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A Academia Literária da Língua Portuguesa foi criada para
reverenciar os novos talentos da literatura lusófona revelados
através do site da Ponto de Vista Literatura.
Na Academia, estão os 20 (vinte) escritores que mais se
destacam nos eventos da PV e que mais ajudam o site a ter a força literária
de hoje, sendo a Academia uma forma de facilitar o contato e o debate entre estes
escritores.
Os acadêmicos têm uma lista de e-mails própria para debate dos temas ligados à Ponto de
Vista Literatura e do mundo das letras de um modo geral. Acadêmico: mantenha sempre seu endereço eletrônico atualizado!
Eu, um novo Acadêmico!
Foi tudo por acaso e, se não há engano, Borges foi o culpado. Googleava à procura da Enciclopédia Celestial dos Conhecimentos Benévolos, quando encontrei uma postagem do Edu (Funicelli). Postagem de tempos remotos (acho que de 2002) em que no alto havia um link: “voltar ao Mural do Escritor”.
Foi aquela clicada que me trouxe até vocês, primeiramente até o Mural do Escritor. Onde me encantei com as postagens, até arrisquei umas bobagens. Logo descobri o Café Literário. Ah, que deslumbramento! Aquilo sim é que era fazer literatura. Escritores de todos os naipes numa sinergia de dar inveja a qualquer um.
Muito tempo passou, conheci tantas pessoas. Tantos se foram e tantos chegaram, e eu fui ficando, fazendo muitos amigos e é certo que foi uma das experiências mais ricas que já tive.
E agora a surpresa. Sou eleito para ocupar uma das cadeiras da Academia Literária Ponto de Vista. Ter a honra de poder sentar-me ao lado das mais brilhantes figuras da nova literatura brasileira, pessoas fantásticas que ao longo desse tempo tive o privilégio de conviver e até chamar um ou outro de “meu amigo”.
Obrigado à Turma da PV, por este presente de Carnaval.
Marcelino Costa.
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História das Academias
A Academia original foi uma escola fundada em 387 a.C pelo filósofo grego
Platão, discípulo maior de Sócrates. Situava-se em um lugar especial, próximo a
Atenas. A escola era formada de uma biblioteca, uma residência e um jardim. Pela
tradição, este jardim teria pertencido a Academus - herói ateniense da guerra de
Tróia (século XII a.C.), e por isso era chamado de academia. Nessa escola
professava-se um ensino informal, através de lições e diálogos entre os mestres
e os alunos, onde se reuniam contribuições de diversos campos do saber como a
filosofia, a matemática, a música, a astronomia e a legislação. Platão e seus
jovens seguidores dariam início a um trabalho que viria a se constituir num dos
capítulos mais importantes da história cultural mundial.
As mais conhecidas academias gregas foram a Antiga Academia, criada por
Platão, que teve entre seus mestres além de seu fundador, o matemático Eudóxio
de Cnido e como discípulos, entre outros, Aristóteles, Xenócrates e Espeusipo; a
chamada Academia do Meio, fundada pelo filósofo platônico grego Arcesilaus e a
Nova Academia, fundada pelo filósofo cético grego Carneades. Essa tradição que
deu origem a todas as academias e universidades de ensino superior do Ocidente
foi interrompida com o seu fechamento pelo imperador romano Justiniano em 529
d.C.
Diversas academias de poetas e artistas se estabeleceram na França e na
Itália nos séculos XIII e XIV. A Academia Platônica, fundada em Florença por
volta de 1440, foi a mais famosa academia da Renascença italiana. Ela se dedicou
a aprofundar o estudo da obra de Platão, ao aprimoramento da língua italiana e
ao estudo de Dante.
A Academia Francesa - que serviu de modelo à Academia Brasileira e Letras
(ABL) e, por extensão, à Academia Literária da Ponto de Vista - foi fundada, em
1635, por iniciativa do Cardeal Richelieu, que obteve a autorização para seu
funcionamento do rei Luís XIII, com a principal finalidade de tornar a língua
francesa "pura, eloqüente, e capaz de tratar das artes e ciências." A Academia
Francesa tem cumprido essa missão, também, através das sucessivas edições de seu
Dicionário. As entradas do Dicionário são conservadoras e sempre ilustradas
através de citações literárias; termos chulos, gíria e expressões coloquiais são
evitados.
Já a Academia Brasileira de Letras foi criada na segunda metade do século
XIX, quando o Rio de Janeiro já apresentava uma vida literária marcada pelas
reuniões de escritores e publicações de periódicos voltados para a literatura.
Pontos de encontro, como as livrarias Laemmert e, posteriormente, a Garnier,
mantinham a regularidade dessas reuniões.
A criação da Academia foi idéia lançada por um grupo de jovens escritores,
dando corpo às propostas iniciais de Lúcio Mendonça e Medeiros e Albuquerque. Em
1896, sucessivos encontros na redação da Revista Brasileira, dirigida então por
José Veríssimo, assumiram a forma de sessões preparatórias. Em 15 de dezembro,
Machado de Assis foi aclamado primeiro Presidente da Academia Brasileira de Letras, e
esta teve sua Diretoria e seus Estatutos definidos em 28 de janeiro de 1897.
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Ligia Borges Tomarchio lança seu livro!
Ligia Borges acaba de lançar um site e um livro de poesias. Convida a todos para que conheçam ambos. O prefácio do livro, foi escrito por nosso amigo Avaniel Marinho e ele será lançado na Bienal entre 15 e 25/04/2004. A aquisição do livro já pode ser feita através do e-mail que está no site, diretamente com a autora... a nossa Acadêmica 33!!
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