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A little bottle of History !!!

Real Tertuliae Bacchus Apostolakis

    Estava-se em 1995. Elementos pertencentes à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra andavam já, desde à muito, para pôr em prática a constituição de um grupo/núcleo de amigos, com o fim de conviverem e explorarem a vida de um estudante de Coimbra.

    Estava, então, deitada a semente à terra... A semente floríu num local muito conhecido de Coimbra, o café Cartola, situado na Praça da República. Abafadus Chibae, Sadicus Serrae, Coppis Scorridis, Invodkae Gregorium, Mateus Rosae, Rui de Chernache, Cardinalus Bebericum e Archipelagus Gordus, sentados numa mesa de café, resolvem passar para o papel as ideias que, na altura, fervilhavam nas suas mentes!!!

Estava dado o primeiro passo para o nascimento da Bacchus...

    Uma das primeiras coisas a serem feitas foi a constituição de um nome que deveria simbolizar aquilo a que aquele grupo aspirava. Antes de mais, tinha de estar relacionado com o vinho, portanto, com o deus Baco. Daí o nome macarrónico de Bacchus e, como éramos ( e ainda somos ) fiéis seguidores deste líquido, decidíu-se pelo nome de Bacchus Apostolakis, ou seja : "Os Apóstolos de Baco".

    A sede da tertúlia foi o segundo passo a ser tomado. Decidíu-se pela ilustre casa : a "Taska Pinto", a qual foi posteriormente, baptizada pela Tertúlia com o nome de Scriptorium. As reuniões foram iniciadas a 13 de Março de 1995, pelo que esta data marca o nascimento oficial da Tertúlia.

    Posteriormente, procedeu-se à atribuição de nomes tertulianos aos elementos da Tertúlia e à admissão de novos membros, como aconteceu com Mostus Agrarius, que passou a fazer parte desta nobre Tertúlia em 3 de Novembro de 1995. Outros mais o seguiram, como foi o caso de Corne Durus, Vinno Intellectualis, Portus Secus e Taskus Fillae a 1 de Maio de 1996.

    A esta altura a Tertúlia ganhava consistência, força e razão de viver, pois os novos elementos demonstravam ser merecedores do nome "Apóstolos de Baco". Mas não existiram só entradas de elementos para a Tertúlia; também se deu a saída de alguns, nomeadamente: Mateus Rosae, Archipelagus Gordus, Cardinalus Bebericum e Rui de Cernache, fundadores da mesma.

    Constituida a Tertúlia com dez elementos vitalícios, de entre os quais Village, um membro honorário mas imprescindível para a Tertúlia, muitos foram os jantares, convívios, bebedeiras e actividades relacionadas com a Praxe, como o são : a Latada, a Queima das Fitas e as célebres Trupes. A luta pela imortalidade de tais convívios continua todos os dias!  Espera-se pois, continuar a perpetuar a convivência tertuliar e os costumes da vida estudantil por mais um século.

    Presentemente, o ambiente que se vive é de mudança, de viragem. Algo que decerto, não afectará os princípios pelos quais foi elaborada e constituída esta Tertúlia, símbolo de união, convívio e divulgação da tradição Coimbrã...

"Queméqué? É Bacchus ou não é?

É,... e será sempre !

 Enquanto vida existir ...

Bacchus por um dia,

Bacchus até à morte..."

"E se o copo estiver cheio !

E se o copo estiver cheio !

Bacchus Apostolakis...

Vai a cima, e vai ao meio..."

                                                           Signatus: Invodkae Gregorium

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