Site hosted by Angelfire.com: Build your free website today!

Cid and Hilda Fabool

O que seria de um conto de fadas sem príncipes encantados transformados em sapo por bruxas malvadas? Bem...Cid não é propriamente enfeitiçado por uma bruxa malvada. Aliás, Hilda é tudo menos malvada.

É uma mulher adorável, apenas enfurecida após encontrar o marido nos braços da sensual empregada da taberna da cidade.

Magoada e zangada, Hilda transforma Cid num oglop (uma espécie de barata, só que maior e mais nojenta) e foge de Lindblum a bordo do Hilda Garde II, nave construída pelo marido em sua homenagem.

Cid vê-se obrigado a interromper a construção do Hilda Garde III, pois, num corpo de oglop, o seu cérebro não funciona da mesma maneira.

Numa tentativa desesperada de voltar ao normal, Cid bebe uma poção feita por Zidane, o que lhe dá a forma de um sapo.

Muito para além de precisar de Hilda para descobrir o antídoto necessário á sua cura, Cid começa a sentir saudades da esposa.

Hilda acaba por voltar. Fora raptada por Kuja e presa no Ipsen’s Castle, mas, ao contrário do que pudesse parecer, Kuja não a maltratou, deram-se até muito bem.

Hilda perdoa a infidelidade do marido e, com um beijo, devolve-lhe a forma humana.

Acho tão bonito como Hilda consegue aceitar de volta o marido, apesar de tê-lo encontrado com outra mulher. Este casal simboliza a fraqueza dos homens (fraqueza muitas vezes maior que o amor que possam sentir) e a capacidade de amar e perdoar das mulheres (generalizando, obviamente).

Como em qualquer conto de fadas minimamente decente, Hilda e Cid vivem felizes para sempre (bailando no ar a promessa de que, para a próxima, Cid é transformado numa tarte) e adoptam a pequena Eiko.

Voltar