinado grupo. Essa inserção se dá se, e quando, os atores sociais mantém os ritos comuns que reforçam e estruturam esse grupo através de fetiches. Se uma imagem (fotográfica ou não)  reflete e carrega consigo um passado representativo de uma determinada pessoa ou grupo, ela trás consigo um determinado fetiche.

As referências ao indivíduo e ao grupo a que ele pertence, podem estar presentes numa imagem fotográfica, e como esta pode sofrer processos de manipulação, normalmente esse tipo de  conduta ocorre em regimes que buscam  legitimar-se (totalitários ou não), e que buscam se utilizar da mídia impressa para tal intento. Veremos agora como isso se pode processar, analisando um caso concreto.

 

O Uso Político da Fotografia

 

Dos veículos de comunicação de massa, o mais antigo é o jornal. Em suas primeiras tiragens, ao longo de vários anos, eram compostos apenas por textos. Com o surgimento da fotografia, e a possibilidade de imprimi-la, os jornais adotaram um novo formato. Junto com as revistas ilustradas, formaram o que chamamos de periódicos. Quando a comunicação vira ‘ciência’, vão passar a se chamar mídia impressa.

Hoje, os veículos de comunicação se diversificaram (jornais, revistas, rádio, televisão, Internet, etc). Porém, por um bom tempo, a imprensa escrita e o rádio foram os principais veículos. A sonoridade que faltava aos jornais e revistas, era compensado pelo uso da imagem, que lhes era exclusiva.

A imprensa escrita ganha força, haja visto que a imagem é legitimadora da escrita. Ora, o indivíduo pode ‘ ver em detalhes’ aquilo que está sendo descrito. Mas nem sempre pode ser assim.

Normalmente os regimes, quando ilegítimos, tentam legitimar-se através da divulgação de seus feitos e realizações. Ariel Arnal ao analisar a fotografia política no México. Para nós porém, não é preciso buscar no México de Porfírio Diaz esse tipo de colaboração. Vejamos o caso da Revista Veja durante o Governo do Presidente Emílio Garrastazu Médici.

A Revista Veja foi lançada em outubro de 1968. Publicação quinzenal, começou com uma forte presença política, publicando inclusive as discussões e contradições existentes dentro do poder central, quanto à sucessão do Pres. Costa e Silva. Mesmo com a decretação do AI – 5 e o estabelecimento da censura prévia, as matérias eram publicadas disfarçadamente, buscando resistir aos cortes.

No início dos anos 70, a revista passou por reformulações, tendo demitido toda a sua editoria política. A Veja então passou a assumir uma postura eminentemente colaboracionista ao governo golpista.

O que pode explicar tal mudança? Arnal alude que em muitos casos existe uma política editorial, que  dá o tratamento  à reportagem como um todo (texto e imagem). Ele diz

 

“O meio de publicação (livro, jornal, revista, Internet) recorta e  transforma essa mensagem; algumas vezes como conseqüência inerente e incontestável do meio, outras,  como produto consciente  de uma política editorial.[5]

 

Com essa nova roupagem, a revista começou a fazer ampla cobertura dos ‘feitos’ da nação. Reportagens imensas, com imagens fotográficas da construção da  Rodovia Transamazônica, e de todas as grandes obras de engenharia do governo federal. Tudo parecendo como reportagens neutras, mas Garcia ressalta que,

“Eles (os governantes) conseguem  controlar todos os meios de comunicação, manipulando o  conteúdo das mensagens, deixando passar algumas informações e censurando outras, de tal forma que só é possível ver e ouvir  aquilo que lhes interessa. Os noticiários de jornais, revistas, rádio e televisão e os documentários cinematográficos transmitem s informações como se fossem neutras, mas essa neutralidade não existe.” [6]

 

A Veja buscou também trabalhar com a distorção de fatos e imagens. Publicava fotos dos chamados subversivos (militantes de oposição ao regime), tachando-os como bandidos, sempre apresentados em imagens ampliadas de  fotografias tamanho 3x4, fazendo com isso que sua nitidez ficasse prejudicada, deformando os traços dos rostos das pessoas. E ainda, as fotos eram em preto-e-branco, enquanto as do “Brasil que vai prá frente” eram coloridas e bem definidas.

Uma das melhores maneiras de buscar legitimar a imagem de um chefe de governo junto à população , é tentar revesti-lo de caráter nacional. Foi o que a mídia impressa buscou fazer no Governo Médici.

Em sua edição nº 95  de 01/07/70, a Veja publica uma reportagem sobre os festejos no Palácio da Alvorada com a conquista do Tri-Campeonato Mundial de Futebol, pela seleção brasileira. Na tentativa de aproximar a imagem simpática do Presidente Médici ao cidadão comum, publica fotografia deste vibrando no palácio com uma bandeira brasileira nas mãos.

Isto teve efeito no imaginário popular. Afinal, o  homem  que discursava se colocando como firme e justo mantenedor da ordem, e que levaria o país à condição de potência econômica, era o mesmo que, além de fumante, era um apaixonado pelo futebol – esporte do povo. Foi, com certeza, uma brilhante estratégia de marketing, mas dependeu muito também da espontaneidade do gesto. Segundo avaliação de  Fico:

 

Esta é uma das formas mais eficazes de propaganda pessoal de governantes, em geral não planejada, porque depende  da sua atuação espontânea: o homem simples, popular, de hábitos comezinhos. (...) Não importa  hábito - futebol, cavalos ou pão-de-queijo, o ’Presidente como homem simples’ é um tópico do imaginário social que o marketing político sabe aproveitar muito bem.[7]

 

De qualquer forma, expontâneo ou não, a verdade é que a divulgação desta fotografia foi muito ampla devido à repercussão que teve. A máquina publicitária do governo capitalizou com lucros o fato.

O fotojornalismo que proporcionou esse salto de qualidade na popularização da imagem do Presidente Médici é analisado por Arnal, ainda a partir do caso mexicano. Porfírio Diaz também utiliza o fotojornalismo, ainda que da maneira incipiente que a própria condição técnica impõe, em sua busca de legitimação. Seja exaltando os feitos e obras, seja denegrindo a imagem dos zapatistas, o fotojornalismo  vai se estabelecendo como um elemento importante na construção da linguagem política mexicana.

 

“O fotojornalismo terá um papel fundamentalmente legitimador do poder ante seus governados.” [8]

 

Com uma tiragem de 300.000 exemplares, a Veja, era sem dúvida nenhuma, a revista de maior circulação no Brasil neste período. Com isso, constituía-se  no melhor veículo de colaboração da propaganda oficial. Além do número significativo de propagandas ufanistas, as reportagens alusivas aos feitos do Brasil (creditando-os para a Revolução) eram freqüentes. Cito como exemplo, duas capas distintas da Revista, onde fica absolutamente claro o comprometimento dela.

A capa comemorativa da conquista do Tri-Campeonato Mundial de Futebol  além de comemorar o título em si, foi também alusiva ao Brasil como nação. O título da manchete, Brasil, para sempre !, certamente não aludia somente à conquista definitiva do troféu, retratado em destaque. Num momento de euforia e comoção nacional, a Revista destaca o caráter de infinito do país. Ser para sempre é ser eterno. É não acabar nunca. Ser ilimitado e ilimitável. Mesmo porque, referendando toda essa lógica, “Ninguém segura este país”, como teria dito o próprio Presidente Médici. A referência, naquele momento estava na taça, fotografada e publicada na capa da revista,

Mesmo  quando não fazia alusão direta ao país, a VEJA buscava popularizar a imagem do Presidente Médici. Sempre procurando então gerar na população a ressonância das supostas conquistas nacionais, relacionando-as  com  a figura do Presidente. Quando o esforço da AERP foi para redimensionar este trabalho de popularização, a VEJA o fez com muita propriedade.

Para o esforço de legitimação do governo Médici, a propaganda foi um sustentáculo fundamental. No que se refere à mídia impressa, a Revista Veja proporcionou um  canal excelente, com suas reportagens, e com as inserções publicitárias nela publicadas. Tanto no caso do General Médici, como no de Porfírio Diaz, o fotojornalismo (mesmo separado por mais de setenta anos nos dois exemplos), usando de imagens fotográficas colaborou decisivamente em tal esforço.

 

Conclusão

 

A arte fotográfica muito rapidamente se inseriu no cotidiano dos indivíduos, e, como técnica passou a ser fundamental em várias atividades. Nela, o jornalismo encontrou a ressonância que precisava para se popularizar e se tronar cada vez mais eficiente.

Mas como registro, a  fotografia corresponde à muitos interesses da História, que, em alguns casos, nela se debruça, com questionamentos diversos. Assim, a imagem fotográfica, em seus primeiros momentos tendeu a se tornar repositório de representações de verdades absolutas. Aquilo o que estava  fixado no papel, deveria ser o que realmente houvera acontecido.

Vimos então, como a História não se  contenta com fatos apresentados de forma simples. Ela precisa ‘ler’ os fatos, saber de sua essência e suas representações. Por isso passou a ‘ler’ e interpretar a fotografia. Nessa leitura, buscou não somente os fatos, mas contextos, intenções, recursos de mnemotecnia. Essa leitura feita das imagens fotográficas, só é possível porque, como pudemos constatar, a fotografia tem todo um código de linguagem próprio. É desse código que o  ‘leitor’  se apropria para tanto.

Foi possível constatar que, a partir do momento em que a imagem fotográfica pode ser manipulada, e que seus códigos de interpretação podem  ter  um direcionamento, o discurso nela contido pode também determinar à quem, e como, se quer atingir.

É por conta desse caráter de direção que as classes dominantes - no caso estudado, os governos de Médici e Porfírio Diaz -  vão se aproximar e contar com a influência de periódicos. Uso nesse caso o exemplo de minha pesquisa, a Revista Veja. Periódico semanal que em muito colaborou com o esforço de legitimação do gov. Médico.

Analisando o Gov. Médici, à luz da análise interpretativa de Ariel Arnal, pudemos verificar que o fotojornalismo teve papel fundamental em ambos os casos.  Que contou com a política editorial colaboracionista dos veículos em questão. No caso do Porfiriato, não nos fica claro se havia um departamento oficial para tal intento. Mas no caso do Governo Médici, a AERP, soube capitalizar e gerir os esforços da editoria da Veja, em seu espírito colaboracionista.

Constatamos então que, sempre que possível e necessário, em vista da manutenção de um status quo,  o poder constituído, o sistema, lança mão da propaganda de forma massiva. Para tal colabora o fotojornalismo nas publicações onde a política editorial tenha o compromisso desse status quo.

 

Bibliografia

 

ALVES, Ronaldo Sávio Paes. Legitimação, Publicidade e Dominação Ideológica no

         Governo Médici (1969/1974) Dissertação de Mestrado apresentada à Universidade

         Federal Fluminense. Niterói. 2001.

ARNAL, Ariel. Construyendo símbolos – fotografia política  en México: 1865-1911. In:

        Estudios Interdisciplinarios  de América Latina y el Caribe. Vol. 9  nº 1 . México.

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        Autónoma del  Puebla. 1998. Mimeog

________El Peso de la Propia Imagem. La fotografia a partir del Foucault. Universidad

         Autónoma del  Puebla. 1998. Mimeog.

_________El Passado de lá Imagem, Fuente Para la História. Universidad Autónoma del 

         Puebla. 1998. Mimeog

FICO Carlos. Reinventando o Otimismo – ditadura, propagando e imaginário social no

       Brasil. Rio de Janeiro. Fundação Getúlio Vargas. 1997.

GARCIA, Nelson Jahr. O Que é Propaganda Ideológica. Col. Primeiros Passos. São

        Paulo. Brasiliense. 1985.

GUIMARÃES, Cristiane Siqueira. Entrevistas na Mídia Impressa – Argumentação /

       Persuasão das Minorias Sociais Organizadas. Dissertação de Mestrado

       apresentada à Faculdade de Letras da UFF. 2000.

LEITE, Miriam Moreira. Retratos de Família – leitura da fotografia histórica. São Paulo.

       Edusp/Fapesp. 1993

MAUAD, Ana Maria. Através da Imagem: fotografia e História – interfaces. In: Revista

       Tempo. nº  2. Deptº de História. Niterói. UFF. 1996.

MENDONÇA, Sonia Regina de. Estado, Violência Simbólica e Metaforização da

       Cidadania. In: Revista Tempo. No 1 . Depto História. Niterói. UFF.  1996.

 



[1] Mestre em História social pela Universidade Federal Fluminense; Professor da FAFI-PRONAFOR; e Professor substituto  do Colégio Pedro II / RJ

[2] ARNAL, Ariel. Construyendo símbolos – fotografia política  en México: 1865-1911. In: Estudios Interdisciplinarios  de América Latina y el Caribe. Vol. 9 nº 1 . México. México.  1998

[3] MAUAD, Ana Maria. Através da Imagem: fotografia e História – interfaces. In: Revista Tempo. nº  2. Deptº de História. Niterói. UFF. 1996.

[4] ARNAL, Ariel El peso de la Própia Imagen. La fotografia a partir de Foucault. Universidade Autonoma de Puebla. 1998, Mimeog.

[5]  ARNAL, Ariel. La fotografia Como Discurso: cuando los muertos hablan. Universidade Autonoma de Puebla. 1998, Mimeog.

[6] GARCIA, Nelson Jahr O Que é Propaganda Ideológica. Col. Primeiros Passos. São Paulo. Brasiliense. 1985.

[7]FICO, C. Reinventando o Otimismo. RJ,  Ed. FGV. 1997.

[8] Op. Cit. 1. Pg. 60