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Histórias do Zé.

Zé na verdade é um personagem que poderia muito bem ser eu, você ou qualquer outra pessoa.
É difícil para qualquer um, a não ser para uns poucos privilegiados, andar estritamente na moda, principalmente quando se é adolescente e com todas as dificuldades financeiras característica desta idade.

Emprego mal remunerado ou mesmo sem nenhum, se tem mesada, normalmente esta é minguada ou nenhuma, criando uma barreira quase intransponível para qualquer arremetida no sentido de diversões, curtições ou paqueras.

Só resta então planejar as poucas saídas com o que se tem no momento.

Assim, com a calça quase na moda, uma camisa lavada e passada ( quase na moda ) acompanhados de um sapato mais ou menos gastos, limpos e engraxados, mais ou menos confiante, na verdade desconfiado da sua aparência o nosso Zé vai a um baile, convidado por um colega que está relativamente enturmado com um grupo que também vai ao mesmo evento.

Lá chegando, uma ligeira apresentação e uma rápida avaliação ao redor fez a escolha das possíveis “gatinhas” que “dará em cima” durante o desenrolar do baile.

Mal a música começou a tocar (e vale lembrar que todas as vezes que o conjunto toca, apresenta um grupo de músicas previamente selecionadas que dura aproximadamente uma hora e meia, fazendo uma pausa de 15 minutos. Repete duas vezes e encerra o baile com a marchinha que é o Hino do Estado do Rio de Janeiro).

Zé escolheu todas as garotas que pretendia e também aquela que, de geito nenhum ira querer. Afinal, não estava tão elegante, mas, também não estava tão ruim assim.

O conjunto começou o primeiro grupo de músicas. Zé não estava tão ligado, bobeou não conseguindo ninguém, e teve que esperar o término desta rodada.

Não faz mal..., pensou, pelo menos vou observar aquelas que parecem mais “safadinhas” mais “espevitadas” ou mais “dadas”. Zé era quase um lobo caçando.Talvez tenha até alguma que ficou despercebida.

Mas... Que nada. Todas formaram par com algum rapaz e na verdade não sobrou ninguém, ou melhor, só sobrou aquele bagulho que o Zé jurou para si mesmo que: “com aquela, não”.

Zé ficou atento. Talvez ele consiga alguma que não tenha dado certo com outra pessoa e que antecipadamente, se propunha a consolar

Mas... O baile foi transcorrendo e... Nada.

Zé já estava ficando desesperado.

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