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A Maconha

Efeitos Físicos

Os efeitos imediatos da intoxicação provocada pela maconha no físico são:

· Congestionamento ocular

· Redução da saliva

· Aumento da freqüência do pulso

· Aumento de pressão arterial

 

A fumaça da maconha irrita as mucosas das vias aéreas e produz problemas respiratórios, prejudicando os brônquios e a função pulmonar, sendo comuns os casos de bronquites crônicas e enfisemas. Os seus compostos químicos provocam náuseas, vômitos, diarréia, descoordenação motora e taquicardia.

A intoxicação canábica altera o teor dos neuro-hormônicos, acarretando mudanças no funcionamento dos processos cerebrais: chega a produzir atrofia cerebral, com alteração dos ventrículos cerebrais. Campbell e colaboradores relatam a evidencia de atrofia cerebral em dez jovens hippies que fumaram maconha diariamente, por períodos variáveis. Através de um processo especial de radiografia do cérebro (pneumoencefalografia), eles constataram aumento e distorção dos ventrículos cerebrais dos usuários.

O uso habitual da maconha afeta gravemente o organismo humano. Mesmo em quantidades ínfimas as substâncias químicas essenciais à formação celular e sua reprodução. Com efeito, os canabinólicos prejudicam o metabolismo celular e impedem a formação satisfatória de ADN (ácido desoxirribonucléico), ARN (ácido ribonucléico), e de proteínas, substancias indispensáveis às divisões celulares e à sua reprodução.

Observe-se, outrossim, que o THC é excretado muito lentamente, acumulando-se nos tecidos do organismo: no plasma ele persiste cerca de uma semana.

Estudos recentes no campo da imunologia provaram que a maconha provoca um processo de debilitamento:

1. Diminui a defesa natural do organismo, tornado-o mais sensível a infeções.

2. Altera os cromossomos, com prejuízos genéticos.

3. Altera o regulador de hormônios, podendo acarretar impotência e esterilidade temporária.

Os casos de toxidade letal são raros, mas podem ocorrer, dependendo, dentre outros fatores, da freqüência, quantidade e qualidade da maconha utilizada pelo farmacodependente.