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Pais e educadores

 

Infantários

Uma vez lá dentro, em que devemos principalmente reparar?

É importante, sobretudo, que cumpra as normas de segurança e higiene, que não se observem elementos perigosos que possam provocar acidentes, que tenha luminosidade, espaços amplos e adequados a cada idade, e que exista um recreio, entre outros aspectos.

Também temos que avaliar a afectividade e cordialidade dos educadores; e é claro, que devem ter as habilitações profissionais necessárias. Aconselhamos os pais a observar as crianças e avaliar se se sentem felizes e se estão a sentir-se bem. Isso, é um sinal inconfundível de que estamos perante um bom centro.

Faça todas as perguntas que pense ser necessárias; é essencial que esteja a agir com segurança. Também não pode esquecer o aspecto educativo e os seus objectivos. Quando já se inscreveu a criança, pode combinar-se uma entrevista com os pais e educadores, para tratarem entre outros assuntos, de dar conhecimento das preferências da criança, os seus hábitos de comida e sono, bem como costumes. A escola deve seguir o seu ritmo.

Uma vez feita a escolha é bom que os pais confiem nos educadores e respeitem as suas pautas.

O que se deve desejar

Com a colaboração de Maria José, esteticista, Ana, maquetista, Beatriz, secretária e Madalena, farmacêutica - mães entrevistadas- elaborámos uma lista com os desejos mais frequentes das mães que levam os seus filhos para o infantário com menos de três anos.

Perto de casa. Logicamente, por questão de comodidade para pais e crianças, é um factor primordial. Também se confirma o mesmo, no estudo do “Instituto de la Mujer” com a certeza de que as mulheres com maior nível de educação e profissional, se preocupam mais com a qualidade do centro. Ainda que o trajecto se faça a pé ou de carro, o importante é explicar à criança para onde vai e que comece a reconhecer o caminho.

Horários ampliados. Segundo o estudo feito pelo “Instituto de la Mujer”, o desajustamento dos horários, causam problemas em 18 por cento das mulheres inquiridas. O desejável é que sejam o mais flexíveis possível.

Participação dos pais. Querem colaborar e assistir às actividades extra escolares. As reuniões periódicas com os educadores dão segurança aos pais. A ideia de estarem afastados das experiências dos seus filhos dentro dos centros é inadmissível nos dias de hoje. A escola deve fomentar a participação da família.

Incorporação progressiva. A maioria das crianças necessita que a sua integração se faça lentamente. Os choros e os transtornos no sono podem, esporadicamente surgir pelas alterações inerentes no seu dia a dia aquando à sua integração na escola.

O ideal é que no primeiro dia esteja só meia hora, com a sua mãe; e o tempo de estada vá aumentando progressivamente até completar o seu horário. É importante que deixem a criança levar e permanecer com a sua mascote ou o seu objecto de consolo. É muito importante uma atitude compreensiva nestas situações. Assim, as mães sentem-se mais seguras, controlam a ansiedade que lhes produz deixarem os seus filhos e transmitem-lhes mais tranquilidade.

Informações detalhadas. Uma garantia de que a atenção da criança é individualizada obtém-se com a apresentação de informações periódicas sobre a sua adaptação e maturação.

Estimulação atempada. Deve contar-se com os materiais e pessoal adequados para estimular todas as capacidades da criança.

O que deve exigir

As Normas Reguladoras das Condições de Instalação e Funcionamento das Creches com fins Lucrativos, são muito específicas quanto aos requisitos que se devem cumprir em complemento com as disposições constantes do artigo 43º. do Decreto-Lei nº.30/89, de 24 de Janeiro.

Pelo Despacho Normativo nº 99/89, são consideradas creches os estabelecimentos que acolham crianças em número igual ou superior a cinco. A respeito do primeiro ciclo de educação infantil, e no que estabelece o referido Decreto-Lei, passamos a mencionar os aspectos que nos parecem mais importantes:

A sala dos berços destina-se aos tempos de repouso, com a área mínima de 2 m2 por criança.

As salas de actividades destinam-se ao desenvolvimento de actividades lúdicas e pedagógicas e devem ter também uma área mínima de 2 m2 por criança.

As instalações das creches, deverão ter ainda um “Espaço para isolamento” destinado às crianças que adoecem subitamente no estabelecimento, como precaução de possíveis contágios, e que deverá situar-se próximo do gabinete do pessoal.

É também indispensável que possuam uma área exterior para actividades ao ar livre, que deve conter zonas de interesse para as crianças, nomeadamente relvados, areia e água. Se esta área não existir, pode ser suprida pela utilização de um recinto público situado na proximidade do estabelecimento, desde que possa ser utilizada pelas crianças com segurança.

a) Um espaço equipado com uma bancada com tampo almofadado, arrumos para produtos de higiene, prateleiras ou gavetas para roupas de muda; base de chuveiro com o fundo a 0,4cm do chão e um chuveiro manual com misturador de água corrente quente e fria; vidoir com grelha, fluxómetro e torneira de água fria e zona de bacios e local para a sua arrumação.

b) Um compartimento com lavatórios e sanitas de tamanho infantil, na proporção de um lavatório para cada grupo de sete crianças e uma sanita para cada grupo de cinco crianças.

 

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